Pessoa de sexo não identificado, com cabelo roxo e pele azul, segurando uma xícara de café com vários ícones em alusão ao Manual do Usuário na fumaça e um celular na outra mão. Embaixo, o texto: “Apoie o Manual pelo preço de um cafezinho”.

O que acontece se Elon Musk comprar o Twitter?

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Netflix perde assinantes e explora planos com anúncios e cobrança de senhas compartilhadas

A Netflix esperava ganhar 2,5 milhões de novos assinantes no primeiro trimestre de 2022. Perdeu 200 mil. Foi a primeira retração da base de assinantes desde 2011. Não só: a previsão para o próximo trimestre é de nova retração, uma perda de 2 milhões de assinantes.

Parece, afinal, que a Netflix bateu no teto. E isso não vai sair barato para os usuários — literalmente.

Na conversa com investidores após a divulgação do balanço, Reed Hastings, CEO da empresa, sugeriu a criação de um plano mais barato sustentado por anúncios, similar ao que a HBO Max oferece nos Estados Unidos.

Reed também falou do compartilhamento de senhas, que a Netflix começou a atacar. Hoje, a empresa tem 222 milhões de assinantes pagantes e outras 100 milhões de casas usam senhas compartilhadas pelos assinantes (leia-se: sem pagar nada). A Netflix já está testando uma cobrança adicional para essa galera que não paga pelo acesso.

O compartilhamento de senhas é um dos motivos apontados pela empresa para justificar a retração. O acirramento da competição no setor de streaming nos últimos três anos e os “macro-fatores”, como a pandemia, a guerra da Ucrânia e a inflação, também são citados na carta aos investidores.

As ações da Netflix despencaram 25% nas negociações pós-pregão. Via Netflix (PDF), CNBC (ambos em inglês).

Twitter aciona “poison pill” para dificultar tentativa de aquisição hostil por Elon Musk

O Twitter optou por não ceder — ao menos, não sem lutar — à investida de Elon Musk para adquirir 100% da empresa por US$ 43 bilhões e torná-la privada outra vez.

Na sexta-feira (15), o conselho de administração do Twitter votou por unanimidade a favor do uso da “poison pill” (“pílula venenosa”, em tradução livre) para dificultar a vida de Musk.

A “poison pill” é um mecanismo de defesa contra aquisições hostis previsto no estatuto de empresas listadas na bolsa. Ao engolir a pílula envenenada, as regras acionárias mudam.

Se um indivíduo ou grupo adquirir mais de 15% das ações do Twitter no mercado aberto, ou seja, sem o aval do conselho, outros acionistas ganharão o direito de comprar ações com desconto.

Essa manobra compra tempo para o conselho negociar a aquisição com o proponente da aquisição hostil e encarece o prêmio sobre o valor das ações que ele teria que desembolsar para comprar toda a empresa.

A “poison pill” do Twitter tem validade até 14 de abril de 2023. Via Seu Dinheiro, Valor Investe.

Elon Musk quer o Twitter

Deve ser monótona a vida da pessoa mais rica do mundo. O que fazer quando se pode fazer tudo? Serve de indício a que leva Elon Musk, o empresário sul-africano radicado nos Estados Unidos que ocupa o posto no momento, com uma fortuna estimada pela revista Forbes em US$ 260 bilhões (~R$ 1 trilhão).

Elon Musk quer comprar o Twitter por US$ 43 bilhões

O empresário Elon Musk fez uma proposta de aquisição hostil da totalidade das ações do Twitter por US$ 54,20/ação, um negócio de US$ 43 bilhões.

O valor representa um prêmio de 54% sobre o preço das ações da empresa no dia 28 de janeiro, véspera da primeira compra de ações feita por ele.

Após o anúncio, as ações do Twitter sobem 11% no pré-mercado.

Em documento enviado à Securities and Exchange Commission (SEC, espécie de CVM dos Estados Unidos), Musk disse que o Twitter “não irá prosperar nem servir ao imperativo social [da liberdade de expressão] em sua forma atual. O Twitter precisa ser transformado como uma empresa privada”.

E deu um ultimato: “Se o negócio [aquisição] não funcionar, visto que não tenho confiança na diretoria nem acredito que consiga fazer as mudanças necessárias no mercado aberto, precisaria reconsiderar minha posição como acionista.”

“O Twitter tem um potencial extraordinário. Eu o liberarei”, finalizou Musk. Via SEC, Bloomberg (ambos em inglês).

Musk, Thiel, Andreessen e a “current thing”

Musk, Thiel, Andreessen e a “current thing” (em inglês), por Brad Stone na Bloomberg:

Quinta-feira passada, em uma conferência de criptomoedas em Miami, Peter Thiel disparou contra os inimigos percebidos do bitcoin. Em um discurso sinuoso, chamou Warren Buffett de “vovô sociopata de Omaha” e apelidou os CEOs do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, e da BlackRock, Larry Fink, de “gerontocracia financeira” que reprime a ascensão de jovens cripto-inflamados. Ele também se opôs ao ESG — a lógica de investir com base em critérios socialmente conscientes como impacto ambiental, justiça social e boa governança.

[…]

Nas últimas duas semanas, [Marc Andreessen,] o co-fundador da Netscape e da empresa de capital de risco Andreessen Horowitz, postou surpreendentes 350 vezes ou mais no Twitter. Os posts são enquadrados principalmente em termos elípticos, mas condenatórios, que se referem à “the current thing”, um meme popular entre os membros da direita extremamente virtual.

