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O pior computador para trabalhar em home office

A pandemia não dá sinais de arrefecimento no Brasil, mas um dia viraremos o jogo contra o coronavírus. Quando isso acontecer, espera-se que alguns hábitos criados por esse período tão difícil sejam mantidos. O home office é um dos candidatos mais fortes. Mesmo que os escritórios não sumam, a experiência que estamos tendo agora está […]

O notebook de sete telas

Literalmente um notebook com sete telas sobre uma mesa — duas frontais, duas em cada lado e uma pequena no apoio do pulso, perto do teclado.
Foto: Expanscape/Divulgação.

A Expanscape, uma empresa de Londres, criou o Aurora 7, um protótipo de notebook com sete telas. Não é um notebook com tela de sete polegadas, é um notebook que, ao ser aberto, revela sete — uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete — telas. É essa monstruosidade aí em cima.

No Hacker News, o criador do Aurora 7, nome do protótipo, explicou o que o motivou a desenvolver um notebook com sete telas. Resumidamente, ele precisava ficar de olho em múltiplos indicadores ao mesmo tempo. E para sua surpresa (e a nossa também!), disse que já há estúdios de cinema, nômades digitais e executivos de empresas interessados no modelo.

O novo MacBook Pro e o caso de pensar no futuro sem esquecer o presente

Desde que a Apple anunciou o novo MacBook Pro, um grande debate surgiu no âmago da comunidade mais fervorosa de usuários do produto. Desenvolvedores e outros profissionais que esperavam uma máquina mais poderosa e versátil se decepcionaram com o que foi apresentado. O futuro do computador profissional da Apple é menos “pro” que os disponíveis até então.

As principais queixas são em relação ao desempenho (limitado a 16 GB de RAM) e, principalmente, às portas e conexões — ou a falta delas. A versão de entrada, carente da nova Touch Bar, tem duas portas USB-C/Thunderbolt 3 e uma saída de áudio analógica (de 3,5 mm, a mesma removida do iPhone 7). As mais caras elevam o número de USB-C/Thunderbolt 3 para quatro.

Não há dúvida de que essa conexão é futuro, mas ainda não chegamos nele. Quem compra um MacBook Pro desses novos hoje, precisa necessariamente de um ou alguns adaptadores. É inevitável em qualquer período de adaptação, e nem é o ponto a se discutir. A questão é se essa investida não foi prematura. Manter uma porta USB tradicional ou o slot de cartões SD não tiraria o aspecto “forward thinking” do novo MacBook Pro e seria um facilitador de quem ainda depende deles — e é difícil imaginar alguém que já não dependa de nenhuma das conexões sacrificadas. Seria pensar no futuro sem esquecer do presente.

Não falemos da remoção do MagSafe ou do novo teclado. Soam como retrocessos.

Para fechar, dois links:

  • Um compilado de várias reações de desenvolvedores e jornalistas sobre o novo MacBook Pro. Não me lembro de uma revolta tão grande entre os usuários mais emotivos da marca.
  • Maciej Cegłowski invoca o espírito de Benjamin Button e escreve sobre o velho MacBook Pro como se ele fosse sucessor do novo. O pior? Faz sentido.

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