Pessoa de sexo não identificado, com cabelo roxo e pele azul, segurando uma xícara de café com vários ícones em alusão ao Manual do Usuário na fumaça e um celular na outra mão. Embaixo, o texto: “Apoie o Manual pelo preço de um cafezinho”.

WhatsApp duplica tamanho máximo de grupos para até 512 pessoas (mas ainda não no Brasil)

Em seu blog oficial, o WhatsApp informou que, agora, grupos podem ter até 512 pessoas, o dobro do limite anterior (256).

O recurso vem com um asterisco: a ampliação não será disponibilizada de imediato no Brasil, graças a um compromisso que o WhatsApp firmou com o TSE de não alterar características do produto até o fim das eleições de outubro.

O público brasileiro poderá usufruir das outras duas novidades: as reações e envios de arquivos maiores, de até 2 GB. Antes, o tamanho máximo permitido era 100 MB. Via Blog do WhatsApp.

Brasileiros usam “carteiraço da LGPD” para dar o troco em spam no WhatsApp

Brasileiros usam “carteiraço da LGPD” para dar o troco em spam no WhatsApp, por Gabriel Daros no Uol Tilt:

O programador porto-alegrense Fernando Dandrea, de 29 anos, não tem ideia de como seus dados foram parar na mão da imobiliária Urban Company. Mas, quando recebeu a mensagem de um vendedor no WhatsApp, ele sabia exatamente como reagir. Exigiu ser informado quem havia autorizado aquele contato. E arrematou: “Solicito saber nos termos da Lei 13.709, LGPD: como obtiveram os dados e quais são eles?”

O vendedor até tentou contornar, com respostas vagas, mas acabou pedindo desculpas e desaparecendo.

[…]

No artigo 18, a LGPD diz que o titular dos dados poderá a qualquer momento solicitar a eliminação dos dados pessoais coletados, mesmo que a coleta tenha sido feita com consentimento.

Segundo Bruno Bioni, diretor do Data Privacy Brasil, a prática do “carteiraço” é válida, e não depende da intermediação de uma outra instituição para a exigência destes dados.

Bolsonaro e MPF querem mexer no cronograma das comunidades do WhatsApp no Brasil

Na última quinta (14), a Meta anunciou uma grande atualização do WhatsApp: as comunidades, recurso que agrega grupos em HUBs e permite disparar mensagens para até ~2,5 mil pessoas de uma só vez.

A empresa reafirmou o compromisso feito ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de não alterar o funcionamento do WhatsApp até as eleições deste ano. No Brasil, as comunidades só chegarão depois de outubro, quando ocorre o pleito.

Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição presidencial, não gostou da exceção feita ao Brasil. “É inadmissível, inaceitável, e não vai ser cumprido”, disse em uma motociata em São Paulo, na sexta (15). No dia seguinte, o presidente disse que solicitaria uma reunião com o WhatsApp.

Do outro lado, o Ministério Público Federal (MPF) quer adiar ainda mais as comunidades do WhatsApp. Em um ofício do órgão enviado ao WhatsApp e obtido pela Reuters, o MPF sugeriu a possibilidade de deixar as comunidades no Brasil para 2023.

O MPF citou expressamente os eventos de 6 de janeiro de 2021 nos Estados Unidos, quando, incitada pelo então presidente norte-americano, o republicano Donald Trump, uma turba invadiu o Capitólio, causando ferimentos e mortes.

O WhatsApp tem dez dias para responder o questionamento do MPF.

Em nota à Reuters, o WhatsApp esclareceu que a decisão de congelar novas funcionalidades antes do fim das eleições brasileiras de 2022 não é fruto de um acordo com o TSE, mas sim uma iniciativa da empresa. Via LABS News, O Globo.

WhatsApp anuncia comunidades e outros novos recursos

Quatro prints de comunidades distintas no WhatsApp, com imagens e grupos diferentes em cada um.
Imagem: WhatsApp/Divulgação.

O WhatsApp oficializou nesta quinta (14) o recurso de Comunidade. Segundo a empresa, as comunidades “permitirão uma melhor organização de grupos separados sob um ‘guarda-chuva’ principal com uma estrutura que funcione para as pessoas”.

A maneira mais fácil de entender as Comunidades é como se fosse um “grupo de grupos”: numa mesma tela, grupos relacionados poderão ser reunidos e administrados pelas mesmas pessoas. (Veja a imagem acima.)

O WhatsApp honrará a promessa feita ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e não lançará as comunidades no Brasil, nem na fase de testes, até o final de outubro deste ano.

O WhatsApp confirmou uma série de pequenas novidades que já vinham sendo testadas e que funcionarão independentemente das comunidades: reações, exclusão de posts pelos administradores de grupos, compartilhamento de arquivos de até 2 GB e chamadas de voz em grupos de até 32 pessoas. Via WhatsApp, @zuck/Facebook (em inglês).

Na Argentina, WhatsApp aumenta tamanho para envio de arquivos de 100 MB para 2 GB

Na Argentina, ainda em fase de testes, o WhatsApp aumentou o tamanho máximo de arquivos que podem ser enviados pelos usuários — de 100 MB para 2 GB. (Não por coincidência, o novo limite é o mesmo existente no Telegram.)

Por ora, usuários argentinos podem enviar arquivos grandes entre si e para pessoas de outros países. Se tudo correr bem, como é de praxe, o novo teto para arquivos será estendido a fotos e vídeos e aos usuários no resto do mundo. Via La Nacion (em espanhol).

O risco de se usar o WhatsApp GB e outros aplicativos piratas

Vez ou outra, o WhatsApp GB, uma variante pirata/alternativa do aplicativo oficial do WhatsApp para Android, volta ao noticiário pelo risco que ensejam de banimento temporário da conta do usuário. Via Núcleo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1.

