[Review] Nokia MD-12: Como é possível sair tanto som de um negócio tão pequeno?

Dizem, os mais velhos e as produções audiovisuais da época, que nos anos 1980 as pessoas andavam por aí com aparelhos de som enormes movidos a baterias, as boomboxes. Talvez o equivalente moderno daqueles trambolhos sejam as pequenas caixas de som Bluetooth.

Menores, conectadas e com um som de respeito, elas são fáceis de transportar, duram bastante longe da tomada e, de quebra, ainda são bonitas. Uma das menores disponíveis no mercado é a MD-12, da Microsoft (ainda com a marca da Nokia estampada). Ela está, também, entre as mais baratas do Brasil, o que é sempre interessante, mas um detalhe suscita o questionamento: é o tipo de economia que vale a pena? Descobriremos agora. Continue lendo “[Review] Nokia MD-12: Como é possível sair tanto som de um negócio tão pequeno?”

5 relógios (não tão) inteligentes, mas lindos e com baterias duradouras

Os relógios inteligentes, ou smartwatches, são a nova menina dos olhos para as grandes empresas de tecnologia. Infelizmente eles ainda precisam melhorar em pontos-chave como autonomia e, em muitos casos, design. Embora não sejam tão inteligentes, uma leva alternativa de relógios que não são tão “smart”, mas mais bonitos e capazes de fazer algumas coisas a mais do que o despertador daquele seu clássico Casio de R$ 20 sem pedir recarga todo dia, já está aí. Eles são mais acessórios de beleza do que relógios, mas passam longe de serem só corpinhos bonitos. Conheça-os: Continue lendo “5 relógios (não tão) inteligentes, mas lindos e com baterias duradouras”

[Review] Novo Moto G: o melhor smartphone para quem não quer gastar muito continua reinando

Por mais que Apple e Samsung discordem a ponto de levar a celeuma à justiça, é difícil fazer um smartphone diferente. Todos, ou quase todos cabem na palma da mão, são finos, têm uma tela em um dos lados, fazem ligações e aceitam aplicativos e jogos. É uma descrição rasteira, e que por isso alcança a totalidade dos smartphones lançados até hoje.

Se é tão fácil englobá-los, como se diferenciar? Não é uma pergunta de resposta fácil, e isso se reflete no próprio mercado. Todos os anos dezenas, talvez centenas de smartphones são anunciados e lançados. Quantos, para além do seu próprio aparelho, se destacam e ficam gravados no imaginário popular? Poucos, bem poucos.

Um dos mais fortes e recentes foi o Moto G, da Motorola. Um smartphone intermediário, com configurações modestas, mas bem competente. Seu grande trunfo não era nada do ponto de vista técnico, mas sim gerencial: a mágica logístico-financeira que a Motorola fez para cobrar R$ 600 em um aparelho que, sem muita dificuldade, estava no mesmo nível de concorrentes que custavam quase o dobro. Esse trabalho se refletiu em vendas sem precedentes e transformaram o Moto G no celular mais vendido do Brasil. Continue lendo “[Review] Novo Moto G: o melhor smartphone para quem não quer gastar muito continua reinando”

[Review] G Pad 7.0 V400, o tablet mais simples (e barato) da LG

Todo novo iPad que a Apple anuncia se torna objeto de desejo por quem busca um bom tablet. A Samsung tem alguns diferenciais nos seus melhores modelos: o Galaxy Note Pro é praticamente um quadro para a canetinha bacana que vem junto, e o Galaxy Tab S, uma tela deslumbrante. A LG, por sua vez, aposta em custo-benefício e disso saiu com um dos melhores do Brasil, o G Pad 8.3. A Dell lançará em breve o surpreendente tablet mais fino do mundo.

Toda fabricante se esforça para, nos tiers superiores, oferecer o melhor da tecnologia atual a seus clientes. O único problema é que isso custo caro, precisa gerar lucro e, para fechar a conta, os preços passam longe de serem baratos. Como nem todos podem dar mais de dois salários mínimos em um tablet, a alternativa são os modelos simples que cabem em orçamentos apertados — se duvidar, até pagando à vista.

