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Ouça a Wikipédia

Abra este site e aumente o volume. Ele toca um barulhinho toda vez que alguém edita a Wikipédia. O ritmo da versão portuguesa é lento; em uma mais ativa, como a inglesa, as edições formam uma melodia. Visualmente, bolhas coloridas indicam o tamanho da edição e outras características. O código-fonte está no GitHub.

A última atualização do Flash

A Adobe publicou, nesta terça (8), a última atualização do Flash Player, o formato que, em algum momento dos anos 2000, foi a promessa de futuro da web. (Aí o iPhone apareceu, ignorou o Flash e o resto é história.) O suporte ao Flash termina no próximo dia 31 e, a partir de 12 de janeiro, a Adobe bloqueará a execução de conteúdo em Flash. A empresa “recomenda fortemente que todos os usuários desinstalem o Flash Player imediatamente para ajudar na proteção de seus sistemas.” Via Adobe (em inglês).

Remova partes fixas no layout de sites com o Kill Sticky

Alguns sites usam cabeçalhos e/ou rodapés fixos, ou seja, que permanecem visíveis quando o usuário rola a página. Ainda não encontrei uma aplicação boa desse recurso — sempre me incomoda, em parte porque raramente funciona bem.

Para páginas longas, que demandam muitos minutos a serem lidas, tenho à mão o bookmarklet Kill Sticky. Com um clique, ele remove todas as partes fixas de uma página naquela sessão. A instalação é simples — basta arrastar o botão/atalho para a barra de favoritos do navegador — e ele funciona em qualquer navegador. Quando precisar, basta um clique e problema resolvido. Veja o vídeo acima para entender melhor.

Google não exigirá mais AMP para destacar resultados na busca

Pressão funciona? Sem alarde, o Google anunciou recentemente que a partir de maio de 2021 deixará de privilegiar a páginas AMP nos resultados da busca. “Toda página que estiver de acordo com as Políticas de conteúdo do Google Notícias será qualificada, e priorizaremos páginas com ótima experiência, implementadas usando AMP ou qualquer outra tecnologia da Web, conforme classificamos os resultados”, diz o anúncio.

AMP, ou Accelerated Mobile Pages, é um padrão criado pelo Google que limita os tipos de código que um site pode usar na construção de páginas e passa todas elas pelo cache do Google, o que gera acessos quase instantâneos. (Se estiver com tempo, leia este ensaio maravilhoso para entender o problema.) Até agora, apenas páginas AMP apareciam naqueles carrosséis de notícias nos resultados do Google, uma medida controversa e que tem cheiro, aparência e gosto de anticompetitiva. Via Google.

Consentindo com a coleta de dados do Yahoo

Sempre que acesso um site estranho e aquele popup pedindo meu consentimento para coletar dados é apresentado, dou uma vasculhada à procura de links e botões para negar a coleta. Nem todos têm isso, mas alguns sim, e é sempre um choque perceber que um site qualquer, às vezes aparentemente inofensivo, é capaz de sugar uma tonelada de dados de um simples acesso.

Ontem caí em um link do Yahoo e fui surpreendido pela página de consentimento mais longa que já vi até agora. São centenas de empresas “urubuzando” a minha singela tentativa de ler uma notícia no site do Yahoo. Veja o vídeo acima; a essa altura, virou uma piada sem graça. Não é possível que isso seja sustentável ou economicamente saudável. O Yahoo é uma propriedade da operadora norte-americana Verizon.

Traga de volta o botão “Ver imagem” no Google Imagens

Como parte de um acordo com o Getty Images, o Google removeu o botão “Ver imagem” dos resultados da pesquisa por imagens. Agora, é preciso visitar o site que hospeda a imagem antes de ter acesso a ela.

O argumento do Getty Images era de que o recurso facilitava a pirataria de imagens protegidas por direitos autorais. Há sentido nele, mas o remédio acabou sendo mais forte que o necessário, já que ele afeta partes que não são suscetíveis à pirataria, como quem distribui imagens de domínio público.

Uma maneira de reverter essa mudança, pelo menos em computadores, é instalando a extensão View Image (Chrome, Firefox). Ela restaura o botão “Ver imagem”. Outra é usar um buscador alternativo, como o DuckDuckGo ou o Bing.

Google, pare de tentar arruinar o e-mail

Se você tivesse uma máquina do tempo, voltasse dez anos atrás e acessasse a internet de lá, veria uma rede um tanto diferente. Poucas coisas são resilientes em um meio em que a única constante é que as coisas mudam o tempo todo. O e-mail é uma das poucas exceções que confirmam essa regra.

O criador da web está preocupado com ela

Tim Berners-Lee, o britânico que concebeu a web, o fez com a ideia de que ela seria uma “plataforma aberta que permite a qualquer um compartilhar informações, ter acesso a oportunidades e colaborar para além das fronteiras geográficas”.

Em matéria no Guardian, ele critica o estado atual da web. Diz que “o sistema está falhando” porque “a maneira como o faturamento por anúncios funciona através de clickbait não está cumprindo a meta de ajudar a humanidade a promover a verdade e a democracia”. A crítica recai aos porteiros da informação — Facebook e Google, principalmente. Ele também defende a neutralidade da rede.

“Estamos tão acostumados a esses sistemas sendo manipulados que as pessoas simplesmente acham que é assim que a internet funciona. Precisamos pensar em como ela deveria ser”, disse. Vale toda a leitura (em inglês).

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