Byte, o sucessor espiritual do Vine chegou

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Por um breve período no início da última década e contrariando qualquer lógica, uma rede social que só permitia a publicação de vídeos com no máximo seis segundos de duração não só existiu, como fez algum barulho. Era o Vine. Comprado pelo Twitter em 2013, no auge da sua popularidade e por motivos burocratas que só os executivos do Twitter poderiam explicar, o Vine foi encerrado, abrindo espaço para que três anos mais tarde o chinês TikTok conquistasse o Ocidente e um rombo no coração de Dom Hofmann, um dos inconformados criadores do Vine.

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Como consumimos vídeo online, segundo a Adobe

No início de junho a Adobe divulgou um relatório sobre consumo de vídeo online. Ele se baseia em números massivos: 201 bilhões de vídeos começados e 285 bilhões de autenticações em mais de 300 apps do tipo TV Everywhere, obtidos anonimamente via Adobe Analytics e Primetime.

A apresentação, acima, está recheada de dados interessantes, mas três chamam a minha atenção.

  1. A dominação da Apple. Quase um em cada quatro vídeos exibidos (24%) no primeiro trimestre de 2015 teve origem num dispositivo da empresa.
  2. Tablet. A frequência de vídeos vistos em tablets se igualou à de desktops (embora esse ainda ganhe em vídeos longos). Do relatório: “Na medida em que os dispositivos se tornam cada vez mais especializados, parece que um grande caso de uso para o tablet é atividades derivadas de lazer como consumo de vídeo.”
  3. Crescimento do conceito de “TV Everywhere,” ou seja, vídeo por streaming autenticado. Em relação ao ano passado, foi de 282%, puxado por dispositivos Apple e set-top boxes e sticks, como Apple TV e Roku.
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