Cerca de 50 empresas, universidades, órgãos de pesquisa e governamentais e fundações sem fins lucrativos se juntaram na AI Alliance, uma espécie de associação para a promoção de modelos de inteligência artificial de código aberto.

O grupo, que conta com alguns pesos-pesados, como Meta e IBM (que encabeçam a aliança), AMD, Oracle, NASA e CERN, parece uma tentativa de fazer frente às três notáveis ausências da lista que trabalham com IAs proprietárias: Google, Microsoft (que financia a OpenAI) e a própria OpenAI, que, apesar do nome, não tem nada de “open”.

Outra ausência notável para nós é a de uma representante brasileira entre os membros fundadores. Não tem.

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2 comentários

  1. Nenuma empresa/universidade da América Latina ou da África.

    O que não chega a ser uma surpresa, esses locais são vistos como “chão de fábrica” e “mão-de-obra barata” ainda. São raros (pra não inexistentes) os centros de pesquisa de empresas por aqui. E mesmo entre universidades, as únicas que realizam uma pesquisa, de forma heróica depois dos últimos 6 anos, são as universidades federais.

    IA é um mercado de pesquisa ainda. Principalmente a IA que estamos aceitando, baseado em transformers e LLMs. Não é por acaso que são os países “ocidentais” + 2 países proxy dos EUA.