A hora e a vez do teclado mecânico

Muitos de nós passamos os dias sentados, cutucando pecinhas plásticas enquanto focamos em uma tela grande a algumas dezenas de centímetros dos nossos olhos — em outras palavras, usando um computador. Embora interfaces de voz já sejam realidade, é mais fácil apertar estas teclas do que ditar planilhas, textos complexos ou qualquer outra coisa que não seja “Ok Google, vai chover hoje?” ou “E aí Siri, toque aquela playlist”. Somos, e provavelmente ainda seremos por algum tempo, dependentes dos teclados de computador.

Como quase tudo que é comercializável, teclados de computador também têm sabores diversos, ao gosto do cliente. Recentemente, os chamados teclados mecânicos conquistaram espaço junto ao público gamer e, embora as características mais acentuadas deles sejam o festival de luzes coloridas que emitem e nomes comerciais que seu primo de 12 anos inventaria com alusões à guerra e outras temáticas típicas do macho inseguro, não são elas que definem um teclado mecânico.

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Chromecast de 3ª geração: objeto de transição

O Google lança nesta terça (5), no Brasil, a terceira geração do Chromecast, acessório que conecta TVs à internet transformando-as em “smart”. O dispositivo já está à venda nas principais lojas do varejo brasileiro pelo preço sugerido de R$ 349. O Manual do Usuário deu uma olhada nele e conta a você o que mudou.

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Homem de 30 e poucos anos compra um mouse gamer

Recentemente constatei que, com a exceção da cama, passei a maior parte da minha vida sentado em uma cadeira olhando para uma tela de computador. Após lidar alguns dias com este que muito provavelmente foi o insight mais deprimente que você leu hoje, decidi investir uma parte do décimo terceiro em conforto quando estiver desgastando as minhas retinas lendo comentários raivosos na internet. #Lifehack: A melhor maneira de lidar com a opressão do capitalismo é servindo-se dele. Continue lendo “Homem de 30 e poucos anos compra um mouse gamer”

F30 Pro, da 8bitdo, moderniza os antigos (e ótimos) controles de videogame

Em algum ponto no meio da vida do primeiro PlayStation, a Sony lançou controles com direcionais analógicos. Fazia sentido nos ambientes tridimensionais que aquele videogame proporcionava. Em jogos antigos ou nos modernos que preservam quatro ou oito eixos? Nem tanto. A 8bitdo, de Hong Kong, está suprindo a demanda por bons controles com direcionais digitais em formato de cruz. E está fazendo isso muito bem. Continue lendo “F30 Pro, da 8bitdo, moderniza os antigos (e ótimos) controles de videogame”

[Review] Gear Sport, o relógio inteligente para esportistas da Samsung

Em 2013, quando smartwatches (ou relógios inteligentes) surgiram, eles prometiam nos livrar do vício do smartphone e, quando fosse impossível ignorar as notificações, tornar o ato de olhá-las menos rude. A categoria falhou nesses dois objetivos, mas encontrou utilidades mais humildes e virou um acessório considerado por uma pequena parcela dos consumidores — o que já é um grande mérito se lembrarmos de outras investidas recentes da indústria de tecnologia que tiveram um final pior, como o Google Glass e as TVs 3D. Continue lendo “[Review] Gear Sport, o relógio inteligente para esportistas da Samsung”

[Review] A sonzera que a Aquarius Acqua Rock in Rio consegue fazer

Vem do Rio de Janeiro e com a marca estampada do Rock in Rio, o grande evento musical que há décadas traz bandas de renome internacional à capital carioca (e a… ahn, Lisboa?), uma das caixinhas de som Bluetooth mais baratas e, provavelmente, mais vendidas do país. Frequentemente disponível no varejo por menos de R$ 40, a Aquarius Acqua Rock in Rio é boa? Continue lendo “[Review] A sonzera que a Aquarius Acqua Rock in Rio consegue fazer”

Como tornar a tecnologia cool em três passos

Nos últimos meses tenho lido muito sobre fones de ouvido. Não é que eu tenha me tornado um fã deles (sou Jaybird X2 e Sony DMR-10 desde criancinha), mas porque fiquei obcecado com como eles entraram na moda. Há décadas que ninguém fica engraçado usando um grande par de headphones. Nós usamos essas alças enormes e coloridas com conchas gigantes que parecem, numa análise fria, ridículas; mas os fones de ouvido por si só não parecem ridículos. Na pior das hipóteses eles são invisíveis; na melhor, são cool o bastante para que justifiquem as centenas de dólares que as melhores marcas cobram. Continue lendo “Como tornar a tecnologia cool em três passos”

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