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Spotify HiFi, com músicas de alta qualidade, chega até o fim de 2021

Até o fim do ano, o Spotify HiFi, plano com músicas em alta qualidade (ou “qualidade de CD”, ou ainda “lossless”, ou seja, sem perdas decorrentes da compressão de arquivos), estará disponível. O Spotify não divulgou preços nem em quais “mercados selecionados” o HiFi será disponibilizado, porém. Via Spotify (em inglês).

Embora o Spotify afirme que músicas de alta qualidade sejam o recurso mais pedido pelos usuários, considere que poucos ouvidos são capazes de perceber diferenças entre o padrão atual e as versões “lossless”, e que mesmo aos mais sensíveis é necessário um equipamento de ponta (leia-se: caro) para usufruir da experiência. Para quem quiser testar já, Tidal e Deezer oferecem planos do tipo.

Retrospectiva de retrospectivas / Como fazer um Natal remoto

Apoie o Manual do Usuário: https://manualdousuario.net/apoie/ Leia a edição 20#45: https://manualdousuario.net/20-45/ Canal do Manual do Usuário no YouTube: https://www.youtube.com/c/manualusuariobr Neste podcast, o penúltimo de 2020, Rodrigo Ghedin e Jacqueline Lafloufa começam com uma retrospectiva das retrospectivas — de Spotify e YouTube — para tentar entender como a pandemia afetou a maneira como consumimos conteúdo dessas […]

Combine.fm converte links de álbuns em apps de streaming

Você ouve música no Spotify e descobriu um álbum novo legal. Quer compartilhar com um amigo, mas ele usa o Apple Music. O que fazer? O Combine.fm, um pequeno site criado por Jonathan Cremin, “traduz” links de um serviço para os demais. Suporta Spotify, YouTube Music, Apple Music, Deezer e o (finado) Google Play Music, e, até onde vi, só funciona com álbuns.

Spotify permitirá que músicas sejam “impulsionadas” em seu algoritmo

O Spotify permitirá que artistas e gravadoras sinalizem músicas que gostariam que fossem mais recomendadas pelo algoritmo da plataforma. Parece muito com o impulsionamento de redes sociais, só que em vez de pagar, o artista/gravadora topa receber menos royalties do Spotify. (Lembremos que os royalties do Spotify e de outras plataformas de streaming já são baixos e fonte frequente de reclamações dos artistas.)

Já é palpável como o streaming mudou a maneira como ouvimos músicas de diferentes formas — da prevalência das playlists à duração das músicas (quanto mais curtas, melhor), até à pressão explícita para que artistas produzem mais e num ritmo constante. Como tudo sempre pode piorar, agora entra em cena um componente explicitamente financeiro. Via Spotify, Fader (em inglês).

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