Como transformar seu celular em um “celular minimalista”

Um projeto muito comum nas plataformas de financiamento coletivo estrangeiras, como o Kickstarter, é o do “celular minimalista”. Você já deve ter visto algum na imprensa: eles são aparelhos elegantes, muitas vezes com tela monocromática, e não costumam fazer muito mais do que ligações e troca de mensagens.

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Contra as grandes: Como tirar das Big Tech o monopólio do futuro

Nota do editor: Alguns meses atrás, a Laura Castanho, que está se formando em Jornalismo pela USP, entrou em contato comigo para perguntar se eu topava escrever um artigo de opinião para a revista Zero, seu trabalho de conclusão de curso. Topei e, com a ajuda dela, o resultado é o que você lê abaixo. A revista impressa (na foto) ficou sensacional e pode ser comprada aqui. Não deixe de dar uma passada no site, no perfil no Instagram e de assinar a newsletter gratuita.


Quando uma startup dá certo — recebe investimento, cresce vertiginosamente, encontra um modelo de negócio rentável e abre capital —, é difícil preservar os traços dos seus primeiros dias. Um que costuma resistir, ainda que apenas por peso simbólico, autoengano ou como lembrete de uma época que ficou para trás, são os slogans e as missões da empresa.

Nas startups de tecnologia, a megalomania e o altruísmo se confundem em algumas das frases usadas pelas que deram certo de acordo com seus próprios critérios. “Não seja mau”, dizia o mantra do Google, cuja missão é organizar e tornar acessível toda a informação da Terra. O Facebook, nascido em um dormitório de faculdade a partir de um site para ranquear as alunas mais atraentes, com fotos obtidas do diretório acadêmico sem a permissão delas, em algum momento dos seus primeiros anos passou a ser uma ferramenta para “conectar o mundo”.

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Não há nada de estranho em ser fã de banco

A ascensão das fintechs no Brasil deu origem a um fenômeno derivado que muito nos intriga, o do fã de banco. São pessoas genuinamente entusiasmadas com seus cartões roxos, apps moderninhos e carteiras digitais, verdadeiros embaixadores não remunerados de um segmento conhecido por arrancar o couro de qualquer um que cometa o sacrilégio de atrasar o pagamento da fatura um dia que seja.

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Por trás das campanhas de desinformação sempre tem alguém lucrando — e não é você

Em 1867, uma molecada estava brincando perto da margem do rio Orange na cidade de Hopetown, África do Sul, quando notou umas pedrinhas brilhantes no leito do rio. As pedrinhas, abundantemente espalhadas, acabaram sendo usadas em jogos que o filho do dono da fazenda, Erasmo, jogava com as crianças da vizinhança. A mãe de Erasmo notou que as pedrinhas eram realmente muito brilhantes e mostrou a um fazendeiro vizinho, que se dispôs a comprá-las. Algo lhe dizia que aquilo não eram simples seixos de rio. A ideia era levar para geólogos em Hopetown e na cidade vizinha Colesberg para analisar um potencial valor.

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