Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Extensões da Chrome Web Store ganham emblemas de confiabilidade

O Google lançou emblemas para extensões que atendam a certos critérios na Chrome Web Store. O objetivo, segundo a empresa, é facilitar aos usuários a descoberta de ótimas extensões e dar reconhecimento a quem as cria.

São dois emblemas: o de destaque (“featured”), concedido a desenvolvedores que seguem boas práticas de programação e as diretrizes de apresentação da loja, e o de editor estabelecido (“established publisher”), concedido a quem tem a identidade verificada pelo Google e um bom histórico de relacionamento com a empresa.

O Firefox já oferecia essa funcionalidade há tempos. Via Google (em inglês).

Atualize agora o Chrome para corrigir a segunda falha “dia zero” do navegador em 2022

O Google liberou uma atualização emergencial do Chrome (versão 99.0.4844.84) a fim de corrigir uma falha grave do tipo “dia zero” descoberta na sexta-feira (26), código CVE-2022-1096. A falha atinge o motor JavaScript V8. Ao ser explorada (e segundo o Google, ela já está sendo), a falha pode travar o navegador e abrir brechas para a execução remota de códigos.

É a segunda vez em 2022 que o Google libera uma atualização de emergência devido a uma falha do tipo “zero dia” no Chrome. A outra, código CVE-2022-0609, foi corrigida em fevereiro.

Agora vai: Steam está chegando ao Chrome OS

Já faz uns dois anos que o Steam está chegando no Chrome OS. Precisava estabilizar o Crostini, precisava suporte gráfico melhorado, precisava de um monte de coisas… que foram feitas. Chegou a hora de — isso mesmo — aparecer código. Mais especificamente, aqui. // The special borealis variants distinguish internal developer-only boards // used by the borealis […]

Chrome OS Flex: o seu novo desktop Linux?

Há pouco mais de um ano, o Google comprou a Neverware, produtora do CloudReady; um Chromium OS que você poderia baixar e instalar no seu computador, ou reaproveitar aquelas máquinas da sua empresa que já não conseguiam mais rodar Windows ou macOS sem fazer o utilizador passar raiva. Esta semana finalmente sabemos de um dos […]

Google anuncia Chrome OS Flex, sabor do sistema instalável em PCs e Macs

O Google anunciou nesta terça (15) o Chrome OS Flex, uma versão do Chrome OS que pode ser instalada em qualquer PC ou Mac. O objetivo do Google é dar sobrevida a computadores antigos, que não conseguem ou rodam mal as versões mais recentes do Windows e do macOS.

Há algumas diferenças entre o Chrome OS “normal”, que vem pré-instalado em notebooks homologados pelo Google, e o novo sabor Flex. A principal é a ausência, no segundo, do suporte a aplicativos Android. Esta página traz mais detalhes.

O Chrome OS Flex parece fruto direto da aquisição da Neverware pelo Google em 2020. A empresa distribuía o Cloudready, um Chrome OS instalável em qualquer computador, criado a partir do projeto de código aberto do Chrome OS.

O Chrome OS Flex já pode ser baixado aqui, mas é um “early access”, ou seja, versão sujeita a falhas. O Google espera lançar uma versão estável nos próximos meses. Via Ars Technica, Google Cloud (ambos em inglês).

Google apresenta nova alternativa a cookies de terceiros

O Google desistiu oficialmente do FLoC, sua controversa alternativa aos cookies de terceiros para o direcionamento de anúncios na web.

Desde o início, o FLoC foi criticado por especialistas em privacidade, temerosos pelo potencial de abuso e discriminação da tecnologia. (Entenda.) Outros navegadores que não o Chrome, buscadores que não o Google e extensões de privacidade e bloqueio de anúncios já haviam sinalizado que bloqueariam o FLoC.

Em um post no blog da empresa, o diretor de produtos Vinay Goel deu rapidamente a notícia antes de apresentar seu substituto, a API Tópicos. Trata-se de um conjunto de cinco interesses do usuário, detectados nas últimas três semanas e restritos ao Chrome, que sites e anunciantes poderão usar para direcionar anúncios.

Vinay diz que os Tópicos são limitados (350 no lançamento) e criados com cuidado, a fim de excluir assuntos sensíveis como religião e raça/etnia, e que o Chrome apresentará uma interface inteligível para o usuário excluir tópicos ou desativar o recurso. Cerca de 5% dos tópicos/assuntos enviados pelo Chrome a anunciantes serão falsos, para aumentar a proteção à privacidade do usuário.

