Leituras da semana #9

Na seção Leituras da semana a ideia é trazer até cinco posts de outros sites publicados no decorrer da semana que merecem ser lidos. São artigos primariamente sobre tecnologia, mas que, seguindo a linha editorial do Manual, podem também flertar com comunicação, psicologia e outras áreas desde que tenham uma abordagem relacionada a gadgets ou bits.

Na sequência, você tem os links e breves descrições de cada artigo. No final do post há um link para o Readlists.com. Por lá é possível baixar um ebook contendo os artigos listados na íntegra ou exportá-lo para seu Kindle, outro ereader ou tablet e ler na piscina, no sofá, onde quiser durante o fim de semana. Espero que gostem.

Sobre o webOS da LG

A maioria das TVs lançadas em 2014 pela LG virá com o webOS. Criado pela Palm, enterrado pela HP, a TV é um lugar meio inesperado — originalmente o webOS rodava em smartphones e tablets. Esse relato do Verge, com vídeo, mostra os bastidores da interface, os objetivos da LG e algumas impressões. Ah, e para ver o BeanBird em ação, confira este vídeo. Eu achei o passarinho simpático!

The Verge: Reiniciando o webOS: como a LG repensou a Smart TV

Sobre viajantes do tempo

Dois pesquisadores resolveram usar o Facebook, Google+ e Twitter para entrar em contato com viajantes do tempo. A premissa soa quase ridícula, mas este texto da Atlantic sobre as não descobertas da dupla ficou divertido.

The Atlantic: Os físicos conseguem encontrar viajantes do tempo no Facebook?

Sobre o passado e o futuro do universo

Ethan Siegel condensa os quase 14 bilhões de anos do universo no tempo equivalente a um ano terreno. Isso já seria legal, mas ele vai além e, com base no que a física moderna sabe atualmente, descreve o futuro do Sistema Solar. É uma viagem que leigos, como eu, não apreciam totalmente pela falta de conhecimento técnico, mas ainda assim é uma viagem que vale a leitura.

Medium: O futuro distante do nosso Sistema Solar

Sobre câmeras em rede

Craig Mod faz um passeio pelas câmeras que já teve em sua vida para, no final, fazer uma ode às câmeras em rede, as câmeras de smartphones. “Quando você começa a pensar em uma fotografia nesses termos holísticos, a qualidade dos dados das câmeras dedicadas, não importa quão vasto sejam seus pixels, parece estranhamente empobrecida. Elas não capturam mais o cenário todo”. No original, em inglês, o final da frase faz mais sentido. Leitura relacionada: o esforço que as fabricantes de câmeras estão fazendo para ficarem à frente dos smartphones.

New Yorker: Adeus, câmeras

Sobre Street Fighter de rodoviária

Jogos não são muito a praia do Manual do Usuário, mas que relato lindo esse do Pedro sobre os populares Street Fighter de rodoviária? Da avacalhação à afirmação feminina no universo da porradaria virtual, as modificações não autorizadas do clássico jogo de luta da Capcom ficaram tão populares que levou a própria a criar uma oficial, o Street Fighter II Hyper Fighting.

Vice: Street Fighter de rodoviária


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Leituras da semana #8

Smartphone, tablet e ereader: todos prontos para a leitura.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Na seção Leituras da semana a ideia é trazer até cinco posts de outros sites publicados no decorrer da semana que merecem ser lidos. São artigos primariamente sobre tecnologia, mas que, seguindo a linha editorial do Manual, podem também flertar com comunicação, psicologia e outras áreas desde que tenham uma abordagem relacionada a gadgets ou bits.

Na sequência, você tem os links e breves descrições de cada artigo. No final do post há um link para o Readlists.com. Por lá é possível baixar um ebook contendo os artigos listados na íntegra ou exportá-lo para seu Kindle, outro ereader ou tablet e ler na piscina, no sofá, onde quiser durante o fim de semana. Espero que gostem.

Sobre vida (virtual) após a morte

A imortalidade é uma obsessão do ser humano. Ninguém descobriu ainda como alcançá-la. No passado fantasiávamos essa possibilidade através da magia, do sobrenatural. Hoje, a computação é o atalho da vez — e um dos mais palpáveis de todos.

O neurocientista, escritor e compositor Michael Graziano faz um exercício sensacional sobre as implicações que a capacidade de migrarmos nossos cérebros para um computador traria. Das primeiras e mais corriqueiras até as últimas consequências, num estágio que colocaria em xeque a existência humana carnal e individual. Uma viagem que acende as luzinhas de várias referências como Matrix, Evangelion e Black Mirror.

