6 comentários

  1. Caraca, me surpreendeu. Agora espero que o Boticário dê essa bendita licença para os funcionários.

  2. Acho interessante quando uma empresa faz esse tipo de questionamento em uma propaganda, mas vale questionar se a própria empresa aplica essa política para os próprios funcionários.

    1. Boa!
      Esperando algum reporter fazer essa pergunta para a empresa.
      e esperando
      e esperando…

      e esperando……

      Reporters no brasil não podem fazer perguinta dificil. Apenas fazem o que o chefe manda.
      Algum grande site por favor me prove errado.

      E esperando…..

      1. edit:

        opa – do site deles.
        OK justo.
        mais um ponto para eles.

        De forma pioneira em seu setor, desde 2021, a companhia oferece o benefício para os seus mais de 15 mil colaboradores, independentemente de gênero ou configuração familiar: são 180 dias para mães ou pessoas que gestam e 120 dias para homens (cis e trans), casais homoafetivos e pais de filhos não-consanguíneos.

        1. Fiz a pergunta, mas logo depois pensei que a Boticário não fosse cometer esse erro, assim tão fácil, já que são eles que estão questionando.

          Mas será que essa cobrança que eles fazem na propaganda se estende aos fornecedores e todas as empresas terceirizadas que participam da cadeia de produção? (Logística, transporte, fornecimento de insumos, etc). E os 15 mil colaboradores, incluem todos os vendedores das lojas franqueadas? E os promotores de vendas (aqueles que vendem por indicação/revista), que não são diretamente “funcionários”, tem algum tipo de ajuda?

          Talvez a resposta pra essas perguntas seja o “Veja bem” que a Júlia comentou…