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A SoftBank colocou os unicórnios em coma e o coronavírus desligou os aparelhos

No basquete, há uma expressão chamada “heat check”. A Luciana Gimenez vai explicar para você. (Seria ótimo se agora entrasse a Luciana real explicando, mas eu não tenho contatos na high society, então quem vai ter que explicar o que é sou eu.) Basicamente, o “heat check” é quando um jogador percebe que está num daqueles dias em que tudo dá certo e vai checando o quanto a mão está quente (por isso “checagem de calor”). Arremessar uma bola num aro distante não é fácil. Na linha de três pontos, é ainda pior. Mesmo com anos de treino e seguidas horas diárias repetindo o movimento dos braços e das mãos, os melhores arremessadores têm uma média próxima a 50% de acertos de bolas de três, ou seja, a cada dois arremessos, um entra. A média de todos os jogadores está quase em 30%.

Um dos atletas com mais momentos de “heat check” na NBA se chama Klay Thompson e ainda joga — quer dizer, ele sofreu uma lesão horrenda em 2019 e só deverá voltar às quadras no fim do ano. Um dos maiores “heat checks” do Klay aconteceu em 12 de maio de 2016, quando o time dele, o Golden State Warriors, jogava contra o Indiana Pacers na Califórnia. De qualquer lugar que ele arremessasse a bola caía. Em 29 minutos em quadra (vamos lembrar que jogo de basquete são 4 tempos de 12 minutos, num total, claro, de 48 minutos), Klay Thompson fez 60 pontos. Chegou um momento da noite em que a torcida sabia que a bola que saísse das mãos dele ia entrar. Era o clássico dia em que tudo dá certo. Por mais que você treine, ainda assim um dia ruim pode impactar sua habilidade de executar o que você vem treinando sua vida toda para.

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Na era da auto-exposição exagerada, silêncio não significa incompetência

Este Tecnocracia vai contar três histórias diferentes que, à primeira vista, não têm relação entre si. No fim a gente amarra.

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Um rolê de Buser, a “Uber dos ônibus” que não é exatamente como a Uber

O conceito de economia colaborativa ou compartilhada já está bem difundido. Quando menos popular, a maneira mais fácil de explicá-lo era com uma analogia: “tipo a Uber”. A empresa de caronas por aplicativo se tornou paradigma para outras tantas que lhe sucederam e é, até hoje, usada por palestrantes e empreendedores de inovação paradoxalmente parados no tempo.

Nem todas as startups “tipo a Uber” são… tipo a Uber. No Carnaval, experimentei uma dessas: a Buser, uma plataforma que conecta passageiros interessados em fretar um ônibus com um destino comum. Tipo um Uber de ônibus? Quase isso.

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A matemática dos unicórnios

Foi-se o tempo em que unicórnio era apenas o ser mitológico, aquele cavalo com chifre e poderes mágicos dos livros de fantasia. Desde 2013, o termo se desdobra para designar as startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. O clube dos unicórnios vem crescendo e, a partir de 2018, passou a contar com membros brasileiros. O que nos leva a questionar a matemática por trás dos “valuations”, ou o valor de mercado de uma empresa. Quais contas precisam ser feitas para que uma startup se autodeclare unicórnio?

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Startups e fundos se comprometem com a Arábia Saudita; Mastodon e WT:Social: as redes alternativas da vez

No Guia Prático de hoje, Rodrigo Ghedin e os amigos do Gizmodo, Guilherme Tagiaroli e Giovanni Santa Rosa, falam do papel cada vez maior da Arábia Saudita no financiamento das startups e fundos de tecnologia, uma tentativa de diversificar a enorme riqueza extraída das suas reservas de petróleo. A relação é controversa; enquanto startups e empresas de tecnologia prometem salvar o mundo, são financiadas por um regime que manda esquartejar jornalistas, decapita pessoas em praça pública e restringe direitos às mulheres.

No segundo bloco, falamos de Mastodon e WT:Social, novas redes sociais que despontam como alternativas às comerciais, em especial ao Facebook. Parece que todo ano pelo menos uma nova surge com a mesma promessa. Desta vez será diferente? E por que é tão difícil estabelecer uma alternativa às redes comerciais?

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A incrível estupidez da geração que glamourizou o excesso de trabalho

Existe um mito na física chamado “máquina do movimento perpétuo”. Uma máquina do movimento perpétuo seria capaz de, após começar, criar sem ajuda externa uma quantidade de energia suficiente não apenas para garantir seu funcionamento, mas também para fornecer o extra para consumo externo. Em outras palavras: uma fonte de energia infinita que não precisa de nenhum estímulo além daquele no começo.

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