O Ministério da Economia está preparando uma medida provisória para fechar brechas que marketplaces estrangeiros — AliExpress, Wish, Shein, Shopee e Mercado Livre — usam para não pagarem impostos sobre os produtos vendidos para brasileiros. A ideia é fazer a cobrança direto da fonte, na hora da compra, em vez de fazê-la na alfândega, quando os produtos entram no país, modelo vigente hoje e classificado como ineficiente — há estimativas de que apenas 2% dos pacotes são de fato verificados.
A movimentação ocorre após pressão de varejistas nacionais, como o bolsonarista Luciano Hang, da Havan, e Alexandre Ostrowiecki, presidente da Multilaser. Segundo O Globo, o assunto ganhou status de prioridade na equipe econômica e na Receita Federal. Via O Globo (sem paywall).
Os ditos liberais invés de brigarem para diminuir os impostos nacionais, vai pedir mais imposto. Só rindo!
Eh por isso que não podemos ter coisas legais… aff
Se o maldito veio vendesse os kakarecos naquelas lojas bregas, as lojas virtuais não seria problema. Mas é só produtos fracos com preço inflado.
Enfim, pobre não tem paz msm, o jeito é antecipar as comprinhas do natal.
Na campanha, se falava em abrir mercados, liberdade econômica e mérito da concorrência. Na vida real, o velho Brasil onde o empresário tem acesso aos poderosos solicita uma norma sob medida para garantir seu mercado. Não tem perigo de dar certo.
É…