Importante lembrar que na criptografia de ponta a ponta — como o termo sugere — as duas pontas têm acesso livre ao conteúdo. Se uma das pontas faz backup descriptografado de conversas à nuvem, como fez o tenente-coronel Mauro Cid, as conversas podem ser acessadas por terceiros, como fez a Polícia Federal.

Não deve ter sido intencional, mas a insistência de Mauro Cid em usar o Signal para tratar de assuntos… “sensíveis”, poderia ter livrado o bando de produzir provas contra si mesmo. O Signal não faz backup na nuvem.

Mais uma vez, o backup salva (a democracia, neste caso). Via G1, O Globo.

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5 comentários

  1. E os milicos do governo Bolsonaro, sobretudo os de alta patente, queriam dar pitaco e se diziam grandes entendedores de criptografia AES-256.

    HUAHAUAHUAHAUAHAUHAUAHAUHA.

    Militares do EB, no que tange à tecnologia, ainda estão no século XIX.