Texto do Ronaldo Lemos. Sem paywall: https://leiaisso.net/79ysc/
Nada do que a gente já não saiba, porém agora sendo comentado no maior jornal do país.
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Texto do Ronaldo Lemos. Sem paywall: https://leiaisso.net/79ysc/
Nada do que a gente já não saiba, porém agora sendo comentado no maior jornal do país.
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O Ronaldo Lemos ainda é advogado do Google? Alguém sabe?
Tem certeza de que ele foi advogado do Google? Não me lembro disso. Sei que ele é do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio) e professor universitário.
Acho que me confundi. Rolava um debate sobre conflito de interesses com o Ronaldo Lemos um tempo atrás, mas acho que vi no twitter/x, como não estou mais por lá, achei pouca coisa online, mas ele trabalha ou trabalhou com o Facebook
https://capitaldigital.com.br/oab-sp-critica-governo-por-regular-plataformas-de-internet-em-nota-assinada-por-advogado-ligado-ao-facebook/
Não se confundiu, não; ele advogou para o Google, e ainda teve esse lance super estranho do sumiço da matéria que falava disso. Procurando pela matéria original agora mesmo, não consegui encontrar, só esse post repercutindo e republicando o texto original: https://blogdobarcinski.blogosfera.uol.com.br/2018/03/07/por-que-minha-reportagem-sobre-o-google-sumiu-do-google/
Quando um jornalão publica algo assim, talvez seja a hora de pensar a quem interessa matar a Internet?
Importante notar que é uma coluna de opinião, um tipo de conteúdo em que o colunista tem bastante autonomia para escolher temas e que, em geral, não tem o “input” de editores ou da direção do jornal. Bem diferente de uma reportagem, notícia ou editorial — esse último, no caso, é a opinião explícita do veículo.
“bastante autonomia” é muito. E tudo que é publicado em um jornal passa por um editor. Pelo menos na época em que trabalhava em redação era assim.
Puts, geralmente têm bastante autonomia sim. Tanto que os jornais publicam aquele disclaimer em colunas — “a opinião do(a) colunista não reflete a do jornal”. Quem edita está ali para vetar coisas muito absurdas e… bem, editar, mas, até onde sei, não dá pitaco no assunto a ser abordado pelo(a) colunista.
O título é sensacionalista; ninguém quer matar a internet (pelo menos não de propósito), muito menos enterrá-la. O artigo fala somente daquela teoria de que a maior parte do tráfego da internet é gerado por robôs.
Gosto deste “take”: Spam de IA do Facebook não é a “internet morta”: é a internet zumbi.
Eu discordo. Acho que nunca esteve tão viva. E recomendo esse post aqui: https://manuelmoreale.com/the-web-is-not-dying