A hora e a vez do teclado mecânico

Muitos de nós passamos os dias sentados, cutucando pecinhas plásticas enquanto focamos em uma tela grande a algumas dezenas de centímetros dos nossos olhos — em outras palavras, usando um computador. Embora interfaces de voz já sejam realidade, é mais fácil apertar estas teclas do que ditar planilhas, textos complexos ou qualquer outra coisa que não seja “Ok Google, vai chover hoje?” ou “E aí Siri, toque aquela playlist”. Somos, e provavelmente ainda seremos por algum tempo, dependentes dos teclados de computador.

Como quase tudo que é comercializável, teclados de computador também têm sabores diversos, ao gosto do cliente. Recentemente, os chamados teclados mecânicos conquistaram espaço junto ao público gamer e, embora as características mais acentuadas deles sejam o festival de luzes coloridas que emitem e nomes comerciais que seu primo de 12 anos inventaria com alusões à guerra e outras temáticas típicas do macho inseguro, não são elas que definem um teclado mecânico.

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Homem de 30 e poucos anos compra um mouse gamer

Recentemente constatei que, com a exceção da cama, passei a maior parte da minha vida sentado em uma cadeira olhando para uma tela de computador. Após lidar alguns dias com este que muito provavelmente foi o insight mais deprimente que você leu hoje, decidi investir uma parte do décimo terceiro em conforto quando estiver desgastando as minhas retinas lendo comentários raivosos na internet. #Lifehack: A melhor maneira de lidar com a opressão do capitalismo é servindo-se dele. Continue lendo “Homem de 30 e poucos anos compra um mouse gamer”

Apps da Semana #4: Asphalt 9: Legends é o jogo de celular perfeito

Nota do editor: toda semana, o Manual do Usuário faz um registro dos novos apps lançados dignos de atenção, das grandes atualizações dos mais populares e eventuais promoções. É uma maneira direta e fácil de saber o que acontece com os apps que você usa todo dia ou pode querer instalar em seu smartphone.


Do antológico jogo da cobrinha dos celulares da Nokia aos viciantes e super rentáveis Candy Crush atuais, jogos sempre foram uma constante em dispositivos móveis. Eles servem principalmente para preencher os bolsões de tédio das nossas rotinas. Vez ou outra, até trazem algo além da simples distração. Não é o caso de Asphalt 9: Legends, porém. Continue lendo “Apps da Semana #4: Asphalt 9: Legends é o jogo de celular perfeito”

O único diferencial de smartphones gamers é uma estética duvidosa

A Asus anunciou um smartphone gamer na Computex 2018, em Taiwan. O RoG Phone representa a miniaturização da abordagem já existente em computadores e notebooks gamers, ou seja, traz a mesma estética e a promessa de desempenho acima da média. Há espaço para algo assim no segmento de smartphones? Continue lendo “O único diferencial de smartphones gamers é uma estética duvidosa”

F30 Pro, da 8bitdo, moderniza os antigos (e ótimos) controles de videogame

Em algum ponto no meio da vida do primeiro PlayStation, a Sony lançou controles com direcionais analógicos. Fazia sentido nos ambientes tridimensionais que aquele videogame proporcionava. Em jogos antigos ou nos modernos que preservam quatro ou oito eixos? Nem tanto. A 8bitdo, de Hong Kong, está suprindo a demanda por bons controles com direcionais digitais em formato de cruz. E está fazendo isso muito bem. Continue lendo “F30 Pro, da 8bitdo, moderniza os antigos (e ótimos) controles de videogame”

Onde estão os detratores de Pokémon Go e da Olimpíada?

Desde que Pokémon Go estreou no Brasil e a Olimpíada do Rio teve início, tenho me deparado diariamente com posts em redes sociais de gente criticando quem critica o joguinho de celular ou os atletas ou evento olímpicos.

Nada muito fora do normal em se tratando de redes sociais, mas eu me perco numa fase bem específica e imprescindível desse processo: onde estão essas pessoas que criticam os jogos (da Niantic e do COI)?

Trata-se de um fenômeno mais antigo, mas que se acentuou com esses dois eventos grandiosos que se desenrolam no momento. Leio muitas críticas a quem critica essas coisas, mas essa crítica original, teoricamente infundada de pessoas sem coração que falam mal mesmo e não estão nem aí, me escapa. Quando muito, é escavada de impressões ou suposições ou amplificada a partir da fala de algum maluco, que serve mais de desculpa pra fazer textão do que alguém que mereça uma resposta — na real, não vale o esforço e todos ganharíamos mais ignorando-o.

Talvez seja o algoritmo do Facebook em ação e a bolha que criei no Twitter me isolando de opiniões divergentes, mas, parece-me (corrija-me se eu estiver enganado) que a ameaça de uma crítica contundente a algo de que gostamos muito gera uma esquizofrenia coletiva e, como resultado, um punhado de textos defensivos quixotescos que, desculpem-me quem os faz, não acrescentam nada. Pior, tiram o brilho das temáticas defendidas. Estragam o clima, resumindo.

Foto do topo: Sadie Hernandez/Flickr.

Guia Prático #88: Curiosidades sobre Pokémon Go

Não se fala em outra coisa que não Pokémon Go, então eu (Rodrigo Ghedin) e Lucas Agrela, repórter de tecnologia da Exame e aficionado por Pokémon, batemos um papo sobre o estrondoso sucesso da Nintendo e Niantic. O que explica isso tudo? Quais as medidas de Pokémon e das virtudes do jogo em si (realidade aumentada, bom uso do GPS, senso de comunidade e rivalidade) nesse sucesso? Também abordamos a história do jogo e os casos bizarros que pipocam na imprensa sobre pessoas jogando Pokémon Go. (Curiosidade: o único pokémon citado nominalmente no programa foi o Magikarp e sua evolução, Gyarados. Achei isso bem legal.)

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