GeForce Now, streaming de games da Nvidia, chega ao Brasil com plano gratuito

Nesta quinta (14), mais um streaming de games chegou ao Brasil: o GeForce Now, da Nvidia. Ele tem diferenças importantes em relação ao da Microsoft, como o plano gratuito (acesso “standard”/com fila de espera, sessões de 30 minutos) e o acesso aos jogos. No Xbox Cloud Gaming da Microsoft, a assinatura engloba um acervo de jogos. No GeForce Now, o usuário precisa ter os jogos em lojas parceiras, como Epic Games e Steam, para jogá-los. (E os jogos precisam ser compatíveis com o serviço; no momento, a Nvidia informa que são +800.) É como se a Nvidia estivesse alugando servidores poderosos remotos para rodar os jogos em dispositivos “fracos”, PCs Windows, Macs, celulares Android, iPhone e iPad.

O plano padrão, com maior qualidade de imagem e sessões sem limite de tempo, custa R$ 44,90 por mês. Via Nvidia, Abya.

Atualização piora (mais) desempenho do Windows 11 em processadores AMD Ryzen

Semana passada, a AMD alertou que o Windows 11 podia piorar o desempenho em games de alguns processadores da linha Ryzen em até 15%. A solução viria em uma atualização do sistema, prometida pela Microsoft. Na terça (12), a Microsoft liberou uma cumulativa, que… piorou o desempenho, segundo o TechPowerUp.

Pelas redes sociais, a AMD divulgou novas datas para duas atualizações que, essas sim, corrigem a perda de desempenho. Elas devem ser liberadas nos dias 19 e 21 de outubro. Via TechPowerUp (em inglês).

Xbox Cloud Gaming chega ao Brasil

A Microsoft lançou, nesta quinta (30), o Xbox Cloud Gaming no Brasil. O serviço é uma espécie de “Netflix de games”: por streaming, o assinante pode usufruir de mais de 100 jogos em diversos dispositivos — computadores com Windows, Macs, iPhone e celulares com Android. O Xbox Cloud Gaming ainda está em beta. Para acessá-lo, é preciso assinar o Xbox Game Pass Ultimate, que custa R$ 44,99 por mês. Via @XboxBR/Twitter.

Antes de GTA V, já existia um simulador de entregador do iFood no jogo infantil da holding do iFood

Uma correção: GTA V não foi exatamente o primeiro jogo transformado pelo iFood em peça de propaganda. O leitor Juliano César apontou que já existia algo similar no jogo de mundo aberto PK XD. Não encontrei notícias ou comunicados oficiais, mas uma consulta no YouTube revela vários vídeos em que os jogadores vestindo mochilas do iFood participam de “missões” que consistem em entregar pizza para outros personagens em troca de moedas.

A parte mais intrigante: o PK XD nasceu como um jogo do PlayKids, uma plataforma de streaming e atividades infantis, e foi desenvolvido pela Afterverse, que posteriormente o incorporou ao seu portfólio. As duas empresas, PlayKids e Afterverse, são da Movile, a holding que também é dona do… iFood.

PK XD é fortemente baseado em Roblox. O jogo completou dois anos neste mês de setembro. Os dois títulos da Afterverse, PK XD e Crafty Lands (clone de Minecraft), têm 50 milhões de usuários ativos.

iFood permitirá que você “atue” como entregador no game GTA V

O iFood inovou e lançou o primeiro simulador de emprego precarizado do mercado. A experiência funciona dentro de um servidor brasileiro do jogo GTA V, o Cidade Alta. Nela, o jogador assume o papel de um entregador e pode receber cupons em troca do trabalho — de dinheirinho virtual e de dinheiro de verdade, para usar no app do iFood.

Segundo Paulo Benetti, CEO da Outplay, dona do servidor onde a dinâmica do iFood acontece, “as experiências e os desafios são muito similares ao dia a dia de um entregador da vida real”. Curioso para saber se o entregador virtual passa fome caso sofra um acidente e fique impossibilitado de trabalhar, se ele pode ser desligado a qualquer momento sem explicações ou se tem que fazer mais horas com o tempo porque o valor das entregas vai minguando na medida em que mais entregadores são recrutados. Via Canaltech.

Justiça dos EUA determina que Apple permita botões e links para pagamentos externos em apps do iOS

Saiu a decisão da Justiça dos Estados Unidos no processo movido pela Epic Games contra a Apple (ouça o nosso Guia Prático desse tema). A juíza Yvonne Gonzalez Rogers, do Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Norte da Califórnia, determinou que a Apple não pode impedir que aplicativos incluam links e botões que levem os usuários a outros meios de pagamento. Pelas regras vigentes da App Store, aplicativos que têm sistemas de pagamentos próprios não podem sequer anunciá-los em seus apps para iOS — o único sistema que eles podem usar é o da própria Apple, que cobra uma taxa de até 30% do valor bruto pago pelo usuário.

