A Microsoft estava testando uma versão gratuita com anúncios (incluindo em vídeo) de Excel, PowerPoint e Word, com vários recursos básicos bloqueados e que só salvava arquivos no OneDrive.

Após a repercussão negativa, a empresa enviou um posicionamento a alguns sites afirmando que não tem a intenção de lançar esse Office zoado. É curioso tanto esforço para desenvolver algo e colocar esse algo para testes públicos sem ter a intenção de comercializá-lo… não?

Em momentos assim, é sempre bom lembrar de alternativas abertas e gratuitas, em especial o LibreOffice.

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18 comentários

  1. LibreOffice é bom, até você precisar enviar para alguém e a formatação ficar toda cag***. Ou seja, só é bom para a parcela da margem de erro.

  2. Conheço muita gente que só uma Google suite. Não precisa instalar, tá no browser e salva automático.

    1. Sim, é possível. Contudo, é importante frisar que depende também do tipo de emprego ou atividade comercial que a pessoa em questão executa.

  3. Só uso o LibreOffice há mais de uma década.

  4. Acho que deveria existir um plano de política publica pra diminuir a dependencia do MS Office nos serviços públicos. Acho um absurdo cobrar conhecimento disso em concursos públicos por exemplo. Seria básico acabar com isso.

    1. Se cobra nos concursos pq literalmente o Office manda no mundo de suítes de escritório. Não há o q fazer. Tá enraizado no mercado empresarial há sei lá quantos anos. Mercado/empresas/pessoas não se interessam pelas alternativas.

      Fazendo uma comparação a outro ramo:
      É igual ao Photoshop pra fotografia.

      1. Concordo, afinal as pessoas que trabalham nos fóruns não querem aprender sobre outra suíte de produtividade ou ainda, retificar a formatação do seu arquivo. Ou você se encaixe no sistema ou encontrará problemas.

    2. Rapaz, a Escola Nacional de Administração Pública – ENAP oferece uns “cursos” em “parceria” com a Microsoft sobre o Copilot. Sim, a Microsoft usando a ENAP como vitrine pra propagar suas soluções de IA (proprietárias e pagas) no serviço público.

      Fiz uma denúncia ao Ministério Público e a resposta foi “tranquilo, de boa, nada demais”.

  5. Simplesmente não sinto mais falta do office da Microsoft, agora só utilizo ou o LibreOffice ou o o office do google se for algo pra outras pessoas editarem.

  6. Sinceramente? Seria uma ótima opção para colocar no computador de algum usuário leigo e/ou parente, que não tem a mínima intenção de comprar ou assinar o Microsoft 365. Eu fazia isso na época do Office 2010 Starter, e isso evitava instalar uma versão pirata que poderia conter algum vírus, ou uma versão que precisasse ser reativada a qualquer momento.

    Queria entender de onde veio a repercussão negativa. Quem reclama nunca iria usar essa versão grátis, provavelmente ou já usa a versão paga mesmo, ou usa alguma opção gratuita (como o já citado LibreOffice). Ou seja, nem é o público-alvo dessa versão.

    1. O pirata você ainda consegue achar uma versão segura, instala e pronto. Essa do post você não tem nenhuma garantia que uma propaganda promovendo golpe ou vírus apareça e o usuário leigo não vai pensar 2x antes de clicar. Sem contar na falta de recursos

      1. O problema é que não é só “instala e pronto”. Na época que eu usava o Office pirata, sempre dependia daqueles serviços KMS que emulava algo como um “serviço de ativação”, não por acaso, o Office era a versão Professional Plus (destinada a empresas). Daí, sempre dava algum problema nesse serviço, e precisava reativar (ou mesmo reinstalar após 6 meses). No entanto, não sei se agora mudou e o processo melhorou.

    2. Tbm não entendo esse burburinho todo. E vindo justamente de quem não é o público-alvo, como vc citou.
      Tipo, reclamar pelo o q exatamente?

      Não é como se a MS estivesse obrigatoriamente pedindo pra as pessoas instalarem. Ao meu ver seria tipo o novo “Wordpad” q eles mataram tem um tempo.

  7. Acho engraçado que toda versão “shitficada” de um serviço é testada primeiro na Índia. Primeiro foi o plano básico com anúncios da Netflix, agora esse da Microsoft com o Office.

    A régua de qualidade dos indianos é tão baixa assim pra eles aceitarem qualquer tranqueira?

      1. E onde muita gente fala inglês e tem… muita gente. Não me surpreenderia se os direitos do consumidor forem mais frouxos por lá, o que seria mais um incentivo para testar ideias malucas sem o risco de se enrolar com a Justiça de países ricos.