Todas as respostas sobre o Pix / Os preparativos para as eleições na pandemia

Acesse a edição 20#42: https://manualdousuario.net/20-42/ Apoie o Manual do Usuário: https://manualdousuario.net/apoie/ Neste podcast, Rodrigo Ghedin e Jacqueline Lafloufa recebem Mariana Cantini para falarem de Pix, o novo sistema de pagamentos instantâneos do Brasil que começa a funcionar, para todos, nesta segunda-feira (16). Para que serve? Como usá-lo? O que são as chaves Pix? E, talvez […]

Xícaras de café, bichos e orações

Há cerca de três anos, Walter Vitti, de Mogi das Cruzes (SP), começou a receber mensagens de dois amigos pela manhã. Eles não se conheciam, mas tinham o hábito — assim como Walter — de acordar muito cedo, entre as cinco e seis horas. Walter, 60, criou gosto pelas imagens de bom dia que recebia […]

Avell não usará o termo “Black Friday” em apoio às causas raciais

A Avell, fabricante de notebooks sediada em Joinville (SC), anunciou que não usará o termo “Black Friday” na divulgação das suas ofertas de Black Friday este ano porque, segundo a empresa, ele teria conotação racista. “Toda mudança tem seus riscos, mas entendemos que este é o momento oportuno para o mercado promover discussões positivas com a sociedade e, principalmente, ouvi-la”, disse, em nota, Júlia Salomão, gerente de marketing da Avell. As promoções de novembro da fabricante serão identificadas pelo termo “Tech Month”.

A Avell não é a primeira empresa a tomar essa decisão. Em setembro, O Boticário anunciou que deixaria de usar “Black Friday” pelo mesmo motivo.

Fiverr, plataforma para freelancers, chega ao Brasil

A Fiverr estreou no Brasil nesta terça (10). A plataforma conecta freelancers com empresas que necessitam dos seus trabalhos, que ela define como “Service as a Product (SaaP)”, ou um marketplace da força de trabalho. (Ou, e aqui uma definição minha/popular por aí, uma plataforma de bicos.) São 400 categorias de serviços em 8 verticais, como design gráfico, marketing digital e redação. Em troca da conexão, a Fiverr fica com 20% dos pagamentos. Agora com presença oficial no Brasil, a vantagem é que os pagamentos podem ser feitos e recebidos em reais e todo o site está localizado. Via Estadão.

Em 2020, Festa do Livro da USP acontece na internet

Devido à pandemia, a tradicional Festa do Livro da USP será virtual este ano. O evento, que reúne +170 editoras oferecendo livros dos seus catálogos com no mínimo 50% de desconto, começou nesta segunda (9) e vai até o dia 15 de novembro.

Funciona assim: no site, é possível acessar as listas de todas as editoras. Ao decidir pela compra de um livro, o interessado deve acessar o site da editora e finalizar a compra por lá. Isso significa que não será possível levar livros de editoras distintas pagando só um frete, mas foi a melhor solução encontrada pela Editora da USP (Edusp), promotora do evento, para não gerar custos às editoras, o que poderia afastar as menores. O site da festa, no momento, está lento. Via Jornal da USP.

Disney+ vem com tudo para o Brasil / O dilema da moderação em redes sociais

Acesse a edição 20#41: https://manualdousuario.net/20-41/ Apoie o Manual do Usuário: https://manualdousuario.net/apoie/ Neste podcast, Rodrigo Ghedin e Jacqueline Lafloufa falam de streaming. A Disney anunciou o preço do Disney+, seu serviço de streaming, no Brasil, e um punhado de parcerias com grandes empresas para impulsionar. Foi uma chegada agressiva, compatível com a alta competitividade do setor. […]

Os preços do iPhone 12 no Brasil

A Apple divulgou, nesta sexta (6), os preços sugeridos da linha iPhone 12 no Brasil:

  • iPhone 12 Mini (64 GB): R$ 7 mil.
  • iPhone 12 (64 GB): R$ 8 mil.
  • iPhone 12 Pro (128 GB): R$ 10 mil.
  • iPhone 12 Pro Max (128 GB): R$ 11 mil.

Os preços acima são das versões “de entrada”, com menos memória. Os modelos simples ainda contam com versões de 128 e 256 GB, e os Pro, de 256 e 512 GB. O iPhone 12 Pro Max de 512 GB custa R$ 14 mil. Comprando qualquer um deles à vista, a Apple concede 10% de desconto. Via MacMagazine.

