A Apple quebrou o aplicativo velho e confiável que uso para editar podcasts

Existe um universo paralelo ao dos apps caros de empresas como Adobe e Microsoft e gratuitos e super ativos, como os do Google. Ele é composto por trabalhos colaborativos de código aberto, aplicativos gratuitos, projetos de fim de semana e softwares de empresas que não se importam com eles ou nem existem mais. Por sorte, competência, amor à causa ou variações de misturas desses elementos, mesmo sem incentivos, dinheiro ou mesmo a mais básica atenção tais apps seguem funcionando indefinidamente, satisfazendo usuários em tarefas específicas por anos a fio. Até que uma atualização do sistema operacional aparece e os quebra sem nenhuma boa justificativa.

Os podcasts do Manual do Usuário são editados com duas ferramentas do tipo. O grosso da edição é feito com o Audacity, um editor de áudio de código aberto e totalmente gratuito. A interface é horrenda, mas ele funciona super bem. Após remover silêncios, atropelos e incluir efeitos sonoros, pego as faixas faladas e passo elas no Levelator. Também gratuito, mas de código fechado, ele é um desses programas que só dá para definir como “mágicos”: basta arrastar o arquivo de áudio para ele e, automaticamente, um algoritmo nivela todas as vozes, ou seja, as deixa no mesmo volume.

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Só pelo novo indicador de volume já vale a pena atualizar um iPhone para o iOS 13

Nesta quinta-feira (19), a Apple libera a versão final do iOS 13 para todos os usuários de iPhone (6S e posteriores) e iPod touch de 7ª geração. Pela primeira vez o iPad ficou de fora, mas por um bom motivo: ele agora tem seu próprio sistema, o iPadOS, e este só chega no dia 24 de setembro.

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A (falta de?) inovação da Apple; O que esperar da CPMI das fake news

Neste Guia Prático, eu (Rodrigo Ghedin), Guilherme Tagiaroli e Giovanni Santa Rosa falamos de iPhone 11 e da pergunta que há anos gera debates acalorados em caixas de comentários de sites especializados: a Apple não inova mais? No segundo bloco, o assunto é política, ou as possíveis implicações da CPMI das fake news, iniciada no último dia 9 de setembro, nas empresas de internet que estão no centro da crise da desinformação que aflige o mundo.

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Um dia ruim para a Netflix

A Netflix começou digitalizando as vídeo locadoras. Não os filmes em si, mas o espaço físico mesmo. Os clientes alugavam filmes em DVDs e a empresa os distribuía via Correios. Mas foi só quando alguém lá dentro teve a sacada de que poderia ir além e remover o último elemento físico do negócio, o disco de DVD, que ela deslanchou. Afinal, a digitalização total era uma ótima ideia, tão boa que surpreende que estúdios fornecedores de conteúdo e donos das plataformas onde a Netflix roda tenham demorado tanto para copiá-la.

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Nada novo nos novos iPhones

“Vou comprar o iPhone 11 Pro por inércia, por estar fechada no ecossistema, falta de tempo/energia para pesquisar por alternativas melhores ou executar os movimentos para migrar e porque meu iPhone de dois anos quebrou bem na hora (há um mês)”, escreveu a jornalista norte-americana Casey Johnston enquanto a Apple anunciava a safra 2019 de iPhones. “Não tenho ideia de que recursos ele tem”.

O relato dela representa uma teoria que a estabilidade do número de iPhones vendidos ano após ano desde meados desta década meio que confirma: a de que pouca gente compra celulares da Apple após compará-los minuciosamente às melhores ofertas da Samsung, Motorola, [insira uma marca Android aqui]. A maioria dos que compram iPhone fazem isso porque… bem, porque é um iPhone. Modelo? O mais recente que o orçamento permitir.

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