O WhatsApp começou a liberar o recurso de comunidades, que o transforma em uma espécie de mini-Slack (ou Discord), com “canais” que abrigam grupos temáticos.

À parte os possíveis maus usos, é uma abordagem interessante. O WhatsApp/Meta diz ter trabalhado “com mais de 50 organizações em 15 países para criar Comunidades que atendam às necessidades delas”, um esforço que transparece — pelas imagens, parece algo mais simples e acessível que outros aplicativos do tipo, algo essencial em um produto tão massificado.

O WhatsApp também ganhou grupos com até 1.024 usuários, chamadas de vídeo com 32 participantes e enquetes. Todas essas novidades só devem chegar ao Brasil em 2023, porém. Via WhatsApp.

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3 comentários

  1. Se grupo de família, amigos, colegas, etc com 50 pessoas já é uma cacofonia, eu não quero nem imaginar um grupo com mil pessoas. Acho que estamos numa supersaturação de comunicação digital, não dá para 1 pessoa ver o que centenas de outras postam, nem em uma linha do tempo nem em um agregado de N grupos menores. Isso me lembrou um texto de 2018 do blogueiro Benedict Evans, The death of the newsfeed (https://www.ben-evans.com/benedictevans/2018/4/2/the-death-of-the-newsfeed), especialmente a frase:
    All social apps grow until you need a newsfeed
    All newsfeeds grow until you need an algorithmic feed
    All algorithmic feeds grow until you get fed up of not seeing stuff/seeing the wrong stuff & leave for new apps with less overload
    All those new apps grow until…

    e o ciclo continua.

  2. Parece ser apenas um agrupamento de grupos e lista de transmissão?

    1. Sim, mas um pouco mais sofisticado, pelo que entendi. O administrador poderá disparar mensagens para todos que estiverem na comunidade, por exemplo.