Primeiras impressões do G Pad 7.0 V400

Depois do surpreendente G Pad 8.3, a LG aumentou a família com três modelos. As configurações são idênticas, a única mudança substancial é no tamanho da tela, que vai de 7 a 10,1 polegadas. Estou com o menor da turma, o G Pad 7.0 V400, para testar e abaixo comento as primeiras impressões ao abrir a caixa.

Tela IPS do G Pad 7.0 V400.

Gostei: Tablets de 7 polegadas são pequenos, leves, fáceis de transportar e manejar. O G Pad 7.0 não foge a essa regra, pois. Ele já vem com a personalização do Android atualizada, a mesma do G3, e isso é muito bom. Apesar da resolução não arrancar suspiros, pelo tamanho da tela ela parece suficiente para renderizar texto e ícones sem que eles fiquem borrados. Tem duas câmeras (!), uma atrás e outra frontal.

Não gostei: Já que é um negócio pequeno, poderia ser um pouco mais leve e fino. A textura da parte de trás não é muito agradável. Tenho um pouco de receio se essa configuração, composta por um Snapdragon 400 e 1 GB de RAM, dará conta de sessões mais intensas.

Perfil do G Pad 7.0.

O que mais? Ele tem slot para cartão microSD e não sei se é do pacote, ou se alguém esqueceu, mas esta unidade veio com um de 4 GB espetado. E ela é preta; a LG vende o G Pad 7.0 em quatro cores (além dessa, em branco, vermelho e azul). Queria uma diferente </3

Você já sabe: nos próximos dias, testes e mais testes e, ao final, um review. Se tiver alguma dúvida, deixe-a nos comentários e tentarei responder, aqui mesmo ou na análise.

[Review] Capas para iPhone e iPad da Prodigee

Em mais de uma oportunidade manifestei, aqui e em outros meios, meu desapego pelos smartphones. Eu abraço o risco (no sentido de arriscar, não o risco na tela). Não uso capinha, case, nada disso para proteger meu aparelho. Gosto dele ao natural, com o tamanho, peso e equilíbrio concebidos pela fabricante ainda que, desnudo, ele fique mais suscetível a acidentes.

As marcas de um gadget carregam um certo charme, são histórias contadas sem palavras. Isso vale não só para objetos inanimados; para a gente, também. O iPhone 5, meu atual smartphone, é especialmente sensível. Digo, ele é duro na queda (no meu caso, nas quedas), mas aquela borda chanfrada só de olhar fica detonada. E alguns tropeços depois, ela está assim: Continue lendo “[Review] Capas para iPhone e iPad da Prodigee”

[Review] G3, o primeiro smartphone global com tela QuadHD

Com hardware e software virtualmente idênticos, as fabricantes de smartphones Android sempre buscaram, desde o início, por diferenciais para se destacarem da multidão. Dessa busca resultaram as skins e personalizações do sistema e apetrechos de hardware, tudo isso no mínimo questionável.

É bem difícil fazer um smartphone topo de linha ruim em 2014. Se ser bom é o básico, como então chamar a atenção sem cair nos pecados citados acima? Uma saída é apelar para marketing. Outra, adotada pela LG no G3, terceira versão do seu topo de linha, é empurrar para mais longe os limites da tecnologia e, ao mesmo tempo, torná-la mais simples. O G3 ganhou um banho de loja e tem a tela com maior resolução do mercado. É o suficiente para levá-lo ao trono dos smartphones Android? Continue lendo “[Review] G3, o primeiro smartphone global com tela QuadHD”

Primeiras impressões do Zenfone 5

Não é de hoje que a Asus produz e comercializa smartphones. Bom, pelo menos do outro lado do mundo. Aqui, no Brasil especificamente, a fabricante taiwanesa se prepara para entrar nesse disputado segmento com três aparelhos da linha Zenfone. O intermediário, Zenfone 5, chegou para eu testar e enquanto brinco e analiso suas virtudes e defeitos, segue um rápido hands-on misturado com primeiras impressões.

Acabamento bonito do Zenfone 5.

Gostei: do visual. É um smartphone bem bonito e isso ajuda a disfarçar um pouco a espessura — no ponto mais grosso, chega a 10,3 mm. Minha unidade tem a tampa branca e a frente escura, com um efeito metalizado em radial na base. Parece uma mistureba descrevendo assim, mas o resultado é de bom gosto. A empunhadura, mesmo sendo um smartphone de 5 polegadas, parece ok; para ter certeza, só usando por mais tempo mesmo. Continue lendo “Primeiras impressões do Zenfone 5”

[Review] Gear Fit, o elo perdido entre smartwatches e pulseiras fitness

Enquanto Google, Apple, Motorola e outras gigantes tentam resolver o quebra-cabeças que é colocar um relógio inteligente que seja útil, bonito e durável , a Samsung, que também integra esse time, paralelamente tem uma aposta low profile: uma pulseira para monitorar exercícios físicos com tela, que exibe as horas e tem algumas funções extras.

O Gear Fit é o elo perdido entre smartwatches e pulseiras fitness como a SmartBand, da Sony. Será que ele é a melhor personificação desse ressurgimento dos relógios? Descobriremos agora. Continue lendo “[Review] Gear Fit, o elo perdido entre smartwatches e pulseiras fitness”

[Review] Galaxy S5, de volta às raízes

Há três anos, smartphones Android não eram tão bons. Estávamos nas versões 2.x e essas tinham problemas crônicos de desempenho, visual horrendo e uns poucos apps realmente legais. O hardware não era tão padronizado quanto hoje, o que dava espaço para grandes saltos. Nesse cenário caótico a Samsung ganhou a dianteira com o Galaxy SII, um smartphone que deixava para trás seus concorrentes.

Mas o mundo mudou e, hoje, a situação é diferente. Hardware virou commodity, as rivais da Samsung amadureceram e o que era uma virtude, os incrementos no Android trazidos pela camada de software Touchwiz, se transformou em defeito. O Galaxy S5 surgiu com menos pompa que seus dois antecessores, na apresentação e no discurso. A promessa da Samsung era de “voltar às raízes”. Conseguiu? É o que descobriremos juntos em mais um review no Manual do Usuário. Continue lendo “[Review] Galaxy S5, de volta às raízes”

[Review] Tegra Note, o tablet Android para quem joga

Marca tradicional entre entusiastas de PCs, a Nvidia ainda busca a mesma reputação em dispositivos móveis com seu SoC Tegra. Até agora, mesmo com cinco gerações, ainda não convenceu nem a mídia, nem os consumidores de que o coração verde é um diferencial que vale a pena exigir na hora de comprar um smartphone ou tablet. O último a desembarcar no Brasil com a missão de reverter tal cenário é o Tegra Note, da Gradiente.

Equipado com o SoC Tegra 4, o Tegra Note é, antes de um produto da Gradiente, um projeto da própria Nvidia. O modelo de distribuição lembra bastante o de integradores nacionais que licenciam dispositivos de OEM chineses e só fazem o rebranding e/ou a montagem no Brasil. O mesmo Tegra Note é vendido por fabricantes diferentes dependendo da região do globo onde você estiver — nos EUA, EVGA; no Reino Unido, Advent; na Rússia, Gigabyte, e assim por diante.

Um tablet de sete polegadas, o Tegra Note promete ser rápido, especialmente em jogos, sem se esquecer de outras características importantes nesse tipo de equipamento, como boa tela e longa autonomia. Ele cumpre a promessa? Veremos a seguir. Continue lendo “[Review] Tegra Note, o tablet Android para quem joga”

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