Outras demandas da Epic Games, como obrigar a Apple a abrir o iOS para lojas de aplicativos alternativas, não foram acatadas. A Apple comemorou a decisão; a Epic Games disse que vai recorrer.

A implementação da alteração determinada pela Justiça ainda é uma incógnita. Ao mencionar botões e links externos que “direcionem os consumidores a mecanismos de compra em adição às compras in-app”, fica a cargo da interpretação de quem lê (ou de um esclarecimento da juíza Yvonne) se isso significa que os apps poderão processar pagamentos por meios alternativos ou se apenas poderão levar os usuários para seus sites. A conferir. Via O Globo, The Verge (em inglês)

Magazine Luiza adquire Kabum por R$ 3,5 bilhões

O Magazine Luiza anunciou, na manhã desta quinta (15), a aquisição do e-commerce de informática/games Kabum. O valor do negócio é de R$ 3,5 bilhões, incluindo o pagamento à vista de R$ 1 bilhão em dinheiro e transferências pontuais de ações ordinárias até 2024. Via Magazine Luiza (PDF).

Do fato relevante:

Depois da conclusão da aquisição, o Magalu e KaBuM! poderão aproveitar uma série de oportunidades: (i) os produtos do KaBuM! serão oferecidos no SuperApp do Magalu; (ii) os clientes do KaBuM! poderão contar com todos os benefícios da multicanalidade, incluindo a entrega mais rápida do Brasil; (iii) diversos produtos do Magalu, como smartphones e TVs, complementarão o sortimento do KaBuM!; e (iv) produtos financeiros do Magalu, como cartão de crédito e seguros, também serão oferecidos aos clientes do KaBuM!.

Em 2020, impulsionadas pela pandemia, as vendas do KaBuM! mais que dobraram, crescendo 128% em relação a 2019. Nos primeiros 5 meses de 2021, o KaBuM! continuou evoluindo de forma acelerada, com 62% de crescimento comparado ao mesmo período de 2020. Nos últimos 12 meses, o KaBuM! superou a marca de 3,4 bilhões de reais em receita bruta. No mesmo período, com um modelo de negócio altamente eficiente, a KaBuM! obteve lucro líquido de 312 milhões de reais.

Na data desta publicação, eu tinha ações do Magazine Luiza (MGLU3).

Apple Arcade agora tem jogos não exclusivos

A Apple turbinou o Apple Arcade, sua plataforma de video game por assinatura. Na sexta (2), a empresa liberou 30 novos jogos, incluindo o aguardado Fantasian (aquele dos dioramas reais), e inaugurou duas novas seções que, pela primeira vez, incorpora jogos não-exclusivos: “Timeless Classics” e “App Store Greats”. Há jogos lendários do iOS, como Threes!, Mini Metro, Fruit Ninja e Monument Valley, e todos eles seguem as diretrizes do Arcade, ou seja, nada de anúncios ou compras in-app. Ao todo, o Apple Arcade agora conta com 180 jogos. A assinatura custa R$ 9,90/mês. Via Apple (em inglês).

Nunca pensei q posse parar para analisar os beneficios possiveis do Exercito tomar o poder novamente no Brasil… Hoje estou pensando nisso. Fechar a Globo, botar o STF pra fora, arrancar politicos bandidos do congresso, escola com regras para o povo, PT exilado!

— Aristóteles “Toti” de Azevedo, sócio-fundador da Vorax, dona de times de e-sports, no Twitter A repercussão do comentário de Toti foi imediata e ampla. No mesmo dia (terça, 31, aniversário do golpe militar de 1964), a Vorax afastou o sócio do cargo de diretor, tirando-lhe “qualquer poder de decisão sobre a gestão da equipe” […]

Os riscos da investida comercial da Wikipédia / Video game por assinatura é bom negócio?

Apoie o Manual: https://manualdousuario.net/apoie No podcast desta semana, Jacqueline Lafloufa e Rodrigo Ghedin debatem a investida comercial da Wikipédia, a Wikimedia Enterprise (matéria da Wired), e os acordos que serão estabelecidos com grandes empresas, como Amazon, Apple e Google. Isso afeta a imagem da Wikipédia? Quais as oportunidades? E os riscos? No segundo bloco, debatemos […]

Os últimos minutos de tempo livre

Dia desses um leitor perguntou: “alguém aqui, além de mim, está com FOMO1 de podcast?” A massificação do formato nos últimos dois anos foi balizada pelo surgimento de muitos bons programas. Com efeito, ouvir tudo que nos parece interessante tornou-se um desafio por si só e, para muitos de nós, mais uma fonte de desconforto, […]

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