A câmera do Moto X4 é defeituosa ou apenas ruim?

A Proteste, uma associação de defesa dos consumidores, notificou a Motorola devido a um suposto problema com a câmera frontal do Moto X4, smartphone lançado há pouco no Brasil pelo preço sugerido de R$ 1.699. De acordo com a associação, ela apresenta um defeito de funcionamento grave o suficiente para que o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor, que determina a substituição do produto ou restituição do valor pago, seja acionável. Continue lendo “A câmera do Moto X4 é defeituosa ou apenas ruim?”

Colorido e à prova d’água, novo Moto G tentará manter a coroa de smartphone mais vendido do Brasil

Em 2013 a Motorola chacoalhou o mercado brasileiro de smartphones com o primeiro Moto G. Era um smartphone mid-range com dois diferenciais importantes e incomuns até então: Android quase puro e preço baixo. Dois anos depois, a terceira geração do Moto G chega melhor do que antes, mas se depara com a economia local instável e rivais mais competitivos — inclusive no preço.

Num evento simultâneo realizado em Londres, Nova York e São Paulo, a Motorola anunciou três novos smartphones: o já mencionado novo Moto G e as duas variantes do Moto X, Play e Style. Continue lendo “Colorido e à prova d’água, novo Moto G tentará manter a coroa de smartphone mais vendido do Brasil”

[Review] Novo Moto X: maior, mais requintado, mais mundano

Quando o seu produto vira commodity, o que fazer para diferenciá-lo? Em 2013 a Motorola apresentou o primeiro smartphone Android sob a batuta do Google com uma proposta nova e arrojada. Em vez de uma lista de especificações com números enormes, o Moto X original era um aparelho pé no chão. Para uns, “bom o bastante”. Para mim, ideal. Mais que isso: foi o melhor que testei no primeiro ano de Manual do Usuário.

Um ano e uma versão depois, muita coisa mudou no novo Moto X. A Motorola não é mais do Google, a infraestrutura montada nos EUA para vender um smartphone personalizado “made in USA” foi desmantelada e boa parte daquele discurso original, incluindo a parte ruim como o marketing em cima dos “oito núcleos” (?), mas também a boa, contemplando foco na experiência, não na tabela de especificações, ficou no passado. O tiro de misericórdia foi o tamanho da tela, que saltou de confortabilíssimas 4,7 polegadas para exageradas 5,2.

Será que mesmo tão diferente do projeto original, o Moto X de segunda geração continua a ser a melhor escolha para quem está no universo Android? Segura na minha mão e vamos descobrir isso. Continue lendo “[Review] Novo Moto X: maior, mais requintado, mais mundano”

O que importa: números enormes ou experiência de uso?

Quando se fala em gadgets, especificações costumam tomar um pedaço do debate. Antigamente isso fazia algum sentido: com processadores, memórias e outros elementos não tão avançados, qualquer ganho era importante. Hoje? Não mais. O iPhone está aí para provar: tem 1 GB de RAM e usa um SoC com processador dual core rodando a 1,3 GHz e, ainda assim, não sofre com problemas de desempenho. Pelo contrário. O diabo é enfiar isso na cabeça do consumidor.

O novo Moto X é um exemplo de reação a essa sede por números. O original, do ano passado, tinha um Snapdragon S4 Pro enquanto todos os demais eram lançados com a versão 800. Ainda que, por dentro, ambos fossem muito parecidos, a menção a “S4” criou um bloqueio em boa parte dos consumidores em potencial, aquela consciente desses nomes. Alguns sites “especializados” entraram na onda e colocaram o Moto X no segmento intermediário, mesmo ele oferecendo uma experiência de uso melhor que os topos de linha incontestáveis.

O mesmo vale para a tela. A do antigo, de 4,7 polegadas com resolução de 720p, era um “sweet spot”: grande o bastante para ver vídeos e jogar com conforto, pequena para não sacrificar portabilidade e uso com uma mão. Continue lendo “O que importa: números enormes ou experiência de uso?”

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