Monopólios sempre emperraram a inovação — e não é diferente com as Big Tech

Dois mil e dez foi um ano movimentado em tecnologia. A Apple lançou o iPhone 4 e o iPad, comprou a startup Siri (que viraria seu assistente pessoal) e Steve Jobs voltou a aparecer após meses longe dos olhares do mundo. A Microsoft foi atrás da AWS com o Azure e ainda tentava entrar na guerra dos smartphones com o Windows Phone 7. A Amazon já ensaiava atacar outras frentes, mas a venda de livros ainda era seu negócio principal — em 2010, pela primeira vez, os e-books venderam mais que as cópias físicas. A Intel comprou a McAfee, Yahoo, Nokia e HTC eram relevantes e surgiram as primeiras informações sobre o smartphone que o Facebook estava fabricando (três anos depois descobriu-se que era por uma parceria com a HTC). Só o fato de ter o iPhone 4 e o iPad já dariam importância ao ano: o primeiro lançou essa tendências de smartphones “embalados” em vidro, o segundo desengatilhou uma outra tendência — ainda viva, mas de menor fôlego, é verdade —, de tablets como substitutos de notebooks.

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Meltdown: como mitigar a falha dos processadores Intel

O ano de 2018 começou agitado para… bem, todos nós. Duas falhas gravíssimas em processadores foram descobertas. A Spectre atinge produtos da Intel, AMD e ARM e ainda não tem remédios; a Meltdown, que alcança quase todos os processadores da Intel lançados desde 1995, também não tem solução no momento, mas atualizações em sistemas operacionais e navegadores web já lançadas mitigam parcialmente seus efeitos. Veja o que fazer. Continue lendo “Meltdown: como mitigar a falha dos processadores Intel”

Notebooks com chips Qualcomm sinalizam mudança de prioridades do consumidor

Nesta semana, a Qualcomm anunciou uma nova leva de notebooks com Windows 10 que rodará com seu Snapdragon 835 — e, posteriormente, com o recém-anunciado Snapdragon 845. Ambos os chips usam uma arquitetura diferente, até então restrita principalmente a smartphones e tablets. A estratégia é uma aposta, aparentemente segura, de que as prioridades do consumidor mudaram. Continue lendo “Notebooks com chips Qualcomm sinalizam mudança de prioridades do consumidor”

Realidades mescladas

Na abertura do IDF 2016, a Intel anunciou algumas coisas bem interessantes. Delas, a que chamou mais a atenção foi o Project Alloy, um capacete de realidade virtual que dispensa fios e permite interagir com o ambiente. Ou seja, ele é uma mistura de realidade virtual com realidade aumentada, tanto que o marketing da Intel cunhou um novo termo para se referir à experiência, algo como “realidade mesclada” em tradução livre. Continue lendo “Realidades mescladas”

Mobile, ecossistemas e a morte dos PCs

Uma das formas pelas quais a tecnologia progride é por mudanças geracionais em escala. Tivemos mainframes, então minicomputadores, então workstations e PCs e, agora, o mobile; cada geração dá mais um passo de mudança em escala. Essa escala significa que ela se torna o novo ecossistema e o novo centro de inovação. Sozinhos, smartphones com iOS e Android já superam as vendas de PCs em 5:1 (sem nem mesmo contar os tablets) e isso chegará perto do 10:1 nos próximos anos. Então, este é o novo ecossistema em escala. Continue lendo “Mobile, ecossistemas e a morte dos PCs”

Estes novos Zenfone, celulares da Asus, têm SoC da Qualcomm

Imagem de divulgação do Zenfone Selfie.

Começou, nesta madrugada, a Computex 2015 (sdds Taipei). Como acontece todo ano, a Asus anunciou um punhado de coisas: a nova versão do Zenwatch, agora em dois tamanhos; um notebook 2-em-1 com USB-C e Windows 10; e alguns novos smartphones, incluindo um com câmera frontal de 13 mega pixels (!) convenientemente batizado de Zenfone Selfie.

O que mais me chamou a atenção, porém, foi o que vem dentro do Selfie e de três variantes do Zenfone 2, também anunciadas no evento: SoC da Qualcomm. Continue lendo “Estes novos Zenfone, celulares da Asus, têm SoC da Qualcomm”

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