Preço dos combustíveis aperta lucro de motoristas de app e motoboys — que escolhem corridas e pensam em largar a profissão

Desolador o impacto da alta dos combustíveis no trabalho dos motoristas e entregadores de aplicativos. Via G1.

Do gasto diário de um motorista, a gasolina representa entre 40% e 50%. A taxa paga aos aplicativos gira em torno de 25%. Para boa parte dos condutores, há ainda o pagamento de parcelas do veículo ou locação.

A Associação dos Motoristas de Aplicativos de São Paulo (Amasp) estima que 25% dos motoristas deixaram de dirigir na cidade, em relação ao total do início de 2020.

Nos apps de delivery, a pandemia teve um efeito contrário ao dos motoristas na pandemia, aumentando a demanda e, com isso, o número de entregadores circulando nas ruas, o que fez cair os preços das corridas. O segundo impacto em um ano, o do aumento no preço dos combustíveis, tem feito muitos deles trabalharem mais — e ficarem mais suscetíveis a acidentes:

O aumento de acidentes de moto é flagrante. Os últimos números do Infosiga SP mostram que o número de acidentes com motociclistas na capital paulista saltou de 1.011 em abril de 2020 para 1.584 em junho de 2021 (alta de 56,6%). As mortes subiram 58,8%, de 17 para 27.

Os super apps da América Latina

No processo de educar o consumidor à lógica dos aplicativos de celular, a Apple, nos primórdios do iPhone, lançou um slogan que colou nas nossas cabeças: “existe um app para isso”. Quase 15 anos depois, para algumas empresas um simples app não consegue mais dar conta do que ela deseja oferecer aos usuários. No lugar […]

Batatas ao murro, punheta de bacalhau e acepipes são “cancelados” pelo iFood

Aquela crença de que basta jogar algoritmos em um problema para que ele seja resolvido magicamente falhou outra vez. O iFood implementou uma lista de termos ofensivos para conter ofensas e xingamentos em sua plataforma. Porém, a lista acabou interferindo em alguns menus, e pratos tradicionais da culinária lusitana, como batatas ao murro e punheta de bacalhau, sumiram dos cardápios. Sobrou até para o “acepipe”, uma espécie de aperitivo, supostamente porque o termo “pipe” teria uma conotação fálica. Donos de restaurantes ficaram indignados, o iFood admitiu o erro e informou que os pratos já voltaram ao cardápio. Via O Globo.

A fome de aquisição do Magalu chega ao delivery

O Magazine Luiza voltou ao interior do Paraná para uma nova aquisição. Depois do Aiqfome, nesta terça (30) a varejista anunciou a compra do GrandChef, sediada em Paranavaí (PR), que fornece um software de gestão para restaurantes. No mesmo comunicado ao mercado, o Magalu também anunciou a compra da ToNoLucro, um app de delivery com atuação em +40 cidades de Goiás, Pará e Tocantins. As duas aquisições visam fortalecer o “food delivery” via super app do Magalu — a empresa faz o caminho contrário de apps que nasceram na entrega de comida e tentam virar super apps, como a Rappi. Via Neofeed.

Na data desta publicação, eu tinha ações do Magazine Luiza (MGLU3).

Um ano de pandemia

Já faz um ano que estamos na pandemia de COVID-19. Parece um tempão, mas ao mesmo tempo parece que foi ontem. No programa de hoje, uma extensão do artigo da newsletter desta semana, Rodrigo Ghedin e Jacqueline Lafloufa refletem e debatem as várias fases da pandemia e como a tecnologia ajudou, atrapalhou e se revelou […]

Abrasel propõe “open delivery” para aumentar a competitividade entre apps de entrega de refeições

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) está propondo uma padronização dos serviços de entrega por aplicativos. O “open delivery” facilitaria a entrada de novos players nesse mercado e o trabalho dos restaurantes, que em vez de cadastrar seus produtos várias vezes em múltiplas plataformas, faria apenas um cadastro só. Para o usuário final, a experiência nos apps não mudaria e ele ainda teria promoções exclusivas em cada um; a única diferença é que haveria mais opções.

O open delivery ainda está longe de virar realidade e, para virar, terá que superar a resistência do iFood, que detém 70% do mercado brasileiro de entregas de refeições por aplicativo. Mês passado, a Rappi fez uma denúncia contra o iFood no Cade, alegando que os contratos de exclusividade que a rival fecha com restaurantes prejudica a competitividade do setor. Nesta quarta (25), a Abrasel pediu ao Cade para ingressar no processo como terceiro interessado. Via Infomoney, Folha.

Detalhes dos dados de clientes do James Delivery vazados no começo do ano

Clientes do James Delivery, do Grupo GPA, que têm seus e-mails cadastrados no Have I Been Pwned (HIBP, serviço de monitoramento de vazamentos) receberam nesta quinta (5) um alerta de que seus dados no James vazaram. O vazamento ocorreu em março deste ano, foi divulgado em junho e afetou pouco mais de 1,5 milhão de pessoas. Segundo o HIBP, os dados vazados são endereço de e-mail, localizações dos clientes (expressas em latitude e longitude) e senhas criptografadas. Via HIBP (em inglês).

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