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Nova versão do Ethereum consumirá 99,95% menos energia

O Ethereum, blockchain aberta mais popular do mundo, mudará nos próximos meses o seu método de validação, do Proof-of-Work (PoW) para o Proof-of-Stake (PoS). Na prática, isso significa que a nova versão do Ethereum consumirá, segundo estimativas grosseiras, 99,95% menos energia que no modelo atual — em vez de consumir a energia equivalente a de um país médio, o consumo energético será o de uma cidadezinha com 2,1 mil casas. Via Fundação Ethereum (em inglês).

No PoW, a validação das transações é feita com força bruta computacional. Na PoS, a validação feita pelos nós depende da posse de uma quantidade de moedas — para um deles fraudar a blockchain, precisaria possuir mais moedas do que ganharia com a fraude. A Wikipédia em português traz uma boa explicação.

Procon-SP multa Apple em R$ 10 milhões por vender iPhone sem carregador

O Procon-SP multou a Apple em R$ 10,5 milhões devido, entre outros motivos, à remoção do carregador de parede das caixas de iPhones novos. No ano fiscal de 2020, a Apple faturou US$ 274,5 bilhões, cerca de R$ 1,5 trilhão na cotação atual. A multa do Procon-SP, da qual a Apple ainda pode recorrer na Justiça, representa 0,0007% desse valor. Apesar do aspecto didático, nada que vá tirar o sono de Tim Cook. Via Uol Tilt.

TVs Samsung com controle remoto solar em 2021

Ser verde está na moda, então a Samsung anunciou um controle remoto para TVs que usa bateria interna em vez de um par de pilhas palito (AAA). No material de marketing a Samsung destaca a presença de um mini painel nas costas do controle para recarregar a bateria por energia solar, mas o controle também tem uma porta USB-C para… você sabe, uma recarga tradicional. A vida útil da bateria do controle é estimada em sete anos, alinhada à da própria TV.

A linha 2021 de TVs Samsung traz ao varejão a tecnologia Mini LED, que promete aproximar o LCD tradicional das caríssimas OLED em qualidade de imagem expandindo significativamente o número de LEDs por trás do painel. Via Samsung.

Xiaomi vende apenas 6% de celulares sem carregador de parede na caixa

O Mi 11, último celular topo de linha da Xiaomi, saiu em duas versões na China: uma sem o carregador de parede na caixa (como o iPhone) e outra em um “kit”, com um carregador GaN de 55 W, ambos pelo mesmo preço. No primeiro dia à venda, 350 mil unidades do Mi 11 foram compradas. Dessas, segundo a própria Xiaomi, apenas 20 mil, ou 5,7% do total, foram da versão sem o carregador, chamada de “Edição Verde”.

Segundo o Gizmochina, a paridade de preços entre as versões é por tempo limitado. Depois disso, o kit com o carregador ficará ~US$ 15 mais caro. Via Xiaomi/Weibo (em chinês), Gizmochina e GSMArena (em inglês).

The Guardian muda critérios de sustentabilidade na análise de produtos

O jornal inglês The Guardian mudou os critérios na atribuição de pontos de sustentabilidade na análise de produtos de tecnologia, como celulares e fones de ouvido. Em vez de dar pontos extras àqueles exemplares (que usam materiais reciclados, são fáceis de serem consertados etc.), passará a tirar pontos dos que dão mau exemplo ou que não fornecem informações do tipo. É uma mudança importante e bem-vinda, que, se adotada por toda a indústria, pode forçar as empresas a serem mais transparentes e a reforçarem medidas pró-meio ambiente em seus planejamentos e linhas de produção. The Guardian (em inglês) via @manifesteiro/Twitter.

Mi 11 com e sem carregador de parede custará o mesmo preço

A Xiaomi anunciou oficialmente o Mi 11, primeiro celular do mundo com o novo chip Snapdragon 888, e detalhou a remoção do carregador de parede da caixa do aparelho. Segundo um porta-voz da empresa, a remoção só vale para a China. Lá, o Mi 11 será vendido em duas versões, uma sem o carregador, e outra em um pacote com o de de 55 W, ambas pelo mesmo preço de cerca de US$ 650. Via Android Authority (em inglês).

Novo celular da Xiaomi virá sem o carregador de parede na caixa

Lei Jun, CEO da Xiaomi, confirmou em uma rede social chinesa que o Mi 11, que será apresentado oficialmente nesta segunda (28), virá sem o carregador de parede na caixa, seguindo o exemplo da Apple. A alegação é a mesma: pelo meio ambiente.

Em outubro, no perfil oficial da Xiaomi: “Não se preocupe, não deixamos nada de fora da caixa do Mi 10T Pro”, com um vídeo da caixa do celular que, ao ser aberta, revelava um carregador de parede.

Sobre o assunto, do arquivo do Manual: Celulares sem carregador na caixa: bom para as fabricantes, bom para nós? (2/7/2020); Pelo meio ambiente (15/10/2020).

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