“O que são esses desenhos de olhos esbugalhados?” A curiosa história do Dollify

“Ajudem o tio aqui: os fakes já passaram por várias modas nesses meus 10 anos de Twitter. Agora são esses desenhos de olhos esbugalhados. O que é isso?” A pergunta foi feita pelo Leandro Demori, editor-executivo do The Intercept Brasil. Os desenhos não são exclusividade de robôs e contas falsas no Twitter. Nas últimas semanas, redes sociais e aplicativos de mensagens foram tomados por uma legião dessas caricaturas bem peculiares. De onde elas vieram?

As caricaturas de traços delicados e que destacam os olhos, mas de uma maneira divergente da dos tradicionais desenhos japoneses — também caracterizados pelos olhões —, são feitas com um aplicativo chamado Dollify. Ele foi criado pelo artista digital costa-riquenho David Álvarez, conhecido na internet como Dave XP. Por e-mail, o Manual do Usuário bateu um papo com Dave para saber como o app surgiu.

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O que se perde quando “vemos Netflix” em vez de filmes

Cada vez mais os livros não têm capas: o rápido crescimento de tablets e e-readers fez com que mais livros fossem lidos em telas que não enfatizam a capa como um identificador visual e um delimitador físico. Uma capa já representou a individualidade tangível de um livro, sua discrição. Agora, nas telas, as capas persistem como imagens retangulares vestigiais, ornamentando de maneira supérflua resultados de busca ou PDFs. Essa mudança de ênfase significa que os leitores se envolvem mais diretamente com os próprios textos, em vez de julgar os livros por suas capas, como adverte o clichê? Cinquenta Tons de Cinza e livros de autoajuda ganharam popularidade em aparelhos pós-capa. Estamos finalmente livres para ler o que realmente queremos, seguros em saber que ninguém pode nos julgar?

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90 anos de Metropolis, o clássico filme de ficção científica de Fritz Lang

Entre as suas várias funções, a ficção tenta, com o uso de metáforas, analogias e exercícios de futurologia, nos fazer entender e vislumbrar aonde estamos indo. Nesse último sentido, a ficção científica se mostra especialmente importante em tempos de tecnicalidade extrema e uma confiança talvez sem precedentes de que a resolução dos nossos muitos conflitos passa por meio externos ao próprio ser humano.

Hoje, 10 de janeiro de 2017, a ficção científica no cinema celebra mais um aniversário. Há 90 anos, era lançado, em Berlim, o longa-metragem Metropolis, a obra-prima do cineasta Fritz Lang. Continue lendo “90 anos de Metropolis, o clássico filme de ficção científica de Fritz Lang”

Sinais de um futuro próximo

O argentino Fernando Barbella é diretor criativo da JWT, de Londres, e responde pela conta da divisão de Lumias da Microsoft. Mas não é por isso que ele está aqui. Antes de cuidar da publicidade dos smartphones da Microsoft, ele desenvolveu um trabalho em suas horas vagas chamado “Sinais de um futuro próximo.”

O próprio Fernando explica, em seu portfólio, qual é a dessa coletânea de imagens editadas (mais ou menos) distópicas: Continue lendo “Sinais de um futuro próximo”

A internet nunca foi tão bonita como neste vídeo psicodélico

A internet começou como uma rede do governo dos EUA e acabou se tornando o habitat natural de lolcats, GIFs animados, textões do Facebook, blogs como o Manual do Usuário e todo esse monte de informação que consumimos diariamente. Ela é algo que ninguém toca, que poucos veem, embora ocupe cada vez mais espaço físico no mundo. E que não para de crescer. Como podemos deixar ela ainda mais interessante no futuro?

Essa é a pergunta do Onward Internet, um projeto do estúdio Buck que junta as melhores ideias sobre o futuro da rede. E para promover o projeto, nada melhor que um vídeo lindão, todo animado e com muitas informações concentradas em pouco mais de um minuto — afinal, quem aguenta vídeos longos no YouTube, né? [Via Pristina] Continue lendo “A internet nunca foi tão bonita como neste vídeo psicodélico”

A arte das continuações de grandes filmes que nunca existiram

Estúdios de cinema investem cada vez mais em sequências de sucesso do passado. Na semana passada, por exemplo, tivemos a estréia de Debi e Lóide 2, vinte anos depois do original. É um tipo de projeto mais seguro aos grandes estúdios, já que franquias consolidadas costumam ter um retorno financeiro mais garantido.

Infelizmente, existem filmes incríveis que ou não deram dinheiro, ou que acabaram se perdendo entre diversos projetos de seus criadores. Em ambos os casos, são histórias que dificilmente ganharão uma sequência. Por conta disso, alguns artistas criaram imagens e títulos fascinantes para filmes que não devem sair do papel. Além das imagens que selecionamos, abaixo, você pode ver e comprar elas e outras no site oficial ou, caso passe por Los Angeles até o dia 23, conferir in loco a exposição SEQUEL: Artists Imagine Movie Sequels That Were Never Made. Continue lendo “A arte das continuações de grandes filmes que nunca existiram”

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