Aqui tem uma explicação técnica da API dos Tópicos.

Em boa medida, os Tópicos parecem ser uma versão menos atabalhoada que o FLoC e limitada ao navegador — que, não sem surpresa, é do próprio Google.

O Chrome será o último dos grandes navegadores a abandonar os cookies de terceiros. O atraso se deve à necessidade do Google, uma empresa de publicidade com forte atuação na web, preparar um substituto à altura em termos de precisão e geração de receita.

Dica: o Firefox já abandonou os cookies de terceiros e vem de fábrica com várias boas configurações pró-privacidade. Via Google, Axios (em inglês).

Extensão para iOS e macOS troca tocador pesado do YouTube por um leve em HTML

A extensão Vinegar, para iOS e macOS e criada por Zhenyi Tan, substitui o tocador de vídeos do YouTube — no próprio site do YouTube e em outras páginas, onde eles estiverem incorporados — por um leve, usando a tag <video> do HTML. Custa R$ 10,90 na App Store. Via Zhenyi Tan and a dinosaur (em inglês).

Para quem não usa os sistemas da Apple ou outro navegador, a extensão Privacy Redirect (Chrome e derivados, Firefox) faz algo similar: se assim configurada, ela troca o tocador de vídeos do YouTube incorporado em outros sites pelo do Invidious. A estabilidade depende da instância adotada, mas funciona bem. E para links diretos ao YouTube, como o nome sugere, a extensão redireciona o usuário a uma instância do Invidious.

Google volta a oferecer serviço de RSS

O Google começou a liberar o recurso de seguir sites no Chrome estável. “Você pode escolher sites para seguir e suas atualizações RSS aparecerão nas novas abas do Chrome”, explicou Adrienne Prter Felt, engenheira do Google. Se a novidade ainda não apareceu aí, é possível forçá-la entrando em chrome://flags e ativando o item web feeds. Via @__apf__/Twitter (em inglês).

Quase uma década depois de acabar com o Google Reader, talvez o leitor de RSS mais popular que já existiu, o Google volta a dar atenção ao formato. Não caiamos nessa de novo. Existe um ecossistema rico de aplicações de RSS, dos mais simples e acessíveis, como o Feedly, a soluções robustas, como Feedbin, Miniflux e Tiny Tiny RSS, sem falar nos muitos apps compatíveis com esses serviços para iOS, Android e sistemas desktop.

Chrome 94 permite que sites observem ociosidade do usuário

O Chrome 94, lançado nesta terça (21), trouxe suporte a uma API de detecção de ociosidade. Segundo um site do Google, essa API “notifica os desenvolvedores quando um usuário está ocioso, indicando coisas como falta de interação com o teclado, mouse, tela ativação de um protetor de tela, bloqueio da tela ou alternância para uma tela diferente”. Via The Register (em inglês).

O que pode dar errado?

Apple e Mozilla rejeitaram formalmente adotarem a API de detecção de ociosidade. Em julho, Tantek Çelik, líder de padrões web da Mozilla, explicou a decisão da dona do Firefox: “Da maneira como especificada atualmente, consider a API de detecção de ociosidade muito tentadora enquanto uma oportunidade para sites motivados pelo capitalismo de vigilância para invadir um aspecto da privacidade física do usuário.”

Torne o Chrome rápido

Alguns leitores me indicaram o Mighty, um novo navegador que promete ser um “Chrome mais rápido” e que “usa 10 vezes menos memória” que o Chrome (ou 10%, certo?).

Como? Fazendo streaming da web. É um pouco difícil de entender porque a ideia parece errada, mas é isso mesmo: um navegador que se conecta a outro navegador em servidores potentes (na nuvem), que são bem mais rápidos que o seu computador, como se fosse uma Netflix, só que para acessar o Facebook ou seu extrato bancário. Se pareceu-lhe uma ideia estúpida, calma que piora: é pago. O preço ainda não está definido, mas o formulário para solicitar acesso ao serviço fala em até US$ 50 por mês.

Coisas como esse Mighty só viram realidade porque a web foi desfigurada e, hoje, acessar o Facebook ou qualquer site “moderno”, eufemismo para sites pesados, exige computadores super potentes. Eu poderia apostar uns trocados que existem maneiras melhores de atacar esse problema do que fazendo streaming de navegador.

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