10 anos do Nokia N9

Mão segurando um Nokia N9, ligado, mostrando a grade de apps.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Cesar Cardoso lembrou hoje, na newsletter Pinguins Móveis, o décimo aniversário do Nokia N9, “talvez o ápice do design da Nokia clássica, um nível de polimento que não se encontra em outro telefone Linux”, nas palavras dele.

Em 2012, por breves dias, eu tive um N9. O MeeGo, nome do sistema operacional que o equipava e fruto de uma parceria entre Nokia e Intel, era diferente de todos os outros, com interface baseada em gestos, uma central de comunicação que englobava apps de mensagens e redes sociais e outras boas ideias, umas esquecidas, outras incorporadas pelos sistemas sobreviventes. O N9 foi, também, a prova viva de que é possível fazer celulares de plástico (policarboneto, que seja) elegantes e de alta qualidade e o último suspiro antes dos finlandeses abraçarem a Microsoft e pularem no precipício.

Acabei devolvendo a minha unidade porque ela tinha vindo com os botões de volume meio frouxos e porque, a despeito da qualidade do sistema, a situação dos apps da plataforma já era ruim e a tendência, que se confirmou, era só piorar. Fui para o Android da Samsung, que tinhas os apps, mas em troca de uma interface feia e deselegante. Do N9, sobraram estas poucas e mal tiradas fotos.

HMD Global lança Nokia 110 no Brasil por R$ 169

A HMD Global lançou, nesta quarta (10), o Nokia 110 no Brasil. O aparelho básico da marca é fabricado localmente e tem o preço sugerido de R$ 169. E sendo uma releitura do célebre Nokia 3310, claro que vem com o jogo da cobrinha. Mas atenção: o Nokia 110 com o sistema Nokia Series 30+, e não o KaiOS, como alguns sites publicaram. Na prática, isso significa que o celular não é compatível com apps populares, como o WhatsApp. Outros pontos negativos é que o Nokia 110 só funciona em redes 2G e chega ao Brasil apenas na cor preta. Via HMD Global.

Stephen Elop, em um gráfico

Nokia, Apple e Google, em um gráfico.
Smartphones distribuídos, por ano.

A Microsoft anunciou hoje a saída de alguns executivos como parte de um “alinhamento de engenharia,” entre eles o controverso Stephen Elop, até então VP de dispositivos e serviços da empresa. Para quem não ligou o nome à pessoa, Elop era CEO da Nokia quando essa fechou com o Windows Phone e, posteriormente, vendeu a divisão de dispositivos móveis à Microsoft. Continue lendo “Stephen Elop, em um gráfico”

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