Anúncio NordVPN, a VPN mais rápida do mercado, com 68% de desconto

Extensões do Chrome serão proibidas de transferir ou usar dados dos usuários para fins controversos

A partir de 18 de janeiro de 2021, as extensões do Chrome exibirão, na Chrome Web Store, detalhes de quais tipos de dados elas coletam “em linguagem clara e fácil de entender”, parecido com o que já rola nas lojas de apps para celulares. Outra mudança importante é que passa a ser proibido usar ou transferir dados dos usuários para personalizar anúncios, fazer análise de crédito e repassá-los a qualquer espécie de data broker.

São medidas tardias, mas bem-vindas. O histórico de navegação web contém dados muito sensíveis; é possível inferir muita coisa apenas com base nele. Além do impacto no desempenho do navegador, a instalação de extensões abre brechas à privacidade — um alerta que fiz no último Guia Prático.

Note que é bastante difícil ao Google aplicar as novas diretrizes que impedem os donos de extensões de transferirem ou usarem dados do usuário para fins proibidos. Na dúvida, a recomendação é instalar o mínimo possível de extensões. Via Chromium Blog/Google (em inglês).

Chrome 87 e Firefox 83: navegadores mais econômicos

Google e Mozilla lançaram novas versões dos seus navegadores prometendo menos consumo de recursos do computador.

O Chrome 87 agora prioriza abas em primeiro plano. Na prática, segundo testes internos do Google, a nova versão reduz o consumo de CPU em cinco vezes e estende a autonomia da bateria (qual?) em 1,25 hora. Em velocidade, a empresa promete que ele agora inicializa 25% mais rápido e carrega páginas 7% mais rápido. Via Google (em inglês).

No Firefox 83, a Mozilla promete que seu navegador está 15% mais rápido no carregamento de páginas, 12% mais responsivo e que reduziu o consumo de memória em 8%. Uma novidade legal é uma opção que força conexões HTTPS (criptografadas), similar a extensões como a HTTPS Everywhere. Via Venturebeat (em inglês).

Traga de volta o botão “Ver imagem” no Google Imagens

Como parte de um acordo com o Getty Images, o Google removeu o botão “Ver imagem” dos resultados da pesquisa por imagens. Agora, é preciso visitar o site que hospeda a imagem antes de ter acesso a ela.

O argumento do Getty Images era de que o recurso facilitava a pirataria de imagens protegidas por direitos autorais. Há sentido nele, mas o remédio acabou sendo mais forte que o necessário, já que ele afeta partes que não são suscetíveis à pirataria, como quem distribui imagens de domínio público.

Uma maneira de reverter essa mudança, pelo menos em computadores, é instalando a extensão View Image (Chrome, Firefox). Ela restaura o botão “Ver imagem”. Outra é usar um buscador alternativo, como o DuckDuckGo ou o Bing.

O Chrome venceu

Por Andreas Gal Aviso: trabalhei por 7 anos na Mozilla e era o CTO da Mozilla antes de sair de lá, há dois anos, para fundar uma startup de IA embarcada. A Mozilla publicou um post há dois dias [foi no dia 23 de maio] destacando seus esforços para tornar o navegador Firefox para Desktop […]

DuckDuckGo como alternativa ao capitalismo de vigilância do Google

Na página inicial do buscador DuckDuckGo, logo abaixo do campo de busca, ou seja, em local de destaque, lê-se a seguinte frase: “A ferramenta de busca que não rastreia você”. É uma cutucada no Google, maior buscador do mundo, uma das maiores empresas de publicidade e das mais lucrativas da história. Quais as chances do pequeno DuckDuckGo frente a esse titã? Continue lendo “DuckDuckGo como alternativa ao capitalismo de vigilância do Google”

Extensão DirectLinks remove redirecionamentos de links do Google e Facebook

Uma das poucas chateações que tenho com o buscador do Google é a impossibilidade de copiar links “puros” dos resultados. O Google usa um JavaScript de redirecionamento, então é ele, e não o link de fato, que acaba copiado para a área de transferência. Se não entendeu nada, veja este vídeo. O Facebook também faz isso.

Além de dificultar a cópia do link, as duas empresas usam esse “pedágio” para registrar todos os nossos cliques, ou seja, é mais um artifício para conhecerem e assimilarem nossos hábitos de navegação.

A extensão DirectLinks remove esse JavaScript. A original é para Safari, mas fizeram uma versão para Chrome que funciona tão bem quanto.

Só que há um porém: ela surte efeito apenas no google.com; no google.com.br, não. Felizmente o código-fonte está disponível no GitHub, então não deve ser muito difícil alterar esse detalhe. Alguém se habilita?

Atualização (8/9, 10h30): O leitor Vinicius Kunst indicou a extensão GSanitizer, que faz a mesma coisa e funciona nas versões localizadas do Google, como google.com.br. Baixe-a aqui.

Via Daring Fireball.

Chrome bloqueará conteúdo Flash supérfluo automaticamente

Em um post no blog oficial do Chrome, Tommy Li, engenheiro de software do Google, anunciou uma novidade relacionada ao plugin nativo do Flash:

Quando você estiver numa página que roda Flash, pausaremos inteligentemente conteúdo (como animações em Flash) que não são centrais na página, enquanto manteremos conteúdo central (como um vídeo) rodando, sem interrupções.

Continue lendo “Chrome bloqueará conteúdo Flash supérfluo automaticamente”

O site recebe uma comissão quando você clica nos links abaixo antes de fazer suas compras. Você não paga nada a mais por isso.

Nossas indicações literárias »

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!