Aeon: A vida após a morte transformará a humanidade

Sobre os microgêneros do Netflix

Todo assinante do Netflix já deve ter coçado a cabeça ou dado uma risadinha com os gêneros malucos que o serviço sugere. No meu aqui, neste momento, aparecem coisas como “Dramas românticos alto-astral” e “Filmes psicológicos obscuros”. Alexis Madrigal fez um trabalho investigativo completo e chegou ao número de microgêneros que o Netflix tem em sua base de dados: quase 80 mil. Depois conversou com Todd Yellin, VP de inovação de produtos do Netflix, para entender melhor esse sistema, fruto da combinação do trabalho formiguinha de um punhado de pessoas com algoritmos poderosos e hábitos dos usuários.

The Atlantic: Como o Netflix fez a engenharia reversa de Hollywood

Sobre o Google Glass

Oito meses depois de chegar aos primeiros usuários, ou “exploradores”, opiniões mais consistentes sobre o Google Glass começam a pipocar. Na Wired, Mat Honan conta como tem sido sua experiência. Não muito boa, meio desengonçada, mas algo com potencial — ele acredita que ter uma tela nos olhos, não necessariamente essa iteração do Glass, é o futuro. Vale a pena ler, também, o relato do Scoble. O cara que tirou uma foto com o Glass tomando banho aponta os problemas e diz que, lançado como é hoje, o produto será um fracasso comercial.

Wired: Eu, Glasshole: meu ano com o Google Glass

Sobre tecnologia em 2013

Na Quartz, Christopher Mims fez uma retrospectiva um tanto amarga da tecnologia em 2013. Talvez exagerada no tom, mas com algumas verdades, seu texto foi rechaçado por blogueiros e jornalistas do meio — na maioria dos casos, respostas também desmedidas e que revelam um entusiasmo que, tanto quanto o ceticismo, em grandes doses como apresentado pinta um cenário muito mais bonito e descolado da realidade.

Quartz: 2013 foi um ano perdido para a tecnologia


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Leituras da semana #7

Smartphone, tablet e ereader: todos prontos para a leitura.
Foto: Rodrigo Ghedin.

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Sobre a nuvem

Andrew Sullivan filosofa sobre nossas representações digitais que construímos, dia após dia, com links, comentários, fotos e compartilhamentos, na Internet. E viaja para o futuro ao prever que, com isso, nos tornaremos imortais, pessoas eternas (a quem interessar). O que no passado instigava as mentes mais brilhantes e inquietas no sentido de se eternizarem hoje está ao alcance de qualquer um. A relação entre imortalidade, memória e nuvem, no final, é linda.

The Dish: Nossas memórias (e nós mesmos) pertencerão à nuvem

Sobre viver sem Internet

Na Vice, Wallis Azadian relata sua experiência de viver uma semana em 2013 como se estivesse em 1996 — ou seja, sem Internet. O mais interessante é como a ausência de conexão impacta suas relações pessoais. É difícil combinar uma saída com os amigos, contornar imprevistos do dia a dia e até passar o tempo. Vale para pensar: a Internet é mesmo essa vilã das relações interpessoais?

Vice: Vivi como se fosse 1996 por uma semana

Sobre celulares caros

Estamos em 2013, mas ainda existe uma fabricante trabalhando com o letárgico S40, sistema da Nokia que equipava alguns aparelhos intermediários alguns anos atrás. Pior: são smartphones caríssimos. O Verge entrou na Vertu, a marca de grife que não se inibe em cobrar milhares de dinheiros em seus aparelhos, cada um deles feito por uma pessoa em um processo quase artesanal de pura excelência. É para poucos — quem tem muita grana e liga mais para moda do que a utilidade de um smartphone.

The Verge: É assim que você produz o celular mais caro do mundo

Sobre DSLRs e câmeras mirrorless

No Gizmodo, Michael Hession crava a morte das DSLRs — pelo menos entre entusiastas e gente que se importa com qualidade, mas prefere carregar menos peso e chamar menos a atenção. O buraco que separa as grandes DSLRs e as pequenas mirrorless está diminuindo a passos largos com coisas como as full-frames da Sony, e a tendência é que mais gente opte pelas pequenas. Eu tenho uma mirrorless e adoro.

