Disney+ vem com tudo para o Brasil / O dilema da moderação em redes sociais

Acesse a edição 20#41: https://manualdousuario.net/20-41/ Apoie o Manual do Usuário: https://manualdousuario.net/apoie/ Neste podcast, Rodrigo Ghedin e Jacqueline Lafloufa falam de streaming. A Disney anunciou o preço do Disney+, seu serviço de streaming, no Brasil, e um punhado de parcerias com grandes empresas para impulsionar. Foi uma chegada agressiva, compatível com a alta competitividade do setor. […]

O grupo responsável pelo hack no STJ

A partir do print do pedido de resgate encontrado nos sistemas do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Bleeping Computer, site especializado em segurança da informação, detectou o grupo por trás do ataque: é o RansomExx, que está bastante ativo desde junho e mira em alvos importantes — outras vítimas governamentais do grupo incluem os sistemas judiciário e de transporte público do Texas (EUA), o sistema de transporte público de Montreal (Canadá) e a Tyler Technologies, uma das maiores fornecedoras de tecnologia para o setor público dos EUA. Via Bleeping Computer (em inglês).

Ontem (5) à noite, o presidente do STJ, Humberto Martins, divulgou uma nota afirmando que os processos do tribunal estão seguros e que a inteligência do Exército se juntou à Polícia Federal para auxiliar nas investigações. Via Conjur.

O ataque hacker ao STJ

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) sofreu um ataque hacker na tarde desta terça-feira (3). “Por precaução, os prazos processuais seguem suspensos até a próxima segunda-feira (9/11)”, diz a nota do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Até lá, demandas urgentes estão sendo encaminhadas por e-mail. E, no final da nota, o CNJ recomenda aos usuários que “não utilizem computadores, ainda que os pessoais, que estejam conectados com algum dos sistemas informatizados da Corte, até que seja garantida a segurança do procedimento”. O site do STJ está com uma página simples/temporária, informando o ataque e os procedimentos excepcionais postos em virtude dele.

A nota não especifica que tipo de ataque foi esse. Nesta quinta (5), Diego Escorteguy, em seu novo blog (?), afirma ter ouvido de uma fonte de dentro do STJ que se trata de um ataque do tipo ransomware, quando o hacker criptografa todos os dados da vítima e exige um pagamento para liberar a chave. Diz, ainda, que o ataque foi grave e que o STJ e que os técnicos do tribunal e especialistas terceirizados não estão conseguindo contornar o problema. Via CNJ, O Bastidor.

Mozilla apoia ação antitruste contra o Google, desde que não atinja seu acordo financeiro com o Google

A Mozilla manifestou-se a respeito da ação antitruste contra o Google movida pelo Departamento de Justiça (DoJ) dos Estados Unidos. Em linhas gerais, a Mozilla apoia a iniciativa, mas pede para que o acordo que mantém com o Google, que lhe paga ~US$ 400 milhões por ano (cerca de 90% do seu faturamento) para ser o buscador padrão do Firefox nos EUA, não seja afetado. (O acordo foi citado na ação do DoJ como um exemplo de prática anticompetitiva do Google.) Era questão de tempo para que discurso e prática na empresa Mozilla entrassem em rota de colisão. Agrava a situação o fato de que o caso antitruste não versa sobre navegadores web, mas sim buscadores e publicidade em buscadores. Via MozillaThe Register (em inglês).

Governo dos EUA abre contra o Google maior processo antitruste em 20 anos

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e 11 estados do país entraram com uma ação antitruste contra o Google nesta terça (20). Eles acusam a empresa de monopolizar os setores de buscadores e publicidade em buscadores, impedindo que outras empresas tenham chances de competir. É uma das maiores ofensivas da história norte-americana contra uma empresa do setor. O caso já é comparativo ao da Microsoft, nos anos 1990, e ao da AT&T, nos anos 1970. Entre outras coisas, a ação acusa o Google de ter se tornado o “porteiro” da internet mediante acordos vultuosos para se colocar como mecanismo de busca padrão em celulares, computadores e outros serviços, o que lhe confere +80% do mercado norte-americano. Via Folha e The Verge (em inglês).

Banco C6 deve indenizar cliente por falha de segurança que permitiu fraude

O C6 Bank foi condenado a pagar uma indenização de R$ 10 mil e a estornar quase R$ 30 mil na conta de um cliente que teve o celular roubado. O assaltante conseguiu fazer cinco transferências pelo aplicativo do celular para outras contas que totalizaram R$ 29.990.

Um detalhe curioso. O C6 argumentou que as transferências só poderiam ter sido feitas com a senha “secreta, pessoal e intransferível”. Na sentença, a juíza Claudia Carneiro Calbucci Renaux, da 7ª Vara Cível de São Paulo, disse que “a forma como a senha chegou ao conhecimento do terceiro assume pouca importância na conclusão da responsabilidade do banco”, e que caberia ao banco provar que o cliente teve participação na fraude. Via Jota (paywall).

Swartz, Elbakyan e a destruidora devoção aos direitos autorais

Os 26 anos de vida de Aaron Swartz foram surpreendentes, inspiradores. Engajou-se, ainda adolescente, na criação da arquitetura das licenças Creative Commons (CC), foi um dos criadores formato de distribuição de conteúdo RSS e da rede social Reddit, ajudou a construir uma biblioteca gratuita no Archive.org, e fundou a Demand Progress, organização ciberativista famosa, sobretudo, […]

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