Três imagens de pessoas, sem mostrar o rosto, com roupas básicas/essenciais, com os escritos (um em cada imagem) “Esporte”, “Dia a dia” e “Underwear”. À direita, as frases “O básico que você precisa tem na Insider” e “Clique aqui e use o cupom de 12% off: MANUALDOUSUARIO12”.

Apple anuncia novo MacBook Air com chip M2

A Apple anunciou a nova geração do MacBook Air nesta segunda (6). É o primeiro computador da empresa com o chip M2. O novo notebook herda o visual do MacBook Pro de 2021 (incluindo o entalhe na tela, levemente maior), traz de volta o conector MagSafe, mantém duas portas USB-C/Thunberbolt e ganhou uma nova cor, “meia-noite” (azul escuro).

O novo MacBook Air será lançado nos Estados Unidos em julho, por preços a partir de US$ 1.199. No Brasil ainda não há data de lançamento, mas os preços já são conhecidos: começam em R$ 13,3 mil.

O MacBook Pro de 13 polegadas também ganhou o novo chip M2. E só — ele continua com o mesmo visual da era Intel, incluindo a Touch Bar. Via Apple (em inglês)

O que eu uso (2022)

O Manual do Usuário é reflexo da minha curiosidade e vivências. Por isso, os produtos e serviços de tecnologia que uso no dia a dia, para fazê-lo e para outros fins, têm um impacto considerável no site. Daí veio a ideia de fazer um raio-x anual do que estou usando, para dar mais contexto ao […]

Apple anuncia MacBook Pro com entalhe na tela e recursos de 2015

Foto de um MacBook Pro novo, aberto, de frente, mostrando o entalhe da tela.
Foto: Apple/Divulgação.

A Apple passou cinco anos dizendo que USB-C era o futuro e o único padrão de conexão de que as pessoas precisariam em notebooks “pro” para, agora pouco, anunciar nos novos MacBook Pro com HDMI, leitor de cartão SD e conector de energia MagSafe — quase igual o antigo MacBook Pro pré-2016; faltaram as conexões DisplayPort.

Os melhores MacBook Pro dos últimos cinco anos vinham com a Touchbar, uma tela horizontal no lugar das teclas F1–12, odiada por todos. Os novos MacBook Pro, anunciados há pouco, trazem de volta os botões F1–12. Físicos, de apertar, iguais aos do restante do teclado.

Errar faz parte, mas é doído aceitar quando o erro é evidente de cara.

A cereja do pudim é o entalhe na tela de um notebook. Algo me diz que a concorrência, que copiou o entalhe do iPhone X à exaustão, não seguirá essa moda. Não é como se empresas como Dell e Lenovo não conseguissem fazer bordas finas. E os novos MacBook Pro sequer têm Face ID para justificar tal atrocidade em suas telas. Via Apple (em inglês).

O MacBook Pro de 14″ começa em R$ 27 mil e o modelo de 16″, em R$ 33 mil.

Desmonte do notebook da Framework: nota 10 em reparabilidade

O Framework foi lançado (lá fora) e é tudo o que se esperava dele. O iFixit, publicação/loja que analisa a reparabilidade de eletrônicos comerciais, deu nota 10 ao notebook, algo raro. O mais legal é que ter tais características não fazem o Framework ser feio, grosso ou pesado, argumento comumente usado pela indústria para encher o interior desses produtos de cola e componentes soldados. É só falta de vontade e de priorizar o que realmente importa. Via iFixit/YouTube.

Uma combinação maravilhosa seria o notebook da Framework e o celular da Fairphone. Infelizmente, nenhum dos dois é vendido ou sequer enviado ao Brasil.

O pior computador para trabalhar em home office

A pandemia não dá sinais de arrefecimento no Brasil, mas um dia viraremos o jogo contra o coronavírus. Quando isso acontecer, espera-se que alguns hábitos criados por esse período tão difícil sejam mantidos. O home office é um dos candidatos mais fortes. Mesmo que os escritórios não sumam, a experiência que estamos tendo agora está […]

O notebook de sete telas

Literalmente um notebook com sete telas sobre uma mesa — duas frontais, duas em cada lado e uma pequena no apoio do pulso, perto do teclado.
Foto: Expanscape/Divulgação.

A Expanscape, uma empresa de Londres, criou o Aurora 7, um protótipo de notebook com sete telas. Não é um notebook com tela de sete polegadas, é um notebook que, ao ser aberto, revela sete — uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete — telas. É essa monstruosidade aí em cima.

No Hacker News, o criador do Aurora 7, nome do protótipo, explicou o que o motivou a desenvolver um notebook com sete telas. Resumidamente, ele precisava ficar de olho em múltiplos indicadores ao mesmo tempo. E para sua surpresa (e a nossa também!), disse que já há estúdios de cinema, nômades digitais e executivos de empresas interessados no modelo.

O novo MacBook Pro e o caso de pensar no futuro sem esquecer o presente

Desde que a Apple anunciou o novo MacBook Pro, um grande debate surgiu no âmago da comunidade mais fervorosa de usuários do produto. Desenvolvedores e outros profissionais que esperavam uma máquina mais poderosa e versátil se decepcionaram com o que foi apresentado. O futuro do computador profissional da Apple é menos “pro” que os disponíveis até então.

As principais queixas são em relação ao desempenho (limitado a 16 GB de RAM) e, principalmente, às portas e conexões — ou a falta delas. A versão de entrada, carente da nova Touch Bar, tem duas portas USB-C/Thunderbolt 3 e uma saída de áudio analógica (de 3,5 mm, a mesma removida do iPhone 7). As mais caras elevam o número de USB-C/Thunderbolt 3 para quatro.

Não há dúvida de que essa conexão é futuro, mas ainda não chegamos nele. Quem compra um MacBook Pro desses novos hoje, precisa necessariamente de um ou alguns adaptadores. É inevitável em qualquer período de adaptação, e nem é o ponto a se discutir. A questão é se essa investida não foi prematura. Manter uma porta USB tradicional ou o slot de cartões SD não tiraria o aspecto “forward thinking” do novo MacBook Pro e seria um facilitador de quem ainda depende deles — e é difícil imaginar alguém que já não dependa de nenhuma das conexões sacrificadas. Seria pensar no futuro sem esquecer do presente.

Não falemos da remoção do MagSafe ou do novo teclado. Soam como retrocessos.

Para fechar, dois links:

  • Um compilado de várias reações de desenvolvedores e jornalistas sobre o novo MacBook Pro. Não me lembro de uma revolta tão grande entre os usuários mais emotivos da marca.
  • Maciej Cegłowski invoca o espírito de Benjamin Button e escreve sobre o velho MacBook Pro como se ele fosse sucessor do novo. O pior? Faz sentido.

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