11 comentários

  1. Já dei play sabendo que ia ouvir besteira, pelos comentários daqui, mas não estava preparada para revirar os olhos com 4 minutos de vídeo… morri com ele dizendo que a primeira geração a ter esse sentimento acentuado de nostalgia por décadas passadas foi a millenial kkkkkk desde sempre tem esses ciclos, cara kkkk eu, hein? A forma de interagir e lidar com isso mudou com as tecnologias, claro, mas essa coisa de “rememorar” o passado sempre existiu. A mãe dele, por exemplo, podia muito bem relembrar essas coisas com algum disco antigo ou sei lá kkkkk

    lembrei do vídeo que a mila tequila subiu esses dias sobre o assunto: https://www.youtube.com/watch?v=pd4hXX98II4

    (tive que parar agora para comentar porque não me aguentei, mas vou continuar assistindo…. hehehehe ¯\_(ツ)_/¯)

  2. Essa fase agora do Luide, de comentarista da vida, está difícil de engolir.
    Mentira, faz tempo de tirei ele das indicações do YouTube. Ele só aparece aqui quando alguém lembra.
    Esqueçam o Luide. Ele é um chato cheio de obviedades.

  3. Gosto do Luide o suficiente pra fingir que nem vi essa thumb.

    Mas, mesmo de olhos fechados, é importante mesmo que a gente não veja a web de antigamente como um passado idílico. Ainda que algo me diga que não é exatamente esse o conteúdo do vídeo kkk

  4. quem diria que uma pessoa que vive de vender curso para ensinar as pessoas a mercantilizar conhecimento na internet iria defender uma internet que cada vez é um shopping center onde os vendedores avançam em cima de você te oferecendo oportunidades de cair em golpes. patético.

  5. Ter computador era mais difícil do que ter internet e isso ele não pontuou. Chorou bem mais na parte de ter acesso à internet quando, na verdade, tinham (e ainda tem) vários provedores via rádio pelo Brasil.

    De resto, quanta bobagem.

  6. Agora sim, vou comentar com calma a “treta” que eu lancei aqui.

    Eu concordo com ele tão apenas no aspecto do acesso ter melhorado; de resto discordo de tudo. Eu poderia discorrer, mas tudo pode ser sintetizado naquilo que todos sabemos: capitalismo.

  7. A opinião de quem ganha a vida na internet de hoje não é exatamente isenta, né?
    Mas enfim, por mim a internet era melhor não por motivos de nostalgia, ela era melhor antes de tudo virar um comércio, de praticamente todos os sites estarem disputando sua atenção e seu dinheiro e todos estarem nas mãos das mesmas meia dúzia de empresas.

  8. Não vou entrar no papo nostálgico (e eu entraria fácil, como todo 40+ que entende o quanto as coisas eram melhores antigamente).

    Enfim, botei uma IA pra ler o conteúdo pra mim e poupar um clique. Imaginei que seria uma opinião baseada na experiência do youtuber.

    E é apenas isso.

    Basicamente, ele entende que a Internet atual é melhor porque te dá mais acesso à conexão. Nesse sentido, é verdade.

    Mas ele quer sustentar o discurso no qual o aproveitamento da sua conexão depende apenas do seu autocontrole.

    “Tome o controle da sua vida. Há coisas que não podemos controlar, como doenças e problemas familiares. Mas o consumo de redes sociais está sob nosso controle.”

    Aqui a coisa pega. A não ser que você exclua seus perfis ou use seu tempo fora da rede, essa é uma luta inglória.

    “A internet hoje é infinita para conhecimento, estudo, aprimoramento e hobbies. É mais fácil conversar sobre paixões. Se sua timeline do YouTube só mostra conteúdo ruim, é porque você está clicando e engajando com ele.”

    Não. Se a minha timeline mostra conteúdo ruim, é porque pagaram pra ele aparecer.

    “Entretenimento é um direito. Se as pessoas querem assistir páginas de fofoca, não vejo problema. Gosto de ver memes e vídeos de zoeira. A internet não precisa ser só para aprendizado.”

    Posso dizer que ele se contradiz aqui? Afinal, entretenimento significa “diz aí algo aleatório pra eu ver”. Incluindo os anúncios que alguém pagou pra ver. De quem é o controle?

    ”Parem de reclamar da internet e comecem a filtrar o que consomem. É mais fácil moldar o algoritmo do que sofrer com fofocas. Fofoca sempre existiu e sempre existirá.”

    Ou seja: a responsabilidade de driblar a visão comercial das plataformas é minha? E do usuário final?

    1. Não acompanho tanto o youtuber, mas até onde eu sabia ele era bem de esquerda, né?

      Esses argumentos de que “você tem o controle”, “se sua timeline é ruim a culpa é sua”, são uma falácia liberal que eu não esperava dele.