2 comentários

  1. o determinismo otimista do texto me incomodou muito. a ausência da discussão sobre singularidade e sua interação com desigualdades econômicas, sociais etc., só pra citar um exemplo, deixa tudo pior ainda pra mim.

  2. o texto é muito problemático: qualquer pesquisador flusseriano teria mais a dizer sobre isso do que as várias platitudes que o tal neurocientista diz

    e de todos os problemas, o mais grave é a tendência à futurologia (pecado máximo entre os cientistas sociais, motivo pelo qual faz sentido o autor ser da neurociência)

    tudo bem que o que ele está caricaturizando como “tecnologia” tenha a tendência a se miniaturizar a ponto de ficar invisível, mas isso é uma reedição meio tosca da velha caixa-preta flusseriana

    o texto mistura tecnodeterminismo com um olhar ingênuo sobre a história