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As pessoas que querem ter celulares menos inteligentes – e por que empresas não querem mais fabricá-los bbc.com

Sou totalmente dependente de alguns apps e da internet para usar um dumbphone. Eu até tentei usar um da última vez que troquei de smartphone, mas não aguentei uma semana.

E vocês? Viveriam somente com um dumbphone?

22 comentários

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  1. Gostei da sugestao no final do artigo “Instalei o Minimalist Phone, um aplicativo que elimina os ícones chamativos de aplicativos e fundos em favor de uma interface em preto e branco.”

  2. Acho que o que mais me incomoda nos celulares mais modernos, são ligações indesejadas (fruto dos serviços que ja tiveram meu número, e não é culpa do celular), e notificações que simplesmente posso desativar (como agora mesmo estão desativadas).

    Acho chata a dependencia de um chip de telefonia para algumas coisas, e principalmente a dependencia de um celular pra ter apps de banco. Parece impossivel fazer parte da população bancarizada sem ter um celular.

  3. Não existe “celular de jovem”, mas com certeza existe falta de presença, paciência e dedicação dos filhos. Eu presenteei meus pais (70++) com o Galaxy e o iPhone mais sofisticados à venda na ocasião e eles se deram muitíssimo bem.

  4. Eu tenho a tentação constante de usar um dumbphone, mas também sou dependente de aplicativos :( O que eu gostaria mesmo é de um smartphone pequeno, com menos recursos “extravagantes”, mas que seja atual.

  5. pra mim é difícil por causa do wpp, uber e pix, ainda sou bem dependente desses aplicativos/funcionalidades.

  6. Eu tentaria.
    Não suporto o WhatsApp, uso Instagram mas às vezes queria nunca ter criado conta lá, perco tempo com os jogos que instalo e desinstalo. Um StarTAC estaria de bom tamanho rsrsrsrs

  7. Eu certamente compraria um celular com menos recursos para meus pais, idosos 70+.
    Botões de número, por exemplo, ajudariam bastante ela a telefonar. O zap só precisa do botão para abrir o microfone do áudio. Biometria de dedo é inútil, pois a digital da minha mãe já foi para o espaço há tempos de tanto lavar louça.
    O grande problema é que esse público não quer se reconhecer como idoso, e por isso continua comprando o celular de jovem, mesmo usando 1% das funções de um aparelho com interface totalmente inadequada.

    1. Que é isso, meu jovem?
      Estou ficando velho mas acho que dou conta de continuar utilizando o mesmo celular que todo mundo usa.

  8. Não veria problemas se ele tivesse um mp3 onde eu baixasse meus podcasts favoritos e algumas músicas.
    Nunca gostei de encher o celular de app, rede social, bancos, e o que mais puder baixar,
    gosto de seguir um minimalismo médio (não sei se inventei este termo agora rsrs).
    Não tenho app de rede social, a não ser se o YouTube for considerado uma, até tentei ver vídeos curtos por lá, mas devido a propagandas, e um algoritmo mal calibrado, me incomodei.

  9. Eu não entendo qual problema alguns tem em usar smartphone…

    Tá tirando muito o foco das tarefas diarias? Coloca no ‘não perturbe’… remove instagram, twitter, facebook….

    1. Acho que chega num estágio (e mais fácil/rápido do que se imagina) de vício. Fazer um paralelo com vícios mais antigos e melhor percebidos, como o em bebidas alcoólicas, cigarro e jogos de azar, ajuda a compreender que, nesses casos, não é mais uma questão de “é só não usar”, ou “para se quiser”.

      1. Certamente,no dia a dia,somos cercados de vicios,seja de bebidas,cigarros,jogos,agora é tecnologia,aplicativos,redes sociais,e um mal menor de anos atrás,virou um problema que se torna pesado,sem solução simples,não mexa no celular,mas como qualquer vicio,é só olhadinha e nem estou falando de tik tok,instagram,mal moderno que precisa ser discutido como elefante branco na sala.

        1. Não será discutido tão cedo. A sociedade se moldou em torno da experiência do celular.

      2. Exatamente.
        E é um vício tão difícil de admitir quanto o alcoolismo (que é socialmente “aceito”).

      3. Pois é. Meu desespero, como pai, é ver praticamente todas as crianças já em estado avançado de vício, numa fase em que o córtex não está desenvolvido. O verdadeiro cenário distópico já está construído de forma irreversível. As crianças (…o futuro do mundo) já estão sendo condenadas.

        1. Tenho dois exemplos extremos aqui na família.

          De um lado, uma sobrinha que cresceu quase sem telas, esporadicamente via TV. A mãe da menina lê pra ela desde os 6 meses (ou antes, não me lembro), tenho vídeos dela com 1 ano e meio “recitando” um livro inteiro. Hoje ela está com quase 5 anos, tem um vocabulário de botar inveja em muito adulto, é muito inteligente e já está em fase de pré-alfabetização, reconhece o alfabeto inteiro.

          Do outro lado, um sobrinho que cresceu tendo TV e celular como babás. Os pais se dizem “raiz”. O menino ainda não desenvolveu a fala (mesmo com todos os exames não acusando nenhuma causa física, ele ouve perfeitamente). Não posso afirmar com convicção que uma coisa levou a outra, mas me intriga muito o fato de os pais do menino não “conversarem” com ele, nem lerem para ele. Ele precisa estar hipnotizado por uma tela com o som no volume alto para conseguir comer.

          1. Pois é, Renato. Mantenho os meus como a sua sobrinha há mais de uma década, mas os amigos/colegas deles já estão em metástase algorítmica. Quando penso que ainda têm toda a adolescência pela frente, é sinceramente desesperador. Já passei da fase de luto da internet que pensava que seria maravilhosa, agora estou buscando soluções de proteção e não as encontro…

      4. O penúltimo episódio do podcast Escafandro (“Por que você continua nas redes?”) mostra esse paralelo, com uma mulher que lidou com o vício em bebida e percebe como seus filhos são viciados em celular. Já tendo lidado com um tipo de vício, ela evita ao máximo o celular pra não se viciar nele.

  10. Eu estou querendo vender meu computador e ficar só com o celular. Para mim isso de usar um dumbphone é inviável.
    Queria mesmo é que softwares tivessem o design menos predestinado a prender a atenção das pessoas mas não quero um negócio fechado pois gosto de poder baixar uma variedade de aplicativos por exemplo.
    Também queria que ele fosse resistente, durável, de manutenção fácil e bateria removível e tivesse uma tela dessas mais confortáveis como e-ink (nem que a tela tivesse poucas ou quase nada opções de cores), tipo um Kindle, mas menor.

    No fundo, se os smartphones tivessem essa tela de tipo Kindle, fossem duráveis e softwares que não fossem feitos pra capturar nossa atenção. Já estava ótimo.

  11. Eu usei um celular só para ligações até 2020, sem nenhum problema.

  12. Whatshapp,ou Telegram,se tiver,eu usaria,mas so para ligações,é complicado,é bem possivel a pessoa te mandar mensagem e tu nao receber e a pessoa ficar esperando.