Coisas obsoletas que ainda usamos / YouTube vai colocar anúncios em seus vídeos sem dividir receita

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Nesta semana, Rodrigo Ghedin e Jacqueline Lafloufa vasculham o fundo do baú para resgatar gadgets antigos, ou “obsoletos”, mas que continuam em uso. O gancho foi a ~passagem do iPad 2 para o grupo dos produtos obsoletos, segundo a Apple. Mas quando, exatamente, algo se torna obsoleto? Isso representa o fim da vida útil de um produto? De que maneiras é possível reutilizar e até ressignificar produtos que não usamos mais?

No segundo bloco, voltamos a nossa atenção à vindoura alteração nos termos de uso do YouTube, em 1º de junho, que dará à plataforma de vídeos do Google o direito de inserir anúncios em vídeos de canais não elegíveis ao seu programa de parcerias. Em outras palavras, nesses casos o YouTube vai veicular anúncios sem dividir a receita com os donos deles. É frustrante, afinal é uma regra antiga que muda, de uma hora para outra, em prejuízo dos usuários. E o pior é que as alternativas ao YouTube são cheias de obstáculos. O que fazer, então? E por que o Manual do Usuário tem um canal justo no YouTube?

Nas indicações, Jacque trouxe a série The bold type [Netflix], de Sarah Watson, e Ghedin, o filme O novíssimo testamento [Globoplay], dirigido por Jaco Van Dormael. Confira as nossas indicações literárias.

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12 comentários

  1. Um detalhe interessante sobre o Jaco Van Dormael é que ele dirigiu “Mr. Nobody” (2009), um filme incrível, top #1 na minha lista de filmes favoritos da vida!

    1. Olha só! Eu assisti a Mr. Nobody faz muitos anos, acho que próximo do lançamento. Lembro de um filme surreal e que talvez mereça outro olhar agora, mais de uma década depois.

  2. Acho que ocorreu uma confusão aqui. O iPad 2 é de 2011 e o iPad mini 2 (mencionado pela Jacqueline) é de 2013. Talvez o iPad mini 2 ainda funcione bem, mas o iPad 2 nem tanto. Tenho um, e a maioria dos aplicativos são lentos ou persistem de forma bem limitada (restritos ao IOS 9). O Google Meet, por exemplo, não dá pra usar no iPad 2. E isso aconteceu com a maior parte dos apps que utilizo para fins educacionais (sou professor). Por isso, acabei comprando um iPad Air em 2019.

  3. Ghedin e Lafloufa, gosto muito do podcast de vocês, mas sinto muita falta de links com as reportagens citadas durante o programa. Geralmente escuto o podcast quando estou limpando a casa ou praticando exercícios físicos, então fica difícil parar para buscar as referências citadas.

    1. Oi Alexandre! A gente realmente não costuma linkar, embora façamos isso no roteiro/internamente. Vou fazer um teste no próximo, de colocar todos os links na descrição do programa.

      Valeu pelo toque!

  4. Eu fico pensando e lembrando da quantidade de vídeos muito bons. De universidades públicas, da Univesp Tv e outras que agora vão carregar esses anúncios sem ganhar nada pra isso.

  5. Não sei se conhecem. Mas o invidious é uma alternativa bem interessante para assistir vídeos do YouTube com a vantagem de não ser rastreado ou de ver os anúncios. Eu uso todos os dias e gosto bastante. Vc não precisa baixar nada e funciona bem em multiplataforma (celular e pc).

    1. Ele também da a possibilidade de incorporar os vídeos do youtube (pelo invidious) em sites html.

      E se alguém ficar curioso. A instância do invidious que eu uso e me funciona muito bem é o invidious.tube

      1. Diferente do que vc disse. Lá no minuto 33 do podcast. Não precisa se contentar não kkkkkk. Pode deixar o link no YouTube mesmo. Mas na hora de mandar o link do vídeo pra mostrar pra algum familiar. Prefira mandar o link do invidious kkkkk.

        1. Corrigindo:
          pode hospedar o VÍDEO no YouTube mesmo, mas na hora de enviar pra alguém assistir. Mande o link do invidious.

      1. Oi Ghadin. Mano, realmente as instâncias tem suas limitações de banda. Mas por enquanto a que uso está me servindo bem e, se um dia fizer mais falta eu vou procurar está que indicou.
        Valeu pela resposta!

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