Gizmodo: Os últimos dias das DSLR


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Leituras da semana #6

Smartphone, tablet e ereader: todos prontos para a leitura.
Foto: Rodrigo Ghedin.

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Sobre pirataria

Falar de pirataria sem cair em clichês ou defesas polarizadas é um tanto difícil. Por isso fico contente quando alguém que se dispõe a tratar do assunto o faz com sensibilidade, sem defender pontos extremos, mas com a vontade genuína de entender o fenômeno, sem julgamentos rasos ou precipitados. Foi o caso do Forastieri em seu blog.

André Forastieri: Quando pirataria é legal – e quando é imoral (estrelando M.I.A., Batman e Gene Kelly)

Sobre jogos de plataforma

Não tenho jogado muito e, na criação do Manual do Usuário, não abordar jogos foi uma das primeiras decisões. Mas ante um texto tão bom quanto esse do Tevis Thompson sobre jogos de plataforma e sua complicada transição para dispositivos touchscreen, é impossível ignorá-lo.

Grantland: A morte do avatar: Rayman Fiesta Run, Dumb Ways to Die e Limbo

Sobre a Internet de ontem e a de hoje

Reflexão muito bacana do André Conti sobre o que a Internet era em 1995, o que ela prometia ser no século XXI e o que ela se tornou. Boa parte das promessas de cyberdemocracia, liberdade irrestrita e subculturas originadas na Internet ficaram pelo caminho, derrotadas pelas grandes empresas e pelo dinheiro. Mas mesmo nesse cenário desolado, Conti encontra alguns motivos para acreditar que dá, sim, para acreditar.

Gizmodo Brasil: Velocidade de escape

Sobre conteúdo viral, barato e compartilhável

Um texto do Manual pode levar semanas para ficar pronto — dois estão nessa situação; se os deuses da escrita estiverem comigo, ambos saem essa semana. Por isso bate uma pontinha de frustração quando coisas com o Upworthy e similares, listados por Alyson Shontell, viraliza com tanta facilidade. No blog do tipo do Washington Post, Dylan Matthews, que cuida do KnowMore, conta como é o processo: “O texto tem 44 palavras e o post leva menos de 10 minutos para ficar pronto”. É o blog mais visitado da publicação.

Business Insider: De repente, os clones do Upworthy estão em todo lugar e milhões de pessoas os estão lendo

Sobre o Yahoo

Derrick Harris conversou com ex-engenheiros do Yahoo para entender como uma empresa que até meados da década passada brigava de igual com o Google perdeu tanta relevância e hoje, sob o comando de uma ex-Googler, luta para se encontrar e recuperar o prestígio e poder de antigamente. Apesar de algumas forçadas ocasionais, o texto traz boas histórias de bastidores.

GigaOm: A queda (e retorno?) do Yahoo: como o gigante da web se fragmentou e construiu algumas ótimas tecnologias no processo


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Leituras da semana #5

Smartphone, tablet e ereader: todos prontos para a leitura.
Foto: Rodrigo Ghedin.

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Sobre o What Would I Say?

O What Would I Say? é um app para Facebook que pega tudo o que você já escreveu lá e monta frases aleatórias. Quando vejo uma galera publicando dúzias dessas mensagens me vem à cabeça um macaquinho que ganhou uma câmera fotográfica e fica tirando autorretratos. Devon Maloney, da Wired, foi atrás dos criadores do app, pegou umas frases felizes do Nathan Jurgenson e fez uma bela reflexão do WWIS?: é a insegurança, não o narcisismo, o que estimula o uso do app.

Wired: É insegurança, não narcisismo, o que nos faz gostar do “What Would I Say”

Sobre os termos e condições do Lulu

O Lulu, app de review de homens, assusta muita gente que aparece nas listas de reviews das mulheres sem sequer ter ouvido falar do app. Como? Graças ao Facebook. Os termos de uso e política de privacidade do Lulu são escandalosos. Andrew Couts faz uma análise detalhada deles e dá dicas certas para quem quiser se ver fora disso.

Digital Trends: Termos e condições: perdão senhores, o Lulu capturou vocês pelos seus dados

Sobre o vício em tecnologia

Entrevista bacana da Dani Arrais com David Baker, ex-editor da Wired inglesa. Ele fala sobre desconexão, excesso de trabalho, a loucura da modernidade e outros temas que interessam muito.

don’t touch my moleskine: Por uma vida mais off-line


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