ThinkPad 8, cinco anos depois

Duas fotos, lado a lado, do tablet ThinkPad 8 com a tela ligada. As bordas estão com estouro de luz e a parte central tem um brilho diferente, esquisito, que dificulta a visualização.
Fotos: Rodrigo Ghedin/Manual do Usuário.

Por falar em sustentabilidade, encontrei o tablet ThinkPad 8, da Lenovo, que comprei e analisei aqui em fevereiro de 2016. Estava sem uso há uns três anos e guardado em um armário, ou seja, protegido do sol e da umidade. Mesmo após todo esse tempo parado, a bateria ainda deu carga e me permitiu ligá-lo. Por outro lado, a moldura emborrachada meio que derreteu (ficou grudenta) e a tela… as fotos acima dizem mais que qualquer palavra, embora me intrigue o que a destruiu de tal maneira. Talvez algum componente químico da moldura que escorreu para a tela? Vai para a doação, talvez como sucata.

Maior fabricante de PCs do mundo, Lenovo agora vende mais smartphones do que PCs

Tom Warren, no The Verge:

A maior fabricante de PCs do mundo, a Lenovo, agora vende mais smartphones do que PCs. Em um relatório de ganhos publicado hoje, a Lenovo revelou que inversão [de posição] dos smartphones ocorreu porque as vendas dobraram entre abril e junho. A Lenovo vendeu 15,8 milhões de smartphones no último trimestre, comparada a 14,5 milhões de PCs. A Lenovo disse que o aumento nas vendas de smartphones pode ser atribuída à mudança de foco, de aparelhos premium para modelos mainstream, e ao aumento da demanda em mercados  emergentes.

O salto dos smartphones no gráfico de vendas é expressivo e ainda não contabiliza as vendas de dispositivos da Motorola Mobility — a compra dessa ainda não foi finalizada.

Apesar do bom desempenho, na última quinta-feira Yang Yuanqing, CEO da Lenovo, disse que não quer depender apenas do mercado chinês e que não entrará no jogo “tóxico” de outras fabricantes chinesas, que custeiam um crescimento super rápido vendendo smartphone a preço de custo para atrair investidores. Como exemplos, citou os 300% e 500% de aumento em vendas no sudeste da Ásia e Europa oriental, respectivamente.

Em fevereiro, a Lenovo disse num evento realizado em sua fábrica em Itu que lançaria smartphones premium da marca no Brasil até o fim de 2014. A empresa já tem um portifólio local de aparelhos de entrada, mas usando a marca da CCE, adquirida há quase dois anos por R$ 300 milhões.

O que muda com a compra da Motorola pela Lenovo

Por US$ 2,91 bilhões, a Lenovo comprou a Motorola Mobility do Google. O acordo faz mais sentido que o cenário anterior, com o Google competindo com seus próprios parceiros e tendo que lidar com uma operação enorme, praticamente à parte aos seus negócios centrais e ideias malucas. No geral, o que muda com essa nova configuração?

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