A mochila da fotógrafa Daniely Silva
Nesta seção, leitores do Manual mostram o que carregam em suas mochilas no dia a dia. Veja as outras mochilas já publicadas e mande a sua — a continuidade da seção depende de você.

Já apareci por aqui no “O que tem no seu celular”. Esta série de publicações sobre as mochilas até me ajudou a escolher a minha e também a refletir sobre o que é realmente essencial, porque vivo na luta contra o hábito de carregar muita muamba!
Além de uma jornada de trabalho de 8 horas que inclui os finais de semana, sou uma andarilha que arranja energia para sair pela cidade. Portanto, a mochila é algo que não tem como não fazer parte do meu dia. Consigo usá-la até em algumas viagens curtas — como se a rotina diária já não fosse de várias viagens.
A mochila é uma Galapagos Pelican 2.0, com capacidade de 30l. É a melhor mochila que já tive: bem construída, ela consegue parar em pé e os pertences não ficam desengonçados lá dentro. Os bolsinhos laterais onde boto a garrafa também são resistentes e práticos. É uma empresa catarinense com fabricação 100% nacional.

- Câmera fotográfica. Canon EOS T7, usada para trabalhos profissionais e artísticos. A objetiva que mais uso é a 28mm f/2.8 (meu xodó), mas volta e meia estou com a cinquentinha.
- Bateria portátil. Um modelo de 20.000 mAh e 74 Wh da Geonav. Aguenta várias cargas. Comprei pensando em viagens de ônibus de alguns dias (não ando de avião), mas uso muito quando preciso passar a noite fora e nos frequentes blecautes de primavera de São Paulo — ele me ajudou muito quando meu bairro ficou mais de dois dias sem luz.
- Óculos escuros. Vai na caixinha, para onde vão os óculos de grau quando troco entre um e outro. São um par simples e sem grau, da brasileira Chilli Beans.
- Carteira. Com janelinha para a identidade, porta-cartões e espaços para cédulas e moedas. Feita em couro, de fabricação da nacional Karilo.
- Camiseta limpa. Para não sair para a rua com a roupa do trabalho, à hora de ir embora.
- Agasalho. Varia de época pra época. Sou friorenta, então mesmo no verão preciso de algo leve para quando bate aquele vento gelado. Como saio bem cedinho, ando carregando meu moletom da Pool.
- Caderneta clássica. uso para planejamento e para esboçar escritos e desenhos. Atualmente, uso uma da marca Cícero.
- Livro ou leitor eletrônico. A leitura que acompanha minhas viagens. A leitura quando fiz a foto era O sentido das águas, em que o Dr. Auzio Varella conta suas experiências no Rio Negro, emprestada da Biblioteca Mário de Andrade.
- Estojo de papelaria. Canetas, lápis, borracha, apontador e pendrive.
- Estojo de saúde bucal. Fio dental, creme dental e escova.
- Estojo de necessidades. Maquiagens, itens de beleza e de higiene pessoal.
- Sabonete. Um Phebo para quando vou tomar um banho longe de casa.
- Colônia. Um Luna Absoluta, da Natura, para refrescar um dia cansativo.
- Máscara cirúrgica. A pandemia passou, mas prefiro me proteger de resfriados no ar rançoso da condução lotada. Não uso sempre, mas ajuda, principalmente em tempos de surtos de infecções respiratórias.
- Guarda-chuva. Um Fazzoletti Automático Mini Golf Azul. Empresa nacional do Rio Grande do Sul.
- Garrafa de alumínio. Foi difícil encontrar uma garrafa simples que não fosse térmica! Não gosto de água gelada e tem lugar em que só há essa opção. Se não for térmica, pelo menos vai esquentar rápido.
- Chaves e canivete-brasileiro. A versão genérica do clássico-suíço vendido pela gaúcha Tramontina. Tem saca-rolhas, abridor de latas e garrafas, tesourinha, lixa, lâmina e chaves Philips e de fenda. Pelo preço, quebra um galho; um dia compro um melhor. Decidi adquirir um quando, numa viagem, comprei um vinho bom e não tinha como abri-lo. Tive que ir de quiosco em quiosco até encontrar alguém que me ajudasse.
- Batom vermelho. Um rápido coringa que fica fora do estojo para disfarçar a cara de sofrida ao longo do dia.

Muito Top Dani
gostei muito do seu site e da sua mochila, Daniely! fiquei com vontade de enviar a minha também.
bem versátil lega, tenho que criar coragem e tirar fotos das minhas tenho para trabalha urbano e rural
Muito bacana a mochila! Comprei outro dia uma só para compras, simples e resistente, da Convoy por inacreditáveis 30 reais mais 10,00 de frete, na Netshoes.
Visitei seu blog e gostei das fotos, dos diferentes projetos. E fiquei surpreso de vc usar máquina de escrever. Me deu saudade da minha Lettera 32, presente de meu pai. Ainda tenho uma Halda, sueca – uma peça de museu. Mas nada se compara aos tipos da Lettera. Uso processador de texto desde 1994, e nunca encontrei aqui uma tipologia tão bonita.
Adorei a mochila! Ah, tenho um guarda-chuva igual
Sorri sinceramente com o “Dr. Auzio Varella”.
Ótima mochila!
Linda essa mochila, ein? Invejinha branca.
Muito legal, gostei da ideia da garrafa de alumínio.
Eu tb! Esqueci de perguntar a marca!
Oi Daniely! Já fui do tempo de fotografar, hoje ando mais com o caderno de desenhos e uso máscara nas conduções, não sei como a gente aguentava respirar dentro do metrô sem essa proteção! Sou a louca da nécessaire, prefiro aquelas embalagens pequenas para colocar hidratante e desodorante, sou muito desastrada, não ia dar certo levar esse vidro de perfume, rs! Que mochila legal, obrigada por compartilhar com a gente!