O escritório em casa de João Eduardo Medeiros

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos (veja todos que já foram publicados). Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do João.


Já tinha enviado uma foto do meu escritório uns anos atrás, mas muita coisa mudou desde então.

Hoje trabalho como desenvolvedor de software (e um pouco de engenheiro de dados também) em uma empresa localizada em Austin (TX), Estados Unidos. Já trabalho em home office há quase quatro anos. É a segunda empresa em que trabalho dessa forma, portanto nada de novo para mim durante a pandemia. (A COVID-19 só me afetou porque acabamos tendo que cancelar o encontro da equipe em Austin, que aconteceria em março.)

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Foxconn de Jundiaí (SP) não libera funcionários na pandemia mesmo batendo recordes de produção

Na guerra contra o SARS-CoV-2, o coronavírus causador da COVID-19, é unânime entre os especialistas a opinião de que o distanciamento social, aquele isolamento voluntário dentro de casa, é a melhor aposta para desacelerar o contágio, achatar a curva e dar uma chance ao sistema de saúde de tratar todos os contaminados. Entre os empresários, essa unanimidade não existe.

Um funcionário da planta fabril da Foxconn em Jundiaí, no interior de São Paulo, enviou ao Manual do Usuário um relato de como tem sido trabalhar lá nas últimas semanas sob a ameaça do coronavírus.

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Bloco de notas 20#10: Você permitiu que a In Loco monitore a sua localização?

Notinhas, impressões pessoais e curiosidades do mundo da tecnologia.


Você permitiu que a In Loco monitore a sua localização?

No último fim de semana, a In Loco, startup de Recife (PE), divulgou que 60% dos brasileiros aderiram ao distanciamento social [Brazil Journal]. Como ela sabe disso? Analisando dados dos 60 milhões de celulares que monitora. A startup afirma que coleta esses dados com o consentimento de cada usuário. Eu nunca tinha ouvido falar da In Loco. Alguma coisa aí não bate.

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A falta de privacidade — planejada e acidental — do Zoom

É um tanto difícil falar em vencedores durante uma pandemia, mas, se nos permitirmos esse exercício, o Zoom, empresa norte-americana que oferece um serviço de videochamadas via internet, entraria fácil nessa seleção.

O sucesso estrondoso do Zoom se funda em dois aspectos: a facilidade de uso — basta ter um link para entrar em uma conversa — e a qualidade da imagem e som, que decorre diretamente da obsessão em manter a latência abaixo de 150 ms, aquele “atraso” do áudio em relação ao vídeo, mesmo em salas lotadas — o sistema suporta até 100 participantes em uma chamada, e até 1 mil no modo webinar, em ambos com recursos avançados como compartilhamento de tela, enquetes e espelhamento em plataformas de streaming (YouTube, Facebook).

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