O assunto não é novo. Pelo menos desde 2018 já havia alertas relacionados ao WhatsApp GB, ou GBWhatsApp. E, antes disso, de outros aplicativos similares, como WhatsApp Plus e WhatsApp Holo.

O WhatsApp GB oferece “super poderes”, como ver mensagens e status apagados pelos remetentes, e alguns recursos menos polêmicos, mas inexistentes no aplicativo oficial, como temas visuais diferentes.

O problema é que o WhatsApp/Meta proíbe o uso de aplicativos alternativos para acessar a rede do WhatsApp e ameaça com suspensão aqueles que se arriscam a usá-lo. Deve ser uma dor de cabeça tão frequente que o WhatsApp GB é citado nominalmente na documentação do aplicativo a respeito de banimentos temporários.

Além do risco no uso, a obtenção do WhatsApp GB também é perigosa. O aplicativo não está disponível na Play Store, ou seja, é preciso baixá-lo de sites desconhecidos. Numa dessas, a pessoa interessada pode dar o azar e instalar um aplicativo adulterado/malicioso no celular.

Por tudo isso, e por mais tentador que sejam os recursos exclusivos do WhatsApp GB e de outros aplicativos alternativos, fica o conselho: evite-os.

Com problemas, novo WhatsApp Web está irritando usuários

Por muito tempo, usuários do WhatsApp Web reclamaram da obrigatoriedade de se manter o celular ligado e conectado para conversarem pelo computador. No final de 2021, o WhatsApp liberou uma atualização que dispensava o celular, mas que gerou outros tipos de problemas — piores que o antigo.

O problema é que a mágica ainda está meio capenga. A Naná DeLuca reuniu algumas reclamações típicas do novo WhatsApp Web na Folha de S.Paulo, como a demora para carregar as mensagens ao abri-lo, as mensagens que demoram a aparecer ou nem aparecem e recursos que parecem não funcionar bem, como a prévia de links.

Em nota ao jornal paulista, o WhatsApp disse que está “trabalhando em melhorias para tornar a experiência mais rápida e confiável nesses aparelhos.”

Cuidado com o que desejas… Via Folha de S. Paulo.

“As eleições brasileiras são as mais importantes do mundo para a gente”, diz WhatsApp

“As eleições brasileiras são as mais importantes do mundo para a gente”, diz [Dario Durigan, head de políticas públicas do] WhatsApp, por Bruno Romani no Estadão:

“Os números da plataforma mostram que houve uma redução importante de viralidade. Outras pesquisas mostram que há um amadurecimento de usuários na forma de usar o WhatsApp. Então, há uma percepção crescente de ceticismo dos usuários com relação às mensagens que são mais encaminhadas ou que têm alguma indicação de mensagem viral. Isso tem sido apontado: o WhatsApp faz campanha para não compartilhar qualquer mensagem. Dentro disso, há uma série de iniciativas. Antes de 2020, havia um botão de atalho para encaminhar mensagens. Esse botão saiu e agora tem uma lupa para pesquisa na internet. É o incentivo reverso para que o usuário cheque a informação. Com os alertas e parceiros, como o TSE e checadores de fatos, há amadurecimento cultural e de uso da plataforma.”

WhatsApp vai à Justiça no Brasil contra disparos em massa

Em 2019, o WhatsApp conseguiu uma importante vitória no Brasil: a resolução 23.610 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu disparos em massa de cunho político em aplicativos de mensagens. Agora, o WhatsApp quer estender essa proibição legal a todos os segmentos.

O Jota listou uma série de ações movidas pelo WhatsApp na Justiça brasileira contra empresas que oferecem o serviço, e em várias delas obteve liminares favoráveis. A acusação do WhatsApp é de que essas empresas fazem uso indevido da sua marca e violam seus termos de uso, que proíbem disparos em massa.

Apesar dos bons resultados na via judicial, o WhatsApp quer tornar lei tal proibição. O tema consta no polêmico PL das fake news, mas, por ora, cobre apenas o uso político de ferramentas de disparo em massa. Via Jota.

TSE e plataformas digitais firmam acordo para combater desinformação nas eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) firmou parcerias com as principais plataformas digitais que atuam no Brasil para combater a desinformação nas eleições gerais de outubro: Facebook (e Instagram), Google (e YouTube), Kwai, TikTok, Twitter e WhatsApp.

A ausência notável no rol de plataformas foi o Telegram, que continua ignorando o TSE e outras autoridades brasileiras. Via justicaeleitoral/YouTube.

WhatsApp terá diretor no Brasil pela primeira vez

O WhatsApp anunciou Guilherme Horn como seu primeiro diretor no Brasil. O executivo tem décadas de experiência no setor financeiro. Foi sócio das corretoras Ágora e Órama, diretor da Accenture e até há pouco era diretor de inovação do banco BV. Também investe e faz mentoria com startups.

O foco de Guilherme, segundo o WhatsApp, será fortalecer o relacionamento do aplicativo com empresas que usam o WhatsApp Business e outras soluções para fazerem negócios na plataforma. Guilherme Horn assume o cargo em março.

Em agosto de 2019, o Facebook contratou o chileno Pablo Bello como diretor de políticas públicas para aplicativos de mensagens na América Latina, relacionado ao WhatsApp e Messenger. Como não era alguém ligado exclusivamente ao WhatsApp, Pablo não era considerado representante legal do aplicativo no país, segundo apurou, à época, a Folha de S.Paulo. Via Brazil Journal, Folha de S.Paulo (2).

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