Celulares Nokia voltam ao Brasil: Os celulares da pandemia

A HMD Global escolheu um domingo para voltar a vender celulares Nokia no Brasil. O Nokia 2.3, modelo de entrada com preço sugerido de R$ 900, não é o melhor que os finlandeses têm a oferecer, mas é o primeiro passo de um retorno que já seria difícil de qualquer maneira, e que ficou ainda mais em meio a uma pandemia.

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O que um app de rastreamento de contatos para combater a COVID-19 precisa ter para não comprometer nossa privacidade

Por Andrew Crocker, Kurt Opsahl e Bennett Cyphers

Em todo o mundo, um eco diverso e crescente tem exigido o uso da tecnologia de proximidade dos celulares para combater a COVID-19. Especialistas em saúde pública e outros argumentam que os celulares poderiam oferecer uma solução a uma necessidade urgente de deteção rápida e generalizada de contatos, ou seja, monitorar pessoas com quem infectados têm contato na medida em que se deslocam por aí. Os proponentes desta abordagem apontam que muitas pessoas já têm celulares, que são frequentemente usados para rastrear a movimentação e as interacções dos usuários no mundo físico.

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Monopólios sempre emperraram a inovação — e não é diferente com as Big Tech

Dois mil e dez foi um ano movimentado em tecnologia. A Apple lançou o iPhone 4 e o iPad, comprou a startup Siri (que viraria seu assistente pessoal) e Steve Jobs voltou a aparecer após meses longe dos olhares do mundo. A Microsoft foi atrás da AWS com o Azure e ainda tentava entrar na guerra dos smartphones com o Windows Phone 7. A Amazon já ensaiava atacar outras frentes, mas a venda de livros ainda era seu negócio principal — em 2010, pela primeira vez, os e-books venderam mais que as cópias físicas. A Intel comprou a McAfee, Yahoo, Nokia e HTC eram relevantes e surgiram as primeiras informações sobre o smartphone que o Facebook estava fabricando (três anos depois descobriu-se que era por uma parceria com a HTC). Só o fato de ter o iPhone 4 e o iPad já dariam importância ao ano: o primeiro lançou essa tendências de smartphones “embalados” em vidro, o segundo desengatilhou uma outra tendência — ainda viva, mas de menor fôlego, é verdade —, de tablets como substitutos de notebooks.

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A Apple quebrou o aplicativo velho e confiável que uso para editar podcasts

Existe um universo paralelo ao dos apps caros de empresas como Adobe e Microsoft e gratuitos e super ativos, como os do Google. Ele é composto por trabalhos colaborativos de código aberto, aplicativos gratuitos, projetos de fim de semana e softwares de empresas que não se importam com eles ou nem existem mais. Por sorte, competência, amor à causa ou variações de misturas desses elementos, mesmo sem incentivos, dinheiro ou mesmo a mais básica atenção tais apps seguem funcionando indefinidamente, satisfazendo usuários em tarefas específicas por anos a fio. Até que uma atualização do sistema operacional aparece e os quebra sem nenhuma boa justificativa.

Os podcasts do Manual do Usuário são editados com duas ferramentas do tipo. O grosso da edição é feito com o Audacity, um editor de áudio de código aberto e totalmente gratuito. A interface é horrenda, mas ele funciona super bem. Após remover silêncios, atropelos e incluir efeitos sonoros, pego as faixas faladas e passo elas no Levelator. Também gratuito, mas de código fechado, ele é um desses programas que só dá para definir como “mágicos”: basta arrastar o arquivo de áudio para ele e, automaticamente, um algoritmo nivela todas as vozes, ou seja, as deixa no mesmo volume.

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Só pelo novo indicador de volume já vale a pena atualizar um iPhone para o iOS 13

Nesta quinta-feira (19), a Apple libera a versão final do iOS 13 para todos os usuários de iPhone (6S e posteriores) e iPod touch de 7ª geração. Pela primeira vez o iPad ficou de fora, mas por um bom motivo: ele agora tem seu próprio sistema, o iPadOS, e este só chega no dia 24 de setembro.

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