Um carro é 80 reais a diária. Proporcionalmente ao valor do bem o aluguel da bicicleta é muito caro. O valor da diária devia ser o semanal.
Claro, é muito mais inteligente colocar bicicleta nas ruas, disputando espaço com os carros, do que colocar ônibus. Afinal o ônibus atende dezenas de pessoas em uma viagem, enquanto a bicicleta atende uma pessoa que vai tomando poeira na cara enquanto respira um monóxido de carbono fresquinho, recém saído de um escapamento.
Juarez, esse é um projeto privado, não está tirando investimentos em ônibus, pode ser um complemento para o transporte de pessoas e já pedalei em Curitiba, há ciclovias então nem sempre disputa espaço com carros e, se disputar, a bicicleta é um veículo conforme o código de trânsito.
Na periferia onde o ônibus não chega/demorado/lotado, a pessoa pode utilizar a bicicleta até o terminal de ônibus.
Próximo de onde eu moro há um terminal de ônibus com um grande bicicletario, já utilizei algumas vezes e é um ótima alternativa fora dos horários de pico com poucos ônibus em circulação, vale também para economizar alguns trocados, chegar mais rápido ao destino e praticar um exercício físico.
E sobre a poluição, o ciclista tem benefícios mesmo na poluição.
O problema não é dinheiro, é o tempo e o esforço que a prefeitura usa para um projeto que atende pouca gente, com a agravante que é gente que já atendida por outras formas de transporte.
A menina que mora na periferia e trabalha no shopping de uniforme não pode ficar andando de bicicleta e chegar suada no serviço, o carinha que carregou peso durante o dia não vai pegar uma bicicleta e pedalar para casa no final do dia.
Aqui onde moro quem usa as ciclovias são as pessoas que tem a bicicleta como lazer, nunca vi ninguém de terno. Só com roupinha de jaspion tropical.
Mas tudo bem, sou chato mesmo e não gosto de ciclistas, de bicicleta eu gosto e já andei muito.
Falando nisso, olha que interessante esta matéria.
Se não colocarem nos terminais de ônibus, não vai ter sentido nenhum mesmo. Vai ser aquela coisa bonitinha que se vê na zona sul do Rio, com turistas andando na orla. E só.
cara, não é nem ao menos uma novidade, quem dirá revolucionário. os pontos de bike ficam no batel e outros bairros ricos do centro, longe de pontos de ônibus, longes de terminais de integração, em vários lugares são longe de ciclovias e próximas das faixas de biarticulado (que é um risco tremendo prosciclistas). é uma embalagem bonita, o painel solar é maneiro, mas é muito pra inglês ver, ainda mais que tem só 35 de fato em uso.
Publiquei o título original e concordo com vocês, não tem nada de revolucionário um projeto de bicicletas compartilhadas.
Aqui em SP tem e, assim como em Curitiba, só funciona em pouquíssimos bairros na região central. No passado teve a Yellow que tentou expandir para a periferia na época da pandemia fazendo a empresa quebrar.
Aí em São Paulo são aquelas bicicleta do Itaú, certo? É a mesma empresa que está fornecendo o serviço em Curitiba, a Tembici.
A Yellow chegou a operar em Curitiba também, e foi um fiasco. Direto topava com bicicletas largadas de qualquer jeito nas calçadas, às vezes dificultando o trânsito a pé. Pelo menos a solução da Tembici não tem esse problema.
Também acredito que a solução do TemBici é melhor, aonde eu moro seguidamente as bicicletas estavam atiradas no chão atrapalhando o passeio público. Além de que o projeto do laranjão ocupa uma ou duas vagas de carro e devolve aquele espaço para muito mais pessoas.
O serviço mais conhecido aqui em São Paulo é o Bike Sampa que é gerido pela Tembici e patrocínio do Itaú. Mesmo esquema no Rio de Janeiro, só muda o nome para Bike Rio. Ambos os casos, só funciona em regiões mais turísticas e famosas da cidade.
Teve também o serviço menor concorrente das laranjinhas – CicloSampa – Bradesco que parece que não vingou, nunca mais vi as bicicletas vermelhas na cidade.
Tem também aluguel de patinetes e bicicletas elétricas, só não me recordo o nome da empresa e projeto que fornece esse serviço, também restrito em pouquíssimos lugares.
Vou concordar com o Rodrigo, pois “revolucionário” foi um baita exagero. O que têm de revolucionário??
Aqui em Passo Fundo também tem bicicleta compartilhada, gratuitamente pra quem faz o cadastro presencialmente na secretaria ou R$1 pra quem faz pelo app.
Que tri.
“Revoluciona” é uma palavra muito forte para o que está acontecendo em Curitiba. Parece texto (e título) de release.
Na cidade, há críticas válidas sendo feitas em relação aos pontos das estações, a maioria localizada na região central e sem integração com estações e terminais de ônibus.
Um carro é 80 reais a diária. Proporcionalmente ao valor do bem o aluguel da bicicleta é muito caro. O valor da diária devia ser o semanal.