[…]

O que se passa? Aqui estão três tecnólogos de alto nível, exorbitantemente ricos, que parecem buscar uma satisfação da meia-idade no shitposting — o ato de escrever “comentários deliberadamente provocativos ou fora do assunto nas redes sociais, geralmente para perturbar os demais ou divergir do debate principal”, segundo o dicionário Oxford.

Elon Musk desiste de assento no conselho do Twitter

O empresário Elon Musk não terá mais um assento no conselho de administração do Twitter. A notícia foi dada por Parag Agrawal, CEO da empresa, na madrugada desta segunda (11).

A desistência teria ocorrido a pedido do próprio Musk.

Musk foi apontado para o conselho no início da semana (5), um dia depois de comunicar ao mercado que havia comprado 9,2% das ações do Twitter, tornando-se seu maior acionista.

O assento no conselho de administração impunha um teto ao total de ações com direito a voto que Musk poderia ter, de 14,9%, o que impediria Musk de tentar controlar a empresa. Fora do conselho, Musk pode comprar quantas ações quiser. E dinheiro é algo que não falta à pessoa mais rica do planeta. Vi TechCrunch, @paraga/Twitter (ambos em inglês).

Fuga de cérebros: desenvolvedores latino-americanos ganham mais trabalhando remotamente para empresas estrangeiras

O mercado de tecnologia da informação (TI) nunca esteve tão aquecido na América Latina. Além de sobrarem vagas em países como o Brasil, há uma nova tendência favorecendo esses profissionais: empresas estrangeiras que buscam profissionais para trabalho remoto na região pagando salários em dólar ou euro. Latino-americanos ganham em média 2,2 vezes mais trabalhando para […]

Raspberry Pi e a crise dos chips

A crise dos chips está aí, todo dia temos notícias de fábricas paradas por falta de componentes, especialmente no setor automobilístico, fora que ter estoque de PlayStation 5, Xbox One S e as últimas GPUs da Nvidia se tornaram acontecimentos, com robôs vasculhando lojas online e tudo. Já sabemos que a Raspberry Pi não está […]

O que é: A Zona Franca de Manaus

A Hevea brasiliensis é uma árvore nativa da bacia hidrográfica do Amazonas que vive décadas e atinge entre 20 e 30 metros de altura. A árvore cresce com facilidade em terrenos argilosos ou alagados, como é o caso das várzeas, e sua copa é composta de folhas trifolioladas. “É uma planta que possui os dois […]

Elon Musk compra 9,2% do Twitter

Elon Musk, a pessoa mais rica do mundo, adquiriu 73,5 milhões de ações do Twitter e agora é dono de 9,2% da empresa. A aquisição foi feita no dia 14 de março e divulgada pela SEC nesta segunda (4.abr).

As ações do Twitter na Nasdaq subiam 26% no pré-mercado após o anúncio da compra de Musk.

O Twitter é a rede social preferida do executivo, onde ele vocifera várias das suas maluquices e provocações. O uso da rede já lhe custou um puxão de orelha da SEC em 2018, quando ele postou que pensava em fechar o capital da Tesla e causou tumulto no mercado.

Nas últimas semanas, Musk vem questionando o compromisso do Twitter com a “liberdade de expressão”. Ele havia manifestado interesse em ter sua própria empresa de mídia, mas, pelo visto, optou pelo caminho mais curto — comprar uma. Via Valor, G1.

União Europeia chega a acordo para lei que restringe atuação das big techs

Parlamento e Conselho Europeu chegaram a um acordo das regras do Digital Markets Act (DMA), nova legislação criada para frear o domínio e as práticas anticompetitivas das grandes plataformas digitais. Entre as regras, estão a interoperabilidade de aplicativos de mensagens e direito ao consumidor de definir aplicativos e serviços padrões em sistemas operacionais. Essas obrigações serão impostas a empresas com valor de mercado acima de € 75 bilhões ou que tenham receita de pelo menos € 7,5 bilhões no bloco. A punição pelo descumprimento é de multa de 10% da receita global — ou 20%, em caso de reincidência. A previsão é que o DMA comece a valer no final do ano. Via Politico (em inglês), O Globo.

Apple TV+ do Android TV e Google TV perdem recurso de compra e aluguel de vídeos

A Apple atualizou o aplicativo do Apple TV+ no Google TV e Android TV e removeu o recurso de aluguel e compra de vídeos. Segundo fontes da Apple que falaram a John Gruber, do blog Daring Fireball, o que motivou tal degradação nesses aplicativos do Apple TV+ foi o fim de um acordo com o Google que isentava a Apple de pagar taxas da Play Store — a mesma que a Apple defende ser válida na sua App Store e arrastou a empresa para uma barulhenta disputa judicial com a Epic Games, do jogo Fortnite.

Até aí, como observa Gruber, tudo certo: a Apple agiu como orienta desenvolvedores insatisfeitos com a taxa da App Store a agir, ou seja, tirou a venda digital de circulação da loja de aplicativos do Google. O problema é que, no lugar dos botões de compra e aluguel, a Apple colocou um tutorial ensinando os usuários a comprarem e alugarem esses itens em seus dispositivos Apple ou na web. As diretrizes da App Store proíbem esse tipo de abordagem. Via FlatpanelHD, Daring Fireball (ambos em inglês).

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