Ministério da Saúde afirma que seus sistemas não foram invadidos

Coincidência ou não, surgiram relatos de que os sistemas informatizados de outros órgãos do poder público teriam sido hackeados, como os do Ministério da Saúde. Nesse caso, segundo a assessoria de imprensa, apenas algumas estações foram infectadas por um vírus, sem qualquer indício de invasão. O pedido do Departamento de Informática do SUS (DataSUS) para bloquear o acesso à internet e à rede interna foi por precaução, para evitar que o vírus se espalhasse. Via Reuters.

No Twitter, porém, um grupo chamado CyberTeam alega ter hackeado o site do Ministério da Saúde. Eles conseguiram colocar páginas HTML com mensagens em alguns locais do site.

O grupo responsável pelo hack no STJ

A partir do print do pedido de resgate encontrado nos sistemas do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Bleeping Computer, site especializado em segurança da informação, detectou o grupo por trás do ataque: é o RansomExx, que está bastante ativo desde junho e mira em alvos importantes — outras vítimas governamentais do grupo incluem os sistemas judiciário e de transporte público do Texas (EUA), o sistema de transporte público de Montreal (Canadá) e a Tyler Technologies, uma das maiores fornecedoras de tecnologia para o setor público dos EUA. Via Bleeping Computer (em inglês).

Ontem (5) à noite, o presidente do STJ, Humberto Martins, divulgou uma nota afirmando que os processos do tribunal estão seguros e que a inteligência do Exército se juntou à Polícia Federal para auxiliar nas investigações. Via Conjur.

O ataque hacker ao STJ

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) sofreu um ataque hacker na tarde desta terça-feira (3). “Por precaução, os prazos processuais seguem suspensos até a próxima segunda-feira (9/11)”, diz a nota do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Até lá, demandas urgentes estão sendo encaminhadas por e-mail. E, no final da nota, o CNJ recomenda aos usuários que “não utilizem computadores, ainda que os pessoais, que estejam conectados com algum dos sistemas informatizados da Corte, até que seja garantida a segurança do procedimento”. O site do STJ está com uma página simples/temporária, informando o ataque e os procedimentos excepcionais postos em virtude dele.

A nota não especifica que tipo de ataque foi esse. Nesta quinta (5), Diego Escorteguy, em seu novo blog (?), afirma ter ouvido de uma fonte de dentro do STJ que se trata de um ataque do tipo ransomware, quando o hacker criptografa todos os dados da vítima e exige um pagamento para liberar a chave. Diz, ainda, que o ataque foi grave e que o STJ e que os técnicos do tribunal e especialistas terceirizados não estão conseguindo contornar o problema. Via CNJ, O Bastidor.

Os celulares sendo recarregados no apagão no Amapá

Pessoas próximas a uma parede com tomadas, e vários celulares conectados a elas, sobre caixas vermelhas de extintores de incêndio.
Foto: Rafaella Bittencourt/Rede Amazônica.

O incêndio de uma subestação em Macapá causou um apagão em todo o estado do Amapá que já dura mais de dois dias. A população correu para estabelecimentos comerciais que contam com geradores, como shoppings, postos de combustíveis e o aeroporto. Em várias fotos (todas impressionantes), vê-se vários celulares pendurados em tomadas. Via G1.

Detalhes dos dados de clientes do James Delivery vazados no começo do ano

Clientes do James Delivery, do Grupo GPA, que têm seus e-mails cadastrados no Have I Been Pwned (HIBP, serviço de monitoramento de vazamentos) receberam nesta quinta (5) um alerta de que seus dados no James vazaram. O vazamento ocorreu em março deste ano, foi divulgado em junho e afetou pouco mais de 1,5 milhão de pessoas. Segundo o HIBP, os dados vazados são endereço de e-mail, localizações dos clientes (expressas em latitude e longitude) e senhas criptografadas. Via HIBP (em inglês).

Disney+ poderá ser assinado em “combos” com rivais Globoplay e Amazon Prime Video

A estratégia de lançamento do Disney+ no Brasil é agressiva. Nesta terça (3), a empresa anunciou seus preços no país, a pré-venda com desconto e uma série de parcerias que concedem vantagens ao assinante: com banco (Bradesco e Next), varejista (Mercado Livre), operadora de telefonia (Vivo) e — as que mais chamaram a atenção — rivais diretas no mercado de streaming, Globoplay e Amazon Prime Video.

Parece consolidar-se, com isso, a ideia de que a Netflix é a líder a ser batida no país. E que, com todas essas ofertas e possibilidades a preços mais acessíveis, a base de assinantes da TV por assinatura continuará minguando.

Atualização às 10h08: Aparentemente, a “parceria” com a Amazon foi uma brincadeira do social media, ou seja, não há parceria oficial entre as duas empresas. Não deixa de ser curiosa, porém, essa recepção calorosa de uma rival nas redes sociais.

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