Os 15 jornalistas e youtubers obcecados em usar o iPad como se fosse um notebook devem estar frustrados com a Apple. Havia a expectativa (nutrida por eles) de que o anúncio antecipado do iPad Pro com tela OLED, em maio, seria “complementado” com novos recursos super poderosos guardados para o iPadOS 18.
E… não deu em nada.
O destaque da nova versão do iPadOS é um aplicativo de calculadora que faz contas de um jeito mais lento, mas mais legal — escrevendo com o Apple Pencil, se você tiver um.
Ipads pro São enormes desperdícios de potencial. Não custava nada a Apple habilitar algo como o dex lado a lado com o ipados. Gerenciar arquivo direito e outras coisas.
É impressionante o desperdício de um hardware com mais capacidade que muitos laptops atuais rodando um sistema operacional feito e pensado para dispositivos móveis.
E não há sequer um sinal de mudança nessa estratégia.
O iPAD é mágico para esses 15 jornalistas e youtubers e medíocre para o resto dos mortais.
Acho que é o contrário, sabe? O iPad funciona bem para todo mundo e segue sendo frustrante para esses 15 jornalistas e youtubers. É que quem usa e está satisfeito não “grita” tanto na internet.
Falando por mim, eu gosto do jeito que o iPad funciona e a última coisa que desejo é ter uma cópia do notebook, só que com a tela sensível a toques.
A Apple já fez um monte de concessões para frear a ameaça potencial do Surface da Microsoft (suporte a mouse, teclados, hardware parrudo etc.), mas no fundo o iPad continua sendo… um iPad. E acho que é isso o que a maioria dos usuários buscam quando compram um.
Naquela minha última frase, eu pensei uma coisa e escrevi o contrário. Concordo contigo sobre quem realmente agrada.
Olha, como usuário de iPad como dispositivo principal ao invés do notebook, essa é uma das melhores análises que li. O iPad pode não ser o caminho mais rápido no sentido de produtividade. Algumas tarefas podem tomar mais tempo e praticamente tudo tem um caminho um pouco diferente para ser executado (afinal, não é um notebook). Mas, para mim, é tudo mais prazeroso (e mais fluido do que os notebooks baratos que temos a disposição – e com uma tela melhor e muito mais nítida).
Gosto de como o sistema aproveita bem a tela e o espaço da interface.
Abrir o Gmail num navegador maximizado no notebook e abrir o Mail, por exemplo…
Concordo que nesse dispositivo faz muito mais sentido o sistema que ele tem do que um macOS movido a toque.