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O jovem quer acabar com o e-mail / Super apps são “super” mesmo?

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É o fim do e-mail? A geração que está chegando ao mercado de trabalho aposta que sim — pelo menos nos Estados Unidos, segundo o New York Times. No Guia Prático a afirmação não é unanimidade. Apesar de “antiquado” e mal usado por muita gente, Rodrigo Ghedin acha que o e-mail ainda tem espaço e virtudes que os apps de mensagens não conseguem replicar. Jacqueline Lafloufa, por outro lado, acha que os jovens têm um bom argumento e que, embora o e-mail não vá desaparecer, aplicativos de mensagens — do WhatsApp ao Slack — podem se tornar o meio de comunicação padrão no trabalho e na vida.

No segundo bloco, pegamos carona na matéria sobre super apps do Manual para falar deles, mas agora do nosso ponto de vista. O que faz um super app? E, dos que estão disponíveis, quais são super mesmo? Contamos nossas experiências e impressões neste bloco.

Nas indicações culturais, Jacque trouxe o livro O projeto Decamerão: 29 histórias da pandemia [Amazon, Magalu, editora]1, de vários autores, publicado no Brasil pela Rocco, e Ghedin, a série Onde está meu coração [Globoplay], de George Moura e Sergio Goldenberg, dirigida por Noa Bressane.

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5 comentários

  1. Ainda estou ouvindo o podcast… mas cada ferramenta tem sua utilidade! Me parece a mesma bullshit de quem dizia que a televisão acabaria com o rádio, a internet acabaria com a tv e etc…

    Eu uso o e-mail e vou usar por muito tempo, porque tem coisas que são melhores que sejam assíncronas e independentes de plataforma…

    Aplicativos que requerem uma única plataforma é um erro crasso típico dos jovens que acham que estão descobrindo a roda :-)

  2. sobre as vantagens do e-mail, concordo com ghedin

    sobre a inevitabilidade de sua derrocada, concordo com jacqueline

    inclusive acho que devíamos pensar seriamente em pautar legislação forçando o uso de protocolos abertos em aplicativos de mensagens instantâneas

  3. O Ghedin tocou no que, para mim, é a principal vantagem do e-mail: é um sistema descentralizado. Se você usa Gmail, eu Outlook, e um terceiro Fastmail, não não teremos nenhum problema em nos comunicar. Ou seja, não ficamos nas mãos de uma só empresa que dita as regras. Talvez o e-mail seja uma das últimas trincheiras de uma Internet pensada nessa lógica. E isso é essencial.

    Fora isso, achei divertido que muitos dos pontos que a Jaque menciona como “a melhorar” nos mensageiros já estão resolvidos no e-mail hehe Mas vejo sim benefícios nos mensageiros também, acho que eles se complementam, uma pena que essa lógica de interoperabilidade tenha sido abandonada nos mensageiros.

    A minha opinião é no meio: os mensageiros tem sua utilidade, principalmente para comunicações mais rápidas e urgentes – a Jaque citou um bom exemplo, o dos grupos. Há contextos em que eles fazem, sim, muito mais sentido. É há muitos outros contextos em que o e-mail faz muito mais sentido.

    Seria bom se ambas as soluções continuassem existindo, cada um com o seu papel.

  4. Ótimo episódio!
    Bem vou dar as minha opiniões.

    Sobre o e-mail, eu vejo várias vantagens. Acho que todas elas foram citadas no bate papo, sendo a primeira o fato de ser algo não imediatista, como o próprio nome já diz, uma carta digital. Tu recebe, lê, pensa no que escrever. Faz um rascunho, salva. Mais tarde pode voltar, editar, e então enviar. Outro ponto é a facilidade organizacional das mensagens, dos remetentes, etc, o que possibilita deixar tudo muito bem organizado e fácil de achar. Filtros de spam são uma das melhores coisas já criadas (e eu também tenho recebido muito spam por SMS e WhatsApp). Também vejo como vantagem o fato de ser algo “mais oficial” do que uma simples troca de mensagens em um WhatsApp da vida (na verdade eu nunca havia parado para pensar nesse ponto até que, num emprego que tive há uns 6 anos, meu antigo chefe, um ex-agricultor, falou isso para mim). Mas o mais importante o Rodrigo também citou, que é o fato dele ser um protocolo aberto, que independe de provedores de serviço. Isso é o mais lindo, não importa o aparelho usado, o programa ou o servidor, sempre há comunicação. Isso é muito bonito, é lindo! Vida longa ao e-mail! \o/

    Sobre os “super apps”… bem, posso dizer que eu não gosto dessa ideia, não gosto do fato de criarmos jardins murados e nos fecharmos neles. O meu maior super app chama-se Mozilla Firefox. Ele sim faz de tudo e me permite escolher onde ir e como ir. Não fico preso aos “amiguinhos” do “super app”. Sou cliente do Banco Inter e acho muito, muito (infinitos muitos) chato as notificações diárias (e muitas vezes mais de uma vez ao dia) sobre as lojas e serviços dentro do aplicativo. Se, e quando, eu quiser comprar algo, ou contratar algo, eu vou atrás, até lá, por favor, que fique quieto e não me encha o saco. Isso me irrita por demais, e mais de uma vez já pensei em fechar minha conta lá por causa disso.

    Ah, e no final o Rodrigo citou algumas matérias do MdU desta semana e uma delas era sobre o fato do site estar hospedando seus próprios vídeos. Já postei lá na matéria mas vou postar aqui novamente. Eu achei muito legal essa atitude. Os podcasts eu costumo ouvir aqui, sempre, agora tendo a chance de ver os vídeos eu fico mais agradecido ainda.

    Obrigado, Jacque e Rodrigo por mais esse bate-papo.

  5. Ótimo papo, como sempre. Eu sou um freguês de carteirinha do email – além de já ser meio velho, assino muitas newsletters e me comunico por email com o grupo editorial para o qual eu presto serviços de revisão. Só que…
    1. Boa parte das fontes das newsletters (incluindo o Manual do Usuário) têm adotado o Telegram como via de divulgação. E, por ser freguês também do Telegram, eu acabo recebendo as mesmas informações em dois canais.
    2. Algumas pessoas do grupo editorial também se comunicam por Skype (uma delas até disse que prefere esse canal de comunicação).
    Não sei não, mas acho que sem querer estou me tornando um desses usuários de novos meios de informação de que vocês falam. Vamos ver onde vai dar essa migração…

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