O mais irônico é que foi a pedido da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor).
Supostamente, me parece mais uma medida protecionista de atravessadores com fachada apresentável (e que, não raro, supostamente burlam a Receita Federal) que vendem os mesmos produtos “irregulares” com preço inflacionado.
E o pobre cada dia é mais taxado, impedido de acessar a mesma tecnologia que o resto do mundo tem acesso por um preço justo.
O mais irônico é que foi a pedido da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor).
Supostamente, me parece mais uma medida protecionista de atravessadores com fachada apresentável (e que, não raro, supostamente burlam a Receita Federal) que vendem os mesmos produtos “irregulares” com preço inflacionado.
E o pobre cada dia é mais taxado, impedido de acessar a mesma tecnologia que o resto do mundo tem acesso por um preço justo.