O Telegram assinou um termo junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na sexta-feira (25), para integrar o Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação no âmbito da Justiça Eleitoral.

Segundo o TSE, a parceria tem por objetivo “combater os conteúdos falsos relacionados à Justiça Eleitoral, ao sistema eletrônico de votação, ao processo eleitoral nas diferentes fases e aos atores nele envolvidos”. Clique aqui para ler o termo de adesão na íntegra.

O termo foi assinado por Alan Campos Elias Thomaz, representante legal contratado pelo Telegram no Brasil na semana passada como parte de uma determinação judicial. Via TSE.

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4 comentários

  1. Ou seja, pode-se difamar qualquer um/coisa, exceto o sistema eleitoral. Ok…

    1. À parte o erro técnico de classificar ataques ao TSE como “difamação”, o que te sugere que ataques do tipo só se aplicam ao sistema eleitoral?

      1. Não quis dizer isso. Foi uma crítica no sentido de que a desinformação precisa ser combatida sistematicamente em todos os setores/instituições, não apenas no TSE. Esse acordo e esse auê todo foi “só” por causa do TSE, escancarando mais ainda o total despreparo do país para lidar com o tema. Não quer dizer que não teve mérito nem que não é importante, mas acho importante fazer esse recorte, pelo menos relativiza a “aura” criada em torno do Telegram recentemente.

        1. Ahhh, saquei! Concordo com a crítica, mas também entendo o auê com a justiça eleitoral pela importância e ramificações que as eleições têm nas nossas vidas — e em outros aspectos delicados do ecossistema de desinformação.