Smartphones da Lei do Bem: HiSense no Brasil e Xperia Z3+ (?) no meio

A Lei do Bem, na verdade um decreto de 2005 com emendas importantes aprovadas em 2012, desonera de PIS/PASEP e Cofins algumas categorias de produtos produzidos e vendidos no varejo nacional. Entre eles, smartphones.

Existem algumas exigências, como ter a fabricação local, custar menos de R$ 1.500 ao consumidor final e trazer um punhado de apps nacionais pré-instalados ou com atalhos para download. Então, as fabricantes interessadas no abatimento submetem essa lista ao Ministério das Comunicações que, depois de analisá-la, publica em seu site os produtos aprovados.

Semana passada saiu mais uma rodada, como observou o Pinguins Móveis. E tem duas coisas bem curiosas nela. Continue lendo “Smartphones da Lei do Bem: HiSense no Brasil e Xperia Z3+ (?) no meio”

Sony anuncia Xperia Z3+, o Xperia Z4 fora do Japão

No começo do mês a Sony lançou, apenas no Japão, o Xperia Z4. Ele é tão parecido com o smartphone anterior, o Xperia Z3, que os mais desatentos talvez não consigam diferenciá-los. Agora, a empresa anunciou que no resto do mundo o Z4 se chamará Xperia Z3+. Faz mais sentido, né?

O que muda no Z3+ em relação ao Z3: Continue lendo “Sony anuncia Xperia Z3+, o Xperia Z4 fora do Japão”

[Review] Xperia E4, o smartphone escorregadio, porém competente da Sony

Depois de passarmos por uma fase de smartphones muito baratos, as fabricantes, pelo menos as maiores, parecem estar revertendo a estratégia e reposicionando seus aparelhos de entrada em faixas ligeiramente mais altas. É o caso do Xperia E4, o novo baixo custo da Sony.

Esse movimento de subida é compreensível (leia-se dólar a +R$ 3). Mesmo quando o aparelho é montado no Brasil, caso desse, os componentes ainda vêm de fora e há custos embutidos também pagos em dólar. Isso talvez explique o acréscimo de R$ 100 no preço de lançamento do Xperia E4 em relação ao E1, lançado há um ano, e ao E3, de outubro do ano passado. (Não sei o motivo, mas não existiu um “Xperia E2”.)

O Xperia E1, aliás, passou por aqui e foi uma grata surpresa. Hoje é fácil encontrá-lo por menos de R$ 300 no varejo, valor que lhe empresta um custo-benefício bem bom. Mas e o Xperia E4? O que mudou entre em três gerações, distantes apenas um ano no tempo? Algumas coisas importantes. Vamos a elas. Continue lendo “[Review] Xperia E4, o smartphone escorregadio, porém competente da Sony”

Meu celular não liga! Traga-o de volta forçando uma reinicialização

Estou testando um Xperia E4 e, logo no primeiro dia, tive um problema chato com ele: não ligava. Estava com bateria e o LED de notificações piscava esporadicamente, mas não ligava mais. Passei pelo mesmo perrengue quando testei o Xperia Z1, o que me leva a concluir que esse talvez seja um problema mais corriqueiro nos smartphones da Sony. Saiba como resolvê-lo.

Antes, um adendo: embora pareça mais frequente com aparelhos dessa marca, não é algo exclusivo dela. Todo smartphone está suscetível a congelar, travar… enfim, a se comportar mal. Antigamente, quando algo assim acontecia bastava remover a bateria e recolocá-la. Hoje, com quase todas seladas, não removíveis, o que muda com esses travamentos críticos é a forma de resolvê-los. Trata-se, pois, de um problema antigo com uma nova solução devido às circunstâncias. Continue lendo “Meu celular não liga! Traga-o de volta forçando uma reinicialização”

Smartphones à prova d’água, o legado de 2014

Água e eletrônicos, regra geral, não combinam. Se você alguma vez, por descuido no banheiro ou alguma brincadeira à beira da piscina deixou seu smartphone mergulhar em H2O ou outro líquido qualquer, é bem provável que aquele tenha sido um salto fatal. Felizmente, a grande tendência entre os smartphones em 2014 torna essas tragédias coisas do passado: os modelos à prova d’água vieram para ficar. Continue lendo “Smartphones à prova d’água, o legado de 2014”

O que importa: números enormes ou experiência de uso?

Quando se fala em gadgets, especificações costumam tomar um pedaço do debate. Antigamente isso fazia algum sentido: com processadores, memórias e outros elementos não tão avançados, qualquer ganho era importante. Hoje? Não mais. O iPhone está aí para provar: tem 1 GB de RAM e usa um SoC com processador dual core rodando a 1,3 GHz e, ainda assim, não sofre com problemas de desempenho. Pelo contrário. O diabo é enfiar isso na cabeça do consumidor.

O novo Moto X é um exemplo de reação a essa sede por números. O original, do ano passado, tinha um Snapdragon S4 Pro enquanto todos os demais eram lançados com a versão 800. Ainda que, por dentro, ambos fossem muito parecidos, a menção a “S4” criou um bloqueio em boa parte dos consumidores em potencial, aquela consciente desses nomes. Alguns sites “especializados” entraram na onda e colocaram o Moto X no segmento intermediário, mesmo ele oferecendo uma experiência de uso melhor que os topos de linha incontestáveis.

O mesmo vale para a tela. A do antigo, de 4,7 polegadas com resolução de 720p, era um “sweet spot”: grande o bastante para ver vídeos e jogar com conforto, pequena para não sacrificar portabilidade e uso com uma mão. Continue lendo “O que importa: números enormes ou experiência de uso?”

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