O PagSeguro lançou o PagPhone, um celular que é também maquininha de cartão. Era esperado que alguém fosse fazer um produto desses (o comercial brinca com a ideia evolutiva), mas me chama que ele tenha chegado neste momento, com uma pandemia provocada por um vírus altamente transmissível. Afinal, é um aparelho que passa pelas mãos de vários clientes o dia todo e depois volta ao bolso e para momentos íntimos do dono. Será que alguém pensou nisso lá dentro? Via PagSeguro.

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7 comentários

  1. Entendo a preocupação com higiene, acho super válido, mas não seria algo que se resolve com um spray de água e sabão ou até mesmo um álcool 70%?

    Enfim, vejo que isso seria muito válido para o pequeno comerciante também: seja alguém que precisa comprar um celular para si e tem pouca grana e, agora, pode levar o celular e a própria maquininha, economizando uma grana importante para MEIs que estão começando, ao mesmo tempo em que, para o comerciante que está crescendo, consegue comprar numa tacada só um telefone para usar como o número da sua empresa e a maquininha. Achei genial e acho que pode ser super útil para o perfil que está começando e não tem muito caixa disponível!

    1. Acho a minizinha melhor que tudo integrado no celular. Separa o “comercial” do “pessoal” e de quebra, devido a pandemia, separa o que precisa ser higienizado do que tem que ser BEM higienizado.

  2. Em tempos:

    – As maquinhas pequenas (as amarelinhas que geralmente são associadas à telefones para fazer a conexão) foram tragas também pela PagSeguro. O nome comercial é “Minizinha”.

    – Sei que tinha alguns produtos que faziam a interface entre um cartão de crédito e o celular antes disto – como um leitor que se põe na entrada de fone de ouvido.

    – Entendo que a vantagem de um celular “maquininha” é o fator que o mesmo é associado à conta da pessoa. Teria que ver se há risco de hacks na verdade. Não sei se deixar em um celular “pessoal” mesmo seria bom. Prefiro um equipamento à parte e de porte, pois tem menos risco de se perder no bolso de alguém…

    1. (Agora que ví o vídeo e notei que relatou os tipos de produtos antigos, perdão…)

  3. ‘será que eles pensaram no detalhe de um celular que fica passando pelas mãos de pessoas estranhas (clientes) o dia todo e depois volta ao bolso do dono?’

    Qual a diferença pra uma maquininha normal? Não é isso que já acontece?

    1. Sim, mas a maquininha só serve para isso. O celular será usado pelo dono do estabelecimento em vários momentos do dia, até fora do expediente, em casa, na mesa onde ele faz refeições, no banheiro. Celular já é um negócio sujo por natureza, e esse ainda por cima fica passando de mão em mão o dia todo. Sei lá. Estranho.

      1. ‘no banheiro’ me convenceu. Espero que tenha pagamento por aproximação pelo menos