Entrevista com Anita Krepp, da newsletter Cannabis Hoje

Qual é a sua newsletter?

Cannabis Hoje.

Fale um pouco de você, Anita.

Oiê! Eu sou a Anita, jornalista há 15 anos, cinco dos quais cobrindo cannabis e psicodélicos para a grande mídia (Forbes, Estadão, piauí, O Globo, Uol etc.) e também para o Cannabis Hoje (newsletter, insta e podcast) e para a revista Breeza. Sou fundadora e editora desses dois canais.

Como surgiu a ideia de lançar uma newsletter?

Foi a minha primeira ideia quando decidi cobrir cannabis e psicodélicos, porque é um jeito de lançar rapidamente um projeto que, no meu caso, deu super certo: cresceu muito para além da news.

Qual é o seu processo criativo para escrever uma nova edição?

Hoje eu escrevo em média três textos por semana, de modo que a news hoje é um compilado de tudo que publico no mês e mais uns bites exclusivos como artigo de patrocinadores.

Sua newsletter tem uma assinatura paga ou gera dinheiro de alguma outra forma?

Não.

Pretende transformá-la em negócio/tentar fazer dinheiro com ela no futuro?

Sim.

Como?

Não sei, viu.

Que dispositivo(s) você usa para escrever e gerenciar sua newsletter? (O Manual do Usuário é um blog de tecnologia, afinal 😁)

Tudo no Substack. Ahh, também tenho a versão da mesma news para o LinkedIn.

Quem você mais admira e gostaria que respondesse essas perguntas?

Todo aquele povo que você entrevistou no podcast :) E o André Carvalhal.

Deixe um recado aos leitores do Manual do Usuário:

Gracias por estar aqui nessa confraria de leitores incomuns e preciosos!

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3 comentários

  1. Acho que esse será meu primeiro comentário depois de muito tempo acompanhando o site.
    Usar o termo Cannabis para se referir a Maconha é uma das tantas tentativas de desvincular toda a História em torno da planta. Usar o tal termo passa a sensação de que Cannabis é cool e Maconha é bad, por favor, vamos tratar as coisas como elas são. A tentativa de sempre embranquecer as coisas, apagar legado, faz parte de uma tática que não é tão nova no mundo. Abraços!

    1. Legal, Roger, essa é a sua experiência. Na minha, que vivo em Barcelona e falo para audiências em português, inglês e espanhol, escolho usar cannabis porque é como a maconha é conhecida no mundo todo ;) Menos cagação de regras e mais compreensão 🙏🏽