O G Pad 7.0 V400, da LG, é o membro mais barato da família de tablets da fabricante sul-coreana. Ele foi lançado no final de setembro com o preço sugerido de R$ 599. Hoje, já é encontrado por bem menos. Para quem busca um tablet para atividades simples, como navegação web e leitura, importa saber se a economia na compra cobra o preço durante o uso. Estive com uma unidade nas últimas semanas a fim de responder essa pergunta. Continue lendo “[Review] G Pad 7.0 V400, o tablet mais simples (e barato) da LG”

[Review] Zenfone 5, a estreia em grande estilo da Asus no Brasil

O Zenfone 5 oficializa a entrada dos smartphones da Asus no mercado brasileiro. E a estreia é em um dos segmentos mais acirrados dos últimos meses, o dos intermediários, repleto de aparelhos similares e com valores que rondam os R$ 600.

Tomar a liderança de um certo smartphone aí não é das tarefas mais fáceis, mas a Asus, com uma campanha de lançamento grandiosa e muita confiança em seu taco, acha que é possível. Nas últimas semanas estive com uma unidade do Zenfone 5 e agora, com o produto já nas lojas, conto a você o que achei dele. Continue lendo “[Review] Zenfone 5, a estreia em grande estilo da Asus no Brasil”

O Nexus 5 é o Cruzeiro do brasileirão: um campeão discreto

Encontrei algumas fotos do Nexus 5 perdidas numa daquelas pastas temporárias na área de trabalho que, pelo tempo que estão ali, dá quase para dizer que viraram pastas fixas. E aí pensei: escrever sobre ele? Sim ou não? Só algumas palavras, talvez… Ah, por que não?

Os smartphones da linha Nexus têm uma gênese diferente da dos demais. Eles são fabricados por empresas tradicionais da telefonia móvel, como Samsung e LG, mas são vendidos como aparelhos do Google. Diferentemente do que rola com um Galaxy S5 ou G3, as fabricantes não mexem no Android; é a experiência pura e isso, por si só, destaca essa linha. Pela lógica parece que não, mas aqui, menos é mais, e ter o Android sem penduricalhos, aplicativos extras e personalizações duvidosas é um grande plus, diria até que é o principal motivo para se comprar um Nexus. Continue lendo “O Nexus 5 é o Cruzeiro do brasileirão: um campeão discreto”

Primeiras impressões do novo Moto G (2014)

Um ano depois de ser lançado e cair no gosto do público, o renovado Moto G chegou para mim hoje. Poucas mudanças à primeira vista, mas estou curioso para usá-lo por mais tempo a fim de ver se o seu reinado entre os intermediários continua.

Detalhe da câmera.

Gostei: Embora maior, a ergonomia do novo Moto G continua muito boa. Era um dos pontos altos do original e, aparentemente, se manteve nessa atualização. Além da boa empunhadura, o design é bonito e discreto, e agora há TV digital, slot para microSD e alto-falantes estéreo. Essa versão vem também com uma capinha extra, verde/azul, na caixa.

Não gostei: No visual, a única parte esquisita são os frisos cinza na frente. Eles são fechados, não opacos e se destacam de uma forma meio errada. Embora a empunhadura continue boa, de cara a preferência pela tela menor de antes, que eu tinha comigo antes de ter o novo Moto G na mão, se confirmou. Era melhor antes.

Deste detalhe do novo Moto G eu não gostei.

O que mais? As configurações internas do novo Moto G, como SoC e memória, continuam iguais, bem como outros detalhes (fones de ouvido, carregador de parede e até a antena, a mesma do Moto E).

Você tem alguma dúvida sobre o novo modelo? Pergunte aí nos comentários. Tentarei responder todas e, também, fazer um comparativo com o modelo da geração passada.

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