O que tem na sua mochila, Luiza Terpins?

Foto da Luiza Terpins.

Luiza Terpins é jornalista e trabalha na revista de bordo da GOL, feita pela Editora Trip. Viaja bastante para escrever matérias de turismo, comportamento e negócios. Também faz parte do time de organização do Startup Weekend São Paulo e da ZeroOnze, comunidade de startups da capital paulista. De uns tempos para cá, começou a se aventurar no Medium, onde escreve principalmente sobre empreendedorismo, um de seus assuntos favoritos.

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O que nossas mochilas e mesas de trabalho contam sobre nós?

Este texto foi publicado originalmente no PapodeHomem com o intuito de apresentar as seções de mochilas e mesas do trabalho a um público mais amplo. Com a ida do Manual do Usuário para a Gazeta do Povo, achei que ele seria uma boa maneira de apresentá-las aos novos leitores vindos do jornal e de convidar todos a mandarem suas mochilas e mesas para a seção. Obrigado!


Quando criei o Manual do Usuário, disse a mim mesmo e aos leitores que se tratava de um site de conteúdo sobre tecnologia. Olhando em retrospecto, parece-me, hoje, uma descrição equivocada. Sendo mais preciso, ele é um site que discute comportamentos e os impactos sociais desencadeados pela tecnologia. Isso vale muito para o macro (como apps como o Uber mudam a dinâmica das cidades?), mas também para o micro, para o individual (como as redes sociais se relacionam com a solidão?). Frequentemente, ao deparar-me com uma pauta, a pergunta que me faço é: como isso ajudará ou fará o leitor refletir? Continue lendo “O que nossas mochilas e mesas de trabalho contam sobre nós?”

O que tem na sua mochila, Bruno Capelas?

Foto de Bruno Capelas.Bruno Capelas tem 25 anos e é formado em Jornalismo pela USP. É repórter do Link, a editoria de tecnologia do O Estado de S. Paulo, e apresentador do Hyperlink, o recém-lançado podcast do Link. Nas horas vagas, escreve sobre música, hambúrgueres e programas de televisão infantis dos anos 90. Comprou um Switch, mas ainda não tem coragem de colocá-lo na mochila para jogar na CPTM.

    1. Mochila: acabei de substituir uma antiga, sem boas divisórias, por esta. Tem um espaço para notebook (que eu não uso normalmente em pautas, mas é útil quando preciso levar o aparelho do jornal ou até mesmo um livro) e áreas separadas que me ajudam bastante. É bem compacta – o que é ótimo para não me fazer carregar peso demais.
    2. Casaco: ferramenta básica de sobrevivência para quem mora em São Caetano e pega trem, metrô e ônibus todo dia. O casaco é um impermeável da Quechua e fica na mala até mesmo quando está sol, pois também serve como capa de chuva.
    3. Cachecol: foi feito por uma costureira aqui do bairro, e é meu companheiro de aventuras desde 2013.
    4. Caixinha de óculos: tenho hipermetropia, e levo a caixinha sempre comigo com lenços e aquele líquido para limpar lente. É útil também para limpar a lente da câmera do celular – hoje, uso um Asus Zenfone Selfie, que não esta na foto porque sempre está no meu bolso.
    5. Powerbank e adaptador de tomadas: parte importante do canivete suíço 2.0. Ambos foram ganhos em jabás.
    6. Fone de ouvido: é um Skullcandy Aviator. Um amigo ganhou de jabá e me deu, em 2014. Gosto muito dele porque é prático, dobrável e sempre cabe na mala, além de ter isolamento acústico que me ajuda a focar na leitura (no trem) ou nas matérias que escrevo no trabalho (às vezes, redações são ambientes deveras barulhentos). Já quebrei a ponta e os cabos várias vezes, e meu pai sempre remenda tudo.
    7. Bloquinho e estojo: ainda estou tentando me adaptar às notas no celular, mas na hora H, sempre o que me salva é essa dupla. Gosto desse modelo de moleskine maior, para ter mais espaço para anotações, tabelas e até rascunhos de infográficos.
    8. Guarda-chuva: ao lado do casaco e do cachecol, ajuda bem na rotina de quem anda de lá para cá em SP. Ainda que eu mais esqueça ele nos lugares do que exatamente use…
    9. Nécessaire: tem de tudo. De uma farmácia quase completa (Aspirina, Multigrip, Engov, e o onipresente Tandrilax) a escova de dente, pasta, cotonete e pastilha para a garganta. A gente nunca sabe quando vai chover e será impossível voltar pra São Caetano.
    10. Livro e sacola impermeável: já cansei de perder/estragar livros por conta de uma chuva na hora errada. A sacola da Livraria da Travessa, maltratada, foi a primeira que eu usei para guardar os livros — mantenho ela por estimação. Já o livro da vez é o As Upstarts, do Brad Stone. É um jornalista gringo que já escreveu sobre a Amazon (o ótimo A Loja de Tudo) e agora se debruça sobre Uber e Amazon. É uma leitura densa (estou na metade), mas ótima. Uma hora eu ainda me converto ao Kindle, mas a experiência do papel ainda me é muito satisfatória.
O que tem na mochila do Paulo Barba.
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Nota da editora 1: “Na mochila” é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o interior das bolsas e mochilas de leitores, colegas e amigos. Veja as outras mochilas já publicadas e mande a sua.

Nota da editora 2: o Guia Prático #135 está nas mãos de Joel Nascimento Jr. para a edição e logo mais aparece por aqui.

O que tem na sua mochila, Alessandro Junior?

Foto de Alessandro Junior.Alessandro Junior tem 20 anos, começou a escrever sobre tecnologia ainda adolescente por diversão e poucos foi pegando gosto. Apesar de ser apaixonado por jornalismo, decidiu cursar Comunicação e Multimeios na PUC-SP, para unir outras paixões e ampliar as possibilidades. Atualmente, é repórter do Gizmodo Brasil. No twitter é @alessandrofajr.

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O que tem na sua mochila, André Fogaça?

Foto de André Fogaça.

André Fogaça tem 30 anos, é formado em comunicação social com ênfase em Jornalismo e escreve sobre tecnologia desde 2010. Atual repórter e analista de produtos para o CanalTech, divide seu tempo entre carregar muito peso na mochila a cada evento ou apenas o celular em um bolso e a carteira em outro. O necessário até mesmo para trabalhar, quando está no bar.

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