TIM, Telefônica (Vivo) e Claro levaram a operação de telefonia móvel da Oi por R$ 16,5 bilhões. Os clientes da Oi serão divididos proporcionalmente entre as três vencedoras do leilão, de acordo com seus DDDs, e terão seus contratos respeitados. Via Folha.

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4 comentários

  1. Ué. No final todos pegaram o bolo do celular e repartiram, enquanto a Oi resolveu se focar na distribuição via cabeamento físico?

    Se bem que tecnologias de distribuição físicas (tipo fibra ótica e ADSL) tem mais demora de giro do que tecnologias de celular. Então faz sentido – ela mantém uma base mais fixa e de menos giro de clientes.

    Agora me pergunto: como será que vai ficar os celulares? Tipo, a pessoa tem Oi e vai receber uma mensagem tipo “Oi, tu tá Vivo?”

    1. pelo que li terão os contratos respeitados,então se a pessoa não mudar de plano,a ela vai continuar sendo Oi,deve ser igual a nextel com a claro agora

    2. É uma boa pergunta. Não sei como isso será operacionalizado. Como os clientes serão diluídos entre três operadoras, e não absorvidos por uma só, não sei se o arranjo que houve com a Nextel/Vivo, que o Will sugeriu abaixo, se repetirá — seria uma confusão só para o cliente que quisesse reclamar do serviço, por exemplo; com quem ele entraria em contato? Vou tentar descobrir isso.

      1. Do jeito que vocês me falaram, pode ser que a Oi vira uma “operadora virtual” enquanto eles acertam como vai ser a divisão e os contratos. Veremos os próximos capítulos.