Do narrar para viver ao viver para narrar

As celebridades nascidas na internet que movem multidões compõem a fase mais recente do sistema de idolatria nascido no início do século XX com o cinema hollywoodiano. No momento em que todos dispomos das mesmas ferramentas que os famosos usam para se tornarem e manterem famosos, há uma inversão no discurso público: do narrar para viver ao viver para narrar. Ouça o Tecnocracia desta semana:

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A improvável aliança entre os bilionários do Vale do Silício e Eduardo Suplicy sobre o futuro do trabalho

Eduardo Suplicy e o Vale do Silício veem na renda básica universal a saída para mitigar os estragos da inteligência artificial no mercado de trabalho, mas a solução não é tão simples quanto parece. Ouça o Tecnocracia desta semana:

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Os bancos estão sob ameaça, mas não pelas fintechs que você imagina

Um grupo de mídia e uma startup com experiência em pagamentos conseguiram, nos últimos anos, fazer Itaú e Bradesco suarem a camisa no aquecido mercado de adquirência — o das maquininhas de cartão —, mas os dois maiores bancos privados do Brasil reagiram e podem, no final, saírem fortalecido do embate violento com as fintechs. Ouça o Tecnocracia desta semana:

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Os apps de transporte criaram uma dinâmica de trabalho de Robin Hood ao contrário

No LinkedIn, discursos motivacionais de que “basta querer” e que o trabalho duro é a única variável do sucesso conquistam curtidas, viralizam. Na vida real, as plataformas de transporte e delivery aceleraram a precarização do trabalho nos últimos anos, criando legiões de trabalhadores fragilizados e aumentando o abismo da desigualdade. Aquele hambúrguer de R$ 5 que você pede pelo app ou a corrida que te leva ao outro lado da cidade por R$ 10 ainda vão nos custar muito caro. Ouça o Tecnocracia desta semana:

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A rede social não está apenas fragmentando sua atenção, mas também te anestesiando para a vida

Tim Wu chama as empresas de tecnologia de “mercadores de atenção”. O nome é preciso, porque o que Facebook e similares fazem é potencializar ao extremo a fórmula das mídias sustentadas por publicidade à custa da nossa capacidade de concentração e, talvez mais importante, a de nos confrontarmos com os nossos medos e fraquezas. Romper esse ciclo é difícil, mas não é impossível. Ouça o Tecnocracia desta semana:

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