Claro, é muito mais inteligente colocar bicicleta nas ruas, disputando espaço com os carros, do que colocar ônibus. Afinal o ônibus atende dezenas de pessoas em uma viagem, enquanto a bicicleta atende uma pessoa que vai tomando poeira na cara enquanto respira um monóxido de carbono fresquinho, recém saído de um escapamento.
Juarez, esse é um projeto privado, não está tirando investimentos em ônibus, pode ser um complemento para o transporte de pessoas e já pedalei em Curitiba, há ciclovias então nem sempre disputa espaço com carros e, se disputar, a bicicleta é um veículo conforme o código de trânsito.
Na periferia onde o ônibus não chega/demorado/lotado, a pessoa pode utilizar a bicicleta até o terminal de ônibus.
Próximo de onde eu moro há um terminal de ônibus com um grande bicicletario, já utilizei algumas vezes e é um ótima alternativa fora dos horários de pico com poucos ônibus em circulação, vale também para economizar alguns trocados, chegar mais rápido ao destino e praticar um exercício físico.
E sobre a poluição, o ciclista tem benefícios mesmo na poluição.
https://jornal.usp.br/ciencias/beneficios-do-exercicio-em-ciclistas-superam-os-efeitos-negativos-da-poluicao-sugere-estudo/
O problema não é dinheiro, é o tempo e o esforço que a prefeitura usa para um projeto que atende pouca gente, com a agravante que é gente que já atendida por outras formas de transporte.
A menina que mora na periferia e trabalha no shopping de uniforme não pode ficar andando de bicicleta e chegar suada no serviço, o carinha que carregou peso durante o dia não vai pegar uma bicicleta e pedalar para casa no final do dia.
Aqui onde moro quem usa as ciclovias são as pessoas que tem a bicicleta como lazer, nunca vi ninguém de terno. Só com roupinha de jaspion tropical.
Mas tudo bem, sou chato mesmo e não gosto de ciclistas, de bicicleta eu gosto e já andei muito.
Falando nisso, olha que interessante esta matéria.
https://restofworld.org/2023/ifood-bike-share-issues/pt/#translate
Se não colocarem nos terminais de ônibus, não vai ter sentido nenhum mesmo. Vai ser aquela coisa bonitinha que se vê na zona sul do Rio, com turistas andando na orla. E só.
cara, não é nem ao menos uma novidade, quem dirá revolucionário. os pontos de bike ficam no batel e outros bairros ricos do centro, longe de pontos de ônibus, longes de terminais de integração, em vários lugares são longe de ciclovias e próximas das faixas de biarticulado (que é um risco tremendo prosciclistas). é uma embalagem bonita, o painel solar é maneiro, mas é muito pra inglês ver, ainda mais que tem só 35 de fato em uso.
https://www.instagram.com/reel/Cu7qrGbAtPk/?igshid=MzRlODBiNWFlZA==
Pô, que legal, usei durante três meses o TemBici, experiência muito boa.
Triste foi ler essa matéria :(
https://cbncuritiba.com.br/materias/bicicleta-compartilhada-e-depredada-em-curitiba-um-dia-apos-implementacao/
Publiquei o título original e concordo com vocês, não tem nada de revolucionário um projeto de bicicletas compartilhadas.
Aqui em SP tem e, assim como em Curitiba, só funciona em pouquíssimos bairros na região central. No passado teve a Yellow que tentou expandir para a periferia na época da pandemia fazendo a empresa quebrar.
Aí em São Paulo são aquelas bicicleta do Itaú, certo? É a mesma empresa que está fornecendo o serviço em Curitiba, a Tembici.
A Yellow chegou a operar em Curitiba também, e foi um fiasco. Direto topava com bicicletas largadas de qualquer jeito nas calçadas, às vezes dificultando o trânsito a pé. Pelo menos a solução da Tembici não tem esse problema.
Também acredito que a solução do TemBici é melhor, aonde eu moro seguidamente as bicicletas estavam atiradas no chão atrapalhando o passeio público. Além de que o projeto do laranjão ocupa uma ou duas vagas de carro e devolve aquele espaço para muito mais pessoas.
O serviço mais conhecido aqui em São Paulo é o Bike Sampa que é gerido pela Tembici e patrocínio do Itaú. Mesmo esquema no Rio de Janeiro, só muda o nome para Bike Rio. Ambos os casos, só funciona em regiões mais turísticas e famosas da cidade.
Teve também o serviço menor concorrente das laranjinhas – CicloSampa – Bradesco que parece que não vingou, nunca mais vi as bicicletas vermelhas na cidade.
Tem também aluguel de patinetes e bicicletas elétricas, só não me recordo o nome da empresa e projeto que fornece esse serviço, também restrito em pouquíssimos lugares.
Vou concordar com o Rodrigo, pois “revolucionário” foi um baita exagero. O que têm de revolucionário??
Aqui em Passo Fundo também tem bicicleta compartilhada, gratuitamente pra quem faz o cadastro presencialmente na secretaria ou R$1 pra quem faz pelo app.
Que tri.
“Revoluciona” é uma palavra muito forte para o que está acontecendo em Curitiba. Parece texto (e título) de release.
Na cidade, há críticas válidas sendo feitas em relação aos pontos das estações, a maioria localizada na região central e sem integração com estações e terminais de ônibus.