Mobile, smartphones e retrospectiva

Esta noite estou viajando para Barcelona para a MWC deste ano, a principal feira anual da indústria móvel. Tenho ido à MWC desde 2001, entra ano e sai ano, quando era na (fria e chuvosa) Cannes e tinha um décimo do tamanho — no ano passado havia 85 mil pessoas.

O ano de 2001 foi o seguinte ao leilão europeu do espectro de 3G, quando as operadoras móveis, bem no topo das bolhas de Internet e do mobile, gastaram € 110 bilhões em alguns meses. Elas passaram anos se recuperando da ressaca. Grande parte da justificativa para aqueles valores era a promessa de serviços de dados a serem entregues neste espectro. Mas demorou até 2005 para os primeiros celulares com 3G que não fossem tijolos chegarem ao mercado europeu e até 2007, é claro, para os serviços de dados entregues por esse espectro se tornarem interessantes. Continue lendo “Mobile, smartphones e retrospectiva”

Tecnologia não é a solução para tudo

No último fim de semana estava lendo os apps indicados pelo Gizmodo, quando me deparei com um para iOS chamado Racha a Conta. A descrição de lá:

Infelizmente, não é todo bar que tem comandas individuais, e dividir o total da mesa por todas as pessoas nem sempre é justo, tem sempre aquele amigo que come ou bebe mais… O Racha a Conta tenta resolver isso: você pode anotar o que cada pessoa da mesa consumiu, dividir itens entre apenas algumas pessoas, marcar o que quem foi embora mais cedo já pagou, tudo para uma divisão mais justa da conta da mesa.

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Pergunte o que quiser sobre escritório do futuro a Patricia Demitroff, do Evernote

Lembra quando Pedro Burgos tirou nossas dúvidas sobre o Apple Watch? Gostei tanto daquele formato que comecei a buscar outros profissionais para sessões de perguntas e respostas aqui no Manual do Usuário. Hoje, o tema é escritório do futuro. Continue lendo “Pergunte o que quiser sobre escritório do futuro a Patricia Demitroff, do Evernote”

Sinais de um futuro próximo

O argentino Fernando Barbella é diretor criativo da JWT, de Londres, e responde pela conta da divisão de Lumias da Microsoft. Mas não é por isso que ele está aqui. Antes de cuidar da publicidade dos smartphones da Microsoft, ele desenvolveu um trabalho em suas horas vagas chamado “Sinais de um futuro próximo.”

O próprio Fernando explica, em seu portfólio, qual é a dessa coletânea de imagens editadas (mais ou menos) distópicas: Continue lendo “Sinais de um futuro próximo”

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