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Plataformização das newsletters / Falando do Clubhouse no Clubhouse

Apoie o Manual do Usuário: https://manualdousuario.net/apoie/ Calendário imprimível de 2021: https://manualdousuario.net/calendario-imprimivel-2021/ No programa de hoje, Rodrigo Ghedin e Jacqueline Lafloufa começam falando de newsletters, ou da reinvenção das newsletters capitaneada pelo Substack. Ao focar em escritores e jornalistas, a startup norte-americano criou um novo segmento dentro de um antigo, quase consolidado — o das newsletters. […]

Uma alternativa gratuita e sem burocracia ao Canva

O Canva é um queridinho de quem precisa fazer artes gráficas rapidamente e não quer ou não consegue lidar com ferramentas mais complexas, como o Photoshop. Recentemente, descobri o Polotno Studio, que pode ser descrito como um Canva mais descomplicado, já que dispensa logins, contas e outras burocracias.

O Polotno é gratuito e não exibe anúncios. Parece uma oferta boa demais, certo? Sim, mas há uma explicação, dada pelo seu criador, Anton Lavrenov, no Product Hunt. Ele desenvolve e comercializa um SDK do Polotno, um código que permite a outros desenvolvedores e empresas criarem soluções parecidas com o Canva. Assim, o Polotno Studio “é uma demonstração sofisticada do que se pode fazer com o Polotno SDK,” diz Anton.

Block Party, um serviço anti-assédio para o Twitter

A Block Party é uma startup que cria soluções para combater assédio e ondas de ataques na internet. O primeiro produto deles é um filtro para o Twitter. Depois de ativado e configurado, ele pesca todas as respostas que se encaixem nos filtros e as coloca em uma tela de triagem, onde o usuário pode bloquear o perfil que as enviou, mantê-lo mudo ou, caso tenha sido um falso-negativo, liberá-lo. Um toque legal é que essa triagem pode ser compartilhada com um terceiro (amigo, cônjuge, assistente).

A startup foi criada por Tracy Chou, uma mulher, ela própria vítima de ondas de ataque no Twitter. “Alguns fundadores dizer ser apaixonados por aquilo em que eles trabalham. Para mim, uma palavra melhor talvez seja desespero,” diz ela. “Abusos online viraram minha vida de ponta cabeça tantas vezes e mudou completamente a maneira que eu vivo. Apesar do seu terrível alcance, parece que ninguém está realmente tentando resolver esse problema.”

O acesso depende de uma lista de espera que é processada manualmente ou pode ser comprado por US$ 8. A dificuldade, diz a Block Party, é uma medida anti-troll. Outra saída é receber um convite de alguém que já esteja usando o serviço.

Google e Apple banem app do Parler das suas lojas; Amazon poderá banir o site da AWS

Google e Apple removeram o aplicativo do Parler, uma rede social alternativa adotada por trumpistas, das suas respectivas lojas de apps. Ambas as empresas alegam que o Parler viola os termos de uso ao não coibir conteúdo ilegal e de incitação à violência. Via AxiosMacRumors (em inglês).

A Amazon, onde o Parler está hospedado, deu um ultimato à empresa. Se não adequarem seus termos de uso até a meia noite deste domingo, o site será banido da Amazon Web Services (AWS). John Matze, CEO do Parler, já admite que o site poderá ficar inacessível por vários dias até ser restaurado em outra hospedagem. Via Buzzfeed (em inglês).

Do nosso arquivo, de 2015, um passeio pelo Gab, outra rede social alternativa adotada por extremistas. O Gab nunca emplacou fora dos círculos próximo a Trump. Hoje, funciona como uma instância do Mastodon, mas quem acessa o Mastodon em outras instâncias bem administradas não corre o risco de topar com seu conteúdo — a maioria das instâncias e até mesmo apps do Mastodon bloqueiam a do Gab.

Contas automatizadas (robôs) serão identificadas no Twitter

No anúncio da retomada da verificação de perfis, o Twitter disse também que pretende identificar robôs, ou bots, perfis que postam automaticamente. Desde o ano passado, também segundo o anúncio, desenvolvedores têm que identificar contas do tipo; em 2021, o Twitter explorará “um novo tipo de conta opcional que tornará mais fácil para os donos desses perfis divulgarem essas informações.” Aparentemente, a identificação não será compulsória, mas dependerá da boa vontade dos criadores dos robôs, o que deve limitar a identificação àqueles criados de boa-fé. O ideal, como sugerido aqui há dois anos, seria uma identificação automática baseada em padrões de uso e postagem. Via Twitter.

Twitter encerrará Periscope em março de 2021

Se todas as Big Tech tivessem o histórico desastroso de aquisições do Twitter, não estariam hoje tão enroladas com os órgãos antitruste. Nesta terça (15), o Twitter anunciou que encerrará o Periscope em março de 2021, app para transmissões em vídeo ao vivo que comprou em 2015 e deixou à míngua desde então, no mesmo período em que outros contemporâneos, como o Twitch, deslancharam. O Twitter já havia falhado com outra aquisição promissora, o Vine, que era basicamente o que o TikTok é hoje. Via Periscope